The Sugar Lab: levando a confeitaria a um outro nível

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Quem não ama bolos decorados? A cada dia que passa, novas técnicas e invenções são criadas para aprimorar a prática, que é pura arte. Um outro nível de “novidade” foi atingido pelo casal Kyle e Liz von Hasseln, que têm uma empresa chamada The Sugar Lab.

O trabalho do The Sugar Lab é, “basicamente” produzir esculturas de açúcar utilizando a técnica de impressão em 3D:  uma mistura de álcool e água é aplicada em camadas para molhar e depois endurecer o açúcar, que se transforma em geométricas e inacreditáveis estruturas.

O serviço é exclusivo e customizado. Não produz, com o perdão do trocadilho, em massa.  O processo de desenvolvemento começa num rascunho, quando o cliente compartilha sua ideia, tema, humor, e o casal trabalha para “traduzir” isso numa linguagem digital.

Uma ótima ideia para casamentos, aniversários ou, por que não, para decoração da casa?

Ponte 3D – Outra Realidade

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A ponte Saint Louis em Paris recebeu uma instalação arquitetônica de luz, som e vídeo mapping, e a estrutura de metal [andaime] foi o suporte para a inserção da linguagem em realidade aumentada. O projeto, oportunamente chamado 3D-Bridge, funcionou por apenas uma noite mudando a paisagem noturna da região.

Essa linguagem tem transformado a comunicação visual dos eventos urbanos, algumas vezes com interação do público em tempo real. As instalações que se apropriam do espaço urbano e suas edificações com luz, som e movimento passam por muita investigação e experimentação nos dias de hoje e a integração com a arquitetura se torna cada vez mais elaborada, apesar de seu caráter geralmente temporário.

À frente disso estão iniciativas comerciais ou governamentais, que fomentam essa produção criando festivais de luz como o Light Festival Gent na Bélgica.  O conceito foi desenvolvido pelo escritório 1024 architecture, comandado por Pierre Schneider e François Wunschel, que busca trabalhar luz, som e projeção como elementos de escultura arquitetônicos. A lista de seus projetos que envolvem arte e arquitetura é longa e inclui a performance teatral Euphoria, que desde 2010 viaja o mundo e esteve no FILE Festival em 2011, em São Paulo.

As estações de metrô mais legais do mundo!

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Quem anda de metrô sabe que essa atividade pode ser muito estressante. Mas isso não precisa ser desse jeito. Quando um ambiente criativo e curiosos nos é proporcionado, nossa atenção se volta para as peculiaridades do lugar, e não necessariamente os pontos ruins. Estas são algumas das estações de metrô que não são apenas paradas de nosso meio de transporte.


A Stockholm Tunnelbana, na Suécia

Os incríveis túneis de metrô da Stockholm  contam com estações que fazem das paredes de pedra crua uma verdadeira obra de arte, ao invés de cobri-las com algum material artificial, dando um ar bem natural, como se fossem cavernas subterrâneas. As 100 estações contam com trabalhos de 140 artistas pelas paredes e tetos rústicos.

A Museum Station, em Toronto, Canadá

A estação foi redesenhada pelos arquitetos da Diamond Schmitt, que incluiu colunas inspiradas em artefatos que são encontrados no Royal Ontario Museum, que fica sobre a estação. As colunas remontam 5 civilizações antigas: o Egito Antigo, a cultura Tolteca, a China e a Grécia Antiga.

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O sítio arqueológico Iridanos, em Atenas, Grécia

Quando as escavações das obras de construção do metrô de Atenas começaram, mal imaginava-se que haveria uma grande descoberta arqueológica: o antigo rio Iridanos foi encontrado ainda correndo, bem onde os engenheiros haviam delimitado como uma estação de metrô. Ao invés de eliminá-lo, por que não incorporá-lo à construção? Foi isso que os engenheiros fizeram, e Iridanos é agora um sítio arqueológico dentro de uma estação de metrô.

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A estação Iidabashi, em Tókio, Japão

Construída no ano de 2000, a estação Iidabashi é clara, aberta e moderna. Idealizada pelo arquiteto Makoto Watanabe para ser “entrelaçada, interligada, expansiva e pulsante”, a construção conta com canos verdes que passeiam por todo o ambiente. Na entrada, vidro e metal dão o tom futurista.

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A Bockenheimer Warte, em Frankfurt, Alemanha

Uma entrada nada usual: como se um trem estivesse saindo pela calçada. O arquiteto responsável, Zbiginiew Peter Pininski, declarou que se inspirou no artista surrealista René Magritte para criá-la.

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Bund Sightseeing Tunnel, em Shangai, na China

Muitos declaram que a Bund Sightseeing foi construída para ser atração turística, e não um meio de transporte. Qualquer seja sua função, as cores e as peculiaridades dessa estação chamam a atenção de todos.

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Room for Art – Faça arte e ganhe uma estadia

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É uma boa forma de pagar uma estadia no hotel: poupa dinheiro e ainda exercita seus dotes artísticos. Basta enviar uma obra em formato A4, assinada por você, e esperar aprovação. A proposta do Clarion Hotel em Estocolmo, Suécia, tem sido um sucesso.

Room for Art é o nome da campanha, que partiu do gerente do hotel, cujo avô artista tinha obras decorando um outro hotel da mesma rede, em Nova York. Aqui o desafio vai para os clientes, mas com uma contrapartida: os direitos da obra ficam para o Clarion.

O vídeo abaixo apresenta o sucesso que tem feito crescer o número de interessados (nos primeiros 3 meses, o hotel recebeu 160 artistas):

“Kunststoffhaus FG 2000”

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Você já deve ter lido em alguma revista de moda recente que a década de 60 está voltando com tudo, certo? Coincidentemente, descobrimos esses dias as fotos de uma casa maluca construída entre 1968 e 1970 em Altenstadt, na Alemanha. Com estrutura externa pré-fabricada em fibra de vidro, ela virou um marco da arquitetura dessa efervescente década. A casa lembra muito as instalações lúdicas do designer Verner Panton, hoje considerado um grande mestre do design – foi ele quem desenhou a lendária cadeira Panton, lembrou? Porém, o responsável por esse projeto inusitado é Wolfgang Feierbach, que batizou sua criação de “Kunststoffhaus FG 2000″.
Ao que tudo indica, a ideia era que esse espaço funcionasse como uma “party house”, perfeita para organizar festas e reunir muitas pessoas em uma atmosfera psicodélica. No final dos anos 60, as experiências com alucinógenos eram consideradas algo comum, até rotineiro na vida dos jovens, e isso influenciou diretamente o design de interiores – para os revolucionários da época, era necessário criar espaços tão estimulantes e extraordinários quanto os delírios provocados pelas drogas. Materiais surpreendentes, como, nesse caso, os tapetes instalados no teto, provocavam experiências sensoriais únicas, transformando os ambientes em um complemento do efeito dos alucinógenos, prolongando o estado de transe. Isso talvez explique também o uso de cores contrastantes em praticamente toda a casa.
A decoração da “Kunststoffhaus FG 2000”, como o próprio nome sugere, também revela a influência de outra forte tendência da década: o visual Space Age. Com a chegada do homem à Lua, o tema espaço se tornou popular no cinema, em livros e também dentro das casas. Móveis com pegada futurística e formas orgânicas começaram a fazer muito sucesso, entre eles as poltronas da série Dijnn, de Oliver Morgue. É, talvez esse lado psicodélico dos anos 60 não funcionasse muito bem nos dias de hoje, mas uma coisa é certa: todo mundo adoraria ter a chance de ir em uma festa de arromba nessa casa, né?

Maybelline 2013 – Explosão Cosmpolita

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Fim de ano é tempo dos tradicionais calendários da Maybelline, que ressurgem com editoriais repletos de beleza, cores e tendências. Nas páginas do New York Maybelline 2013 Calendar, o nível artístico é elevado e assinado por Anastasia Durasovaeste, onde a pintura corporal domina a cena. A maquiagem e as pinturas corporais fazem referência a ícones de Nova York.

Como de costume a fotografia é de Kenneth Willardt e a maquiagem de Charlotte Willer.
Começando por Erin Wasson representando a vibrante Times Square, em Fevereiro a modelo Jessica White exibe a vida noturna de NY, em Março Emily DiDonato faz referência à ponte George Washington , para  Abril Julia Stegner homenagea o Graffiti, novamente a top Erin Wasson no mês de Maio representando as ruas de NY, em Junho e Julho Kemp Muhl  fazendo alusão os sons da cidade, para Agosto Charlotte Free mostra a diversidade cultural, Shu Pei Qin em Setembro associada a velocidade do metrô, Kemp Muhl como Outubro e Novembro simbolizando o Central Park e finalizando como Dezembro,  Freja Beha Erichsen mostra Art Scene , instalações artísticas presentes por toda cidade de NY.















A beleza do caos organizado

Artística, inovadora e atenta, Ray Eames foi uma protetora e colecionadora de coisas que a inspiraram – e precisava dessas coisas para rodeá-la enquanto ela trabalhava, como evidenciado por sua mesa no Eames Office (acima, fotografada em 1976). Obtenha um vislumbre de vários espaços que exemplificam isto e veja os muitos itens que motivam seus ocupantes durante o dia de trabalho.

Cada centímetro da parede acima da mesa no home office da designer de interiores Laura Clayton Baker contém fotos, páginas de revistas, cartões postais e peças aleatórias de arte. (Foto: Laura Clayton Baker)

O espaço da ilustradora, professora e autora de livros Kate Bingaman-Burt, em Portland, nos Estados Unidos, exibe uma eclética mistura de desenhos, arte, cartazes, recortes de papel e plantas. (Foto: Kate Bingaman-Burt)

Arte, livros e pilhas organizadas de papéis compõem o home office, em Venice, na Califórnia, de Scott Flora e Jerinne Neils, co-fundadores da empresa  de gráficos de parede Blik. (Foto: Blik)

O espaço de trabalho ocupado por Brian Haines, Alejandra Abad, Natasha Maria Fernandez-Fountain e Bruno Torquato – também conhecido como estúdio de design e colaborativo One by Four – tem paredes e janelas cheias de criatividade e cor. (Foto: One by Four)

Materiais e ferramentas para design, arte e projetos de ilustração assumem as mesas de trabalho na Logical Art, um estúdio de design criativo em Londres fundado por Yoo-kyung Shin e Hanhsi Chen. (Foto: Logical Art)