Energia

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Pelas leis da física a energia é a propriedade que os objetos têm de transferir algum tipo de impulso para outros objetos por diferentes modos. Todo organismo vivo requer  alguma forma de energia, que pode vir de diferentes fontes e origens.

A psique humana recebe impulsos energéticos emitidos pelo cérebro, este órgão estranho que habita nosso corpo. Sim, este órgão estranho que nos move, direciona, regula, impulsiona é conhecido apenas em 10% de sua totalidade. Então sobra 90% de desconhecido, misterioso, insondável, impenetrável de galáxias cerebrais, buracos negros, universos internos. Forças estranhas que nos levam a pensar , refletir, temer, ouvir, falar, imaginar, sentir, analisar, cantar, criar.

Freud criou a teoria do ego e do id. Segundo ele o id é a fonte primária dos desejos pessoais – ou anergia psíquica que alimenta o cérebro. Freud também definiu a teoria fonte das incontáveis sexualidades humanas, como uma força de energia instintiva.

Outros nomes da psicanálise como Carl Jung, Alfred Adler, Melanie Klein também analisaram a energia que emana dos objetos físicos e a energia psicológica que interage com os pensamentos. Para eles, essa energia precisaria ser compreendida a partir de teorias científicas, que explicam os fenômenos psicológicos sujeitos a leis precisas do mesmo modo como objetos se submetem à lei da gravidade proposta por Newton.

Assim, o conceito de energia psicológica é completamente distinto do conceito ocidental  que atribuí certo misticismo a uma suposta “energia espiritual”. Os estudos de psicodinâmicas, surgidos em 1874, apontam que TODOS os organismos vivos são sistemas energéticos movidos por princípios físicos e químicos.

Quando dizemos, portanto, que “alguma energia me moveu a criar isto” sabemos que 10% seria uma suposição acertada. Mas restaria ainda 90% de imprecisões, mistérios, emanações indetectáveis. Cada pessoa tem um espaço sideral dentro da cabeça. Por isso, essa força estranha nos leva a seguir a vida. Por isso, essa força estranha faz você ler esse texto e, ao mesmo tempo, refletir analisar, mentalizar, voar. Forças estranhas nos movem. E isso é bom.

 

 

Eduardo Cunha grava EP: ‘Desde 1991 Esperando Ser Preso’

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Nem tudo é notícia ruim no que diz respeito à política brasileira. Bom, na verdade é sim, mas a gente pode por um momento fingir que não enquanto escuta o EPDesde 1991 Esperando Ser Preso. Depois do show de horrores que assistimos nesse último domingo (17), na Câmara dos Deputados, é bom poder apreciar um pouco de ironia na forma de hip-hop instrumental e samples de matérias de jornal.

O autor dessa obra-prima política, musical e memética se identifica como Eduardo Cunha e justifica seu anonimato: “Não queria misturar as coisas, até porque nunca misturaria meu projeto pessoal com política — apesar de me manifestar publicamente mais pro lado vermelho da força”, conta Cunha, que afirma ser um produtor do interior de São Paulo. “Essa porra já tá com mais de 3.000 plays, e meus releases ‘oficiais’ raramente batem 1000 em algumas semanas. Essa molecada de hoje em dia só quer saber de memes mesmo.”

O produtor diz ter-se inspirado pela capa do disco, que ele encontrou por aí na internet e achou “meio Beastie Boys”, conta. “Aí conversando com um amigo meu, ele disse: ‘Por que cê não transforma isso num disco de verdade?’ E umas horas depois, tava aí”. Mas o ócio da vida política no Brasil foi o que protagonizou a motivação de Cunha: “Quando a gente tem muito tempo sobrando, principalmente quando se é do meio político nacional, podemos fazer muita coisa. Entre elas lançar um disco de instrumentais. Depois a gente vai roubar um pouco de grana da máquina pública.”

Cunha acredita que Cunha (o real) talvez curtisse o disco se chegasse a escutá-lo: “Talvez ele tenha uma coleção de discos do MF DOOM e a gente nem sabe. Mas eu prefiro achar que não, o cara deve curtir Legião Urbana ou uns modão de viola. Ou talvez o hino do terceiro Reich.” E deixa sua opinião sobre a situação política no Brasil: “Tenho esperança ainda, só que pouca. Mas tento fazer minha parte. E a política tem umas coisas tão ridículas que não tem como não fazer piada.”

A juventude só quer saber de memes, mas talvez essas manifestações meméticas sejam mais eficazes e significativas do que soltar confete em meio a sessão da Câmara dos Deputados. Escute Desde 1991 Esperando Ser Preso:

Desde 1991 Esperando Ser Preso

by Eduardo Cunha

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Especial Lollapalooza 2015 – CHEMICAL SURF

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O Chemical Surf é formado pelos irmãos Lucas & Hugo Sanches. Em 2014 ganharam reconhecimento internacional após assinarem contratos por importantes gravadoras como Kittball de Tube & Berger, Toolroom do Mark Knight, Bunny Tiger do Sharam Jey, Cuff de Amine Edge & Dance, Armada Music do Armin Van Buureen, além de King Street, Go Deeva, Kontor, Recovery Tech, entre outras.

Emplacaram recentemente as faixas “Don’t be jealous”, “Good Time” e “Walking Back”, está última atingiu o #10 no TOP100 de tech-house no Beatport e #55 em todos os gêneros, além do vinil ter sido o terceiro mais vendido no deejay.de, principal site de venda de discos na Europa. “Walking Back” ainda foi relançada na coletânea internacional Pacha Summer 2014 em formato CD, incluindo sucessos de Booka Shade, Solomun, Moby entre outros.

Os irmãos se apresentam frequentemente nos principais clubs e festivais do Brasil, como Tribaltech Festival, Club Vibe, Privilege, Kaballah, Matahari, Disco, Café de la Musique, Clash, El Fortin, Pink Elephant, Solaris Festival, Terraza, Club 88, Bali Hai, Magic Island, Save, Nite Club, The Garden, Cave, Maori Festival, La Isla Beach Club, Sete Club, Bielle Club entre outros.

No ultimo verão europeu se apresentaram na Alemanha e na França, incluindo a festa “Well Done!”, que acontece no lendário Suicide Circus, em Berlim, respeitado club alemão que recebe semanalmente os maiores nomes da musica eletrônica underground.

Em novembro de 2014 fizeram sua segunda turnê europeia passando por Inglaterra, Holanda, França, Alemanha, incluindo apresentações no famoso La Machine Du Moulin Rouge, em Paris, e no conceituado Club NL, em Amsterdam.

Alcançaram diversas vezes o TOP100 do Beatport no gênero tech-house. “What’s that”, em parceria com Juliet Sikora, foi lançada pela Kittbal e atingiu a #50 posição, o remix do Chemical Surf para a faixa “Pumping”, lançada pela Go Deeva, alcançou o #62, e “No Matter” figurou em #92.

Seus últimos lançamentos têm sido tocados por grandes artistas como Tube & Berger, Mark Knight, Sasha, Noir, Claude Vonstroke, Pleasurekraft, Sharam Jey, Betoko, Amine Edge, Kolombo, Phonique, Claptone, Coyu, Teenage Mutants, German Brigante, Kyle Watson entre outros.

O Chemical Surf é sem dúvidas um dos nomes que está no “spotlight” da música eletrônica atualmente.

Nome: Chemical Surf
País: Brasil
Ano de formação: 2003
Integrantes: Lucas Sanches (DJ) e Hugo Sanches (DJ)
Sucessos: Dont be jealous, Good Time e Walking Back

O Calendário Barbado

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Quem trabalha em agência sabe muito bem que o final de ano começa bem mais cedo do que para o resto do mundo.

Natal, Réveillon, Páscoa… toda a comunicação dos clientes é voltada para essa “época mágica do ano”, e haja criatividade para não soltar anúncios semelhantes, ou ideias copiadas – e isso às vezes é mais difícil do que parece, afinal de contas “somos criativos” e não deveríamos ter problemas com isso.

A designer Anna Marinenko conseguiu escapar da mesmice com essa bela ideia para um calendário, que não remete nada às datas festivas, mas com certeza chamará a atenção de muitos hipsters por aí!

A ideia é que as páginas do calendário são impressas em camadas de plástico transparentes, fazendo parecer como se a barba estivesse “crescendo” a cada mês que passa.calendario_barbado_2calendario_barbado_3calendario_barbado_4bcalendario_barbado_5b

Claro que não são todos que conseguem manter o ritmo do “Calendário Barbado” mas achei bastante original, com um design completamente minimalista, e serviria até como um belo presente para alguém que esteja pensando em deixar crescer uma bela barba!

Se quiser saber mais, seguir o ano barbado, ou até mesmo comprá-lo, pode clicar aqui.

Doces e Brinquedos – O fabuloso foguete de Georges Méliès

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Le Voyage dans la Lune, 1902

O fantástico Georges Méliès, após realizar 555 filmes, em duas décadas de muita imaginação, terminou os seus dias consertando brinquedos em sua loja na estação de Montparnasse, em Paris. Seu último curta-metragem foi ao ar em 1914, às vésperas da Primeira Guerra. Falido, sentindo-se fracassado, enfurnou-se em meio aos bric-a-bracs. Somente em 1929, foi redescoberto em uma mostra de seu Le Voyage dans la Lune, recebendo enfim o reconhecimento que lhe arrefeceu a velhice. Aos 78, ainda entre brinquedos e doces, partiu em um fabuloso foguete, acertando o olho da lua.

Méliès, como todos nos primórdios do cinema, filmava em preto e branco, mas também lançava seus filmes em cores, colorindo à mão, frame por frame, quadradinho por quadradinho, as películas para exibição.
A versão colorida da clássica Viagem à Lua ficou perdida por décadas, até que uma lata foi encontrada em Barcelona na década de 90, com o filme bastante deteriorado. Passou-se então ao processo de restauração, meticuloso, usando tecnologia digital, para recuperar o tesouro perdido. O resultado foi apresentado em Cannes, 2010, causando vertigens nos cinéfilos mundo afora. Agora está disponível, em HD, a um clique de distância:

Em 2011, Martin Scorsese lançou sua homenagem à Georges Méliès em forma de filme: A Invenção de Hugo Cabret. Adaptado do livro homônimo de Brian Selznick, o filme conta a história de um menino que vive entre máquinas e relógios, nos bastidores da estação de Montparnasse, em Paris. Mesmo local onde um velho calvo e ranzinza mantinha sua lojinha de doces e brinquedos. Entre aventuras e apertos, a história de Hugo se cruza com a de Méliès, resgatando das sombras o cineasta e a história do cinema. Lindo filme.

Com que roupa eu vou pro Wild Boy que você me convidou?

Lia Paris não pára de aprontar das suas. Desta vez nossa cantora colocou no convite de estréia do seu clip Wild Boy, que será em um clube de arte secreto que o traje do evento o será Black Tiger. What!?!? Black Tiger! Isso mesmo, gente. Usem a imaginação, o bom humor e a elegância para interpretar essa charada.

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O primeiro Beijo

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Pessoas foram convidadas para um inusitado experimentado social: beijar um estranho na boca na frente das câmaras. Elas só foram apresentadas no estúdio para esse projeto batizado de O Primeiro Beijo. A ideia de Tatiana Pilleva, autora do projeto, era documentar as diferentes reações das pessoas diante de uma situação inesperada de compartilhar carinho com desconhecidos. Confira o que aconteceu no vídeo a seguir: