Especial Lollapalooza 2015 – CHEMICAL SURF

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O Chemical Surf é formado pelos irmãos Lucas & Hugo Sanches. Em 2014 ganharam reconhecimento internacional após assinarem contratos por importantes gravadoras como Kittball de Tube & Berger, Toolroom do Mark Knight, Bunny Tiger do Sharam Jey, Cuff de Amine Edge & Dance, Armada Music do Armin Van Buureen, além de King Street, Go Deeva, Kontor, Recovery Tech, entre outras.

Emplacaram recentemente as faixas “Don’t be jealous”, “Good Time” e “Walking Back”, está última atingiu o #10 no TOP100 de tech-house no Beatport e #55 em todos os gêneros, além do vinil ter sido o terceiro mais vendido no deejay.de, principal site de venda de discos na Europa. “Walking Back” ainda foi relançada na coletânea internacional Pacha Summer 2014 em formato CD, incluindo sucessos de Booka Shade, Solomun, Moby entre outros.

Os irmãos se apresentam frequentemente nos principais clubs e festivais do Brasil, como Tribaltech Festival, Club Vibe, Privilege, Kaballah, Matahari, Disco, Café de la Musique, Clash, El Fortin, Pink Elephant, Solaris Festival, Terraza, Club 88, Bali Hai, Magic Island, Save, Nite Club, The Garden, Cave, Maori Festival, La Isla Beach Club, Sete Club, Bielle Club entre outros.

No ultimo verão europeu se apresentaram na Alemanha e na França, incluindo a festa “Well Done!”, que acontece no lendário Suicide Circus, em Berlim, respeitado club alemão que recebe semanalmente os maiores nomes da musica eletrônica underground.

Em novembro de 2014 fizeram sua segunda turnê europeia passando por Inglaterra, Holanda, França, Alemanha, incluindo apresentações no famoso La Machine Du Moulin Rouge, em Paris, e no conceituado Club NL, em Amsterdam.

Alcançaram diversas vezes o TOP100 do Beatport no gênero tech-house. “What’s that”, em parceria com Juliet Sikora, foi lançada pela Kittbal e atingiu a #50 posição, o remix do Chemical Surf para a faixa “Pumping”, lançada pela Go Deeva, alcançou o #62, e “No Matter” figurou em #92.

Seus últimos lançamentos têm sido tocados por grandes artistas como Tube & Berger, Mark Knight, Sasha, Noir, Claude Vonstroke, Pleasurekraft, Sharam Jey, Betoko, Amine Edge, Kolombo, Phonique, Claptone, Coyu, Teenage Mutants, German Brigante, Kyle Watson entre outros.

O Chemical Surf é sem dúvidas um dos nomes que está no “spotlight” da música eletrônica atualmente.

Nome: Chemical Surf
País: Brasil
Ano de formação: 2003
Integrantes: Lucas Sanches (DJ) e Hugo Sanches (DJ)
Sucessos: Dont be jealous, Good Time e Walking Back

O Calendário Barbado

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Quem trabalha em agência sabe muito bem que o final de ano começa bem mais cedo do que para o resto do mundo.

Natal, Réveillon, Páscoa… toda a comunicação dos clientes é voltada para essa “época mágica do ano”, e haja criatividade para não soltar anúncios semelhantes, ou ideias copiadas – e isso às vezes é mais difícil do que parece, afinal de contas “somos criativos” e não deveríamos ter problemas com isso.

A designer Anna Marinenko conseguiu escapar da mesmice com essa bela ideia para um calendário, que não remete nada às datas festivas, mas com certeza chamará a atenção de muitos hipsters por aí!

A ideia é que as páginas do calendário são impressas em camadas de plástico transparentes, fazendo parecer como se a barba estivesse “crescendo” a cada mês que passa.calendario_barbado_2calendario_barbado_3calendario_barbado_4bcalendario_barbado_5b

Claro que não são todos que conseguem manter o ritmo do “Calendário Barbado” mas achei bastante original, com um design completamente minimalista, e serviria até como um belo presente para alguém que esteja pensando em deixar crescer uma bela barba!

Se quiser saber mais, seguir o ano barbado, ou até mesmo comprá-lo, pode clicar aqui.

Com que roupa eu vou pro Wild Boy que você me convidou?

Lia Paris não pára de aprontar das suas. Desta vez nossa cantora colocou no convite de estréia do seu clip Wild Boy, que será em um clube de arte secreto que o traje do evento o será Black Tiger. What!?!? Black Tiger! Isso mesmo, gente. Usem a imaginação, o bom humor e a elegância para interpretar essa charada.

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O primeiro Beijo

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Pessoas foram convidadas para um inusitado experimentado social: beijar um estranho na boca na frente das câmaras. Elas só foram apresentadas no estúdio para esse projeto batizado de O Primeiro Beijo. A ideia de Tatiana Pilleva, autora do projeto, era documentar as diferentes reações das pessoas diante de uma situação inesperada de compartilhar carinho com desconhecidos. Confira o que aconteceu no vídeo a seguir:

O Retorno de Saturno

Lia e Samuel Rosa Estúdio

Algumas pessoas tem uma energia tão forte, um desejo tão intenso que por isso atraem e realizam coisas incríveis para si e para o mundo. Esse é o caso de Lia Paris. Simplesmente autentica, por onde passa essa mulher furacão meche todas as coisas de lugar e  enche tudo com a sua luz ao ponto de ficar entediante quando se vai.

Depois de abalar em sua turnê pela Europa e NY onde gravou o Clip de Wild Boy,  música que compôs com Marcelo Jeneci,  preparava-se para a estréia de sua coleção de Beachwear para o Café de la Musique  e sua temporada de shows no Réveillon de Trancoso. Foi quando uma coisa incrível aconteceu…

Samuel Rosa ouviu o som de Lia Paris e adorou. E foi assim que ela recebeu o convite para compor duas músicas para o novo álbum do Skank.

 Sentindo-se abençoada sob o céu da Bahia, depois de cantar com Elba Ramalho, Tonny Garrido, fazer um Live com o Bushwacka e chamar a atenção de Sonia Racy e virar página de jornal, Lia escreveu uma música inspirada no turbilhão de sentimentos provocados pelo Retorno de Saturno.

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Na última terça-feira Lia embarcou rumo á Belo Horizonte para gravar sua participação especial no novo Cd do Skank. Ela conta que cantar com Samuel foi uma experiência mágica da qual jamais esquecerá.

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Uma estrela é assim. De seu coração nascem as coisas que iluminam o mundo e mesmo de muito longe sente-se  seu brilho e seu magnetismo. Compondo e cantando sobre experiências reais, Lia Paris está trabalhando em seu primeiro disco autoral e por conta de seu carisma, grandes nomes da música realizam participações especiais.

Seu EP com três músicas, foi produzido por Dudu Aram e Antônio Pinto, será lançado em breve com as faixas Azul e Flores, Wild Boy escrita por ela em parceria com Marcelo Jeneci e Sua Constelação que conta mais uma vez com a participação de Marcelo e Zélia Duncan, a bateria hipnótica de Fredo Ortiz dos Beastie Boys e guitarra marcante do músico Edgard Scandurra.

Se você ainda não ouviu falar de Lia Paris, isso é por pouco tempo, o talento dela promete estourar nas paradas de sucesso. Ouça porque no SoundCloud da cantora.

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Há 44 anos, Janis Joplin curtia o carnaval adoidado em visita ao Rio

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Muito antes de Amy Winehouse botar os pés em uma clínica de reabilitação pela primeira vez, para tentar se livrar da dependência do álcool, Janis Joplin já tinha vindo ao Brasil com o intuito de fazer sua rehab. No dia 6 de fevereiro de 1970, oito meses antes de morrer de overdose, aos 27 anos, a cantora americana desembarcou no Rio de férias, na intenção de manter distância da heroína, droga inexistente no país naquela época. A questão foi que Janis, ícone da contracultura e um dos maiores talentos do rock americano, chegou às vésperas do carnaval, e, levando em conta sua enorme disposição para enfiar o pé na jaca, ela fez de tudo — menos detox.

Janis chegou numa sexta-feira pré-folia, na companhia de Linda Gravenites, que assinava os exuberantes figurinos usados pela cantora nos palcos. No curto período em que passou na cidade, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba na Candelária, fez topless na Praia da Macumba, foi barrada num camarote do Theatro Municipal e deu canja em inferninhos da Zona Sul, além de beber vodca, Fogo Paulista e licor de ovo como se não houvesse amanhã.

Apesar de ter vindo à cidade praticamente anônima e sem o respaldo de sua gravadora, Janis recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva na pérgula do Copacabana Palace, com as presenças do artista plástico Hélio Oiticica e do jornalista Luiz Carlos Maciel, editor do semanário alternativo “Flor do Mal”.  Em diversos momentos da conversa, ela demonstrou interesse em saber quem era a cantora “Girl Costa” — obviamente sem saber que o nome dela é Gal.

— A entrevista aconteceu em volta da piscina. Janis era uma mulher muito inteligente, vibrante, viva. Lembro do Hélio (Oiticica) falando que não entendia por que ela era considerada feia. Janis conversou com os repórteres bebendo um copo alto de vodca com gelo. Mas não estava bêbada — ressalta Maciel.

No dia 8 de fevereiro, Janis pulou carnaval no Centro com o DJ e radialista Big Boy. Do palanque — versão antiga e mais tosca dos atuais camarotes — da revista “Manchete”, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba,

Notívaga e baladeira assumida, Janis também soube aproveitar o verão nas praias cariocas, na companhia do anfitrião Ricky Ferreira.

Depois de sua passagem pelo Rio, Janis foi de moto com o namoradinho americano em direção à aldeia hippie de Arembepe, a cerca de 50 quilômetros de Salvador, na Bahia. Da data exata, ninguém se lembra. Para os amigos do Rio, sua presença meteórica não passou em branco.

— Foi uma mulher que viveu em alta voltagem, de uma bipolaridade incomum. Estava sempre com um cigarro aceso e parecia ter uma sede constante de vodca. Mas, no fundo, ela só queria amor. Porque para dinheiro ela não ligava — resume Ricky.

1960 – O carnaval Carioca por Willy Rizzo

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Ele já foi fotojornalista de conflitos, fotógrafo de design, de moda, retratista e no meio disso tudo encontrou tempo para dar um pulinho no Rio de Janeiro e clicar imagens inesquecíveis do carnaval, em meados da década de 1960.

O fotógrafo italiano Willy Rizzo faleceu no ano passado, mas deixou um legado de registros e imagens, que inclui essas fotos nostálgicas do verde e amarelo desfilando pela Avenida Rio Branco.

Só se abre por Amor

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A fabricante de lingieries japonesa Ravijour quer que suas clientes só façam sexo por amor. Ao menos é o que parece com a criação do “True Love Tester”, um sutiã que só se abre se os batimentos cardíacos da mulher acusarem o sentimento.

A peça tem um sensor de frequência cardíaca, que é enviada via Bluetooth para um aplicativo de celular. O programa compara a sensação da mulher a atividades como fazer compras, assistir a um filme de terror, fazer exercícios, entre outras. Se o amor for detectado, o sutiã se abre automaticamente.

O produto pode causar situações constrangedoras, como um sutiã que se abre no meio de uma festa, ou até na rua.

Confira o vídeo promocional do “True Love Tester”:

Tecnologias interativas -Instalação Wave Dilfert

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Mais um exemplo  de uma instalação interativa que reage a movimentos e mudanças de luz criando ambiente imersivos. Com o advento das novas tecnologias de comunicação e informação, novos cenários evolutivos designados de espaços virtuais imersivos foram sendo desenvolvidos, modificando a cultura de forma surpreendente, um novo contexto ganha dimensão a partir das imagens, estabelecendo-se novas formas de interação.

O ambiente da arte, ao buscar estados carregados de subjetividade, é um campo fértil para pesquisas nesta direção que voltam-se a aspectos poéticos, artísticos e estéticos de sistemas complexos interativos e imersivos.

Os resultados vêm contribuindo para a pesquisa científica e para a arte contemporânea brasileira e internacional através de criação artística com poéticas tecnológicas no campo da ciberestética. Verificam-se modos de sentir ampliados pelas tecnologias interativas e imersivas neste momento pós-biológico, onde o corpo age, pensa e sente acoplado a sistemas computadorizados.

Evoke e Update or Die apresentam o “House Of Jam”

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“I dont know but… I heard people say that what we do is rare…”

“House Of Jam” é o novo projeto musical da Evoke e do Update or Die.

Serão veiculados e produzidos programas apresentando bandas novas (e consagradas) dentro da Casa Evoke – um espaço experimental de marca que reúne diferentes contextos que orbitam o estilo de vida Evoke, e do UoD, com jam sessions, exposições de arte e eventos multi-culturais que promovem encontros inusitados.

Por lá, já passaram músicos e bandas como:

• Suicidal Tendencies
• Ben Harper
• Black Alien
• Comodoro
• Lucio Maia
• Mombojó
• Michael Gravis
• Sepultura
• Maximum Hedrum
• Agent Orange
• Marky Ramone
• Marina de la Riva
entre muitos outros…

Ou seja: os encontros que já acontecem naturalmente e com muito prazer, mas de maneira super restrita, agora serão compartilhados. O papel do UoD é fazer a interface com os músicos e nossos leitores, servindo como inspiração e curadoria através da geração de conteúdo. Há tempos existe a oportunidade de colocar em pé este projeto e, agora, chegou hora de reunir essa turma.

Mensalmente, será publicado um programa apresentando a banda convidada, que fará um pocket show, com duas ou três músicas, que serão gravadas em um pequeno evento exclusivo para poucos convidados. Serão 12 bandas/programas durante o ano, a última banda será escolhida através de um concurso e todas farão parte da primeira coletânea digital lançada pelo “House Of Jam”.

O primeiro “H.O.J.” é com os noruegueses do BIG BANG, trio que faz um rock n roll muito bem feito, misturando o som cru e direto com uma pegada clássica. A banda, que não é nova (lança discos desde 1995), é sempre apontada como a melhor da Noruega em cima dos palcos. O “Radio Radio TV Sleep” é o álbum ao vivo mais vendido de todos os tempos no país. Seu líder, Øystein Greni, é um ex-campeão de skate que se machucou fazendo manobras, teve a carreira comprometida e passou a dedicar-se a guitarra. Junto com Olaf Olsen (bateria) e Nikolai Eilertsen (baixo) formam um daqueles power trios que só dá para tentar entender quando você está em um show. Jack White, Billy Gibbons e Scott Weilland já disseram para ficarmos de ouvidos atentos. E, eles têm razão.

Nos próximos meses muitas bandas farão parte do projeto, e acontecerão mais eventos exclusivos,com mais novidades e muito mais conteúdo.

Tem alguma sugestão? Banda para apresentar? Envie para: guga@updateordie.com

Eles estão buscando marcas apoiadoras para amplificar e acrescentar ainda mais a este projeto, transformando-o em algo bem maior (como merece). O projeto tem potencial para em pouco tempo ter mais novidades e mais gente envolvida.