O Retorno de Saturno

Lia e Samuel Rosa Estúdio

Algumas pessoas tem uma energia tão forte, um desejo tão intenso que por isso atraem e realizam coisas incríveis para si e para o mundo. Esse é o caso de Lia Paris. Simplesmente autentica, por onde passa essa mulher furacão meche todas as coisas de lugar e  enche tudo com a sua luz ao ponto de ficar entediante quando se vai.

Depois de abalar em sua turnê pela Europa e NY onde gravou o Clip de Wild Boy,  música que compôs com Marcelo Jeneci,  preparava-se para a estréia de sua coleção de Beachwear para o Café de la Musique  e sua temporada de shows no Réveillon de Trancoso. Foi quando uma coisa incrível aconteceu…

Samuel Rosa ouviu o som de Lia Paris e adorou. E foi assim que ela recebeu o convite para compor duas músicas para o novo álbum do Skank.

 Sentindo-se abençoada sob o céu da Bahia, depois de cantar com Elba Ramalho, Tonny Garrido, fazer um Live com o Bushwacka e chamar a atenção de Sonia Racy e virar página de jornal, Lia escreveu uma música inspirada no turbilhão de sentimentos provocados pelo Retorno de Saturno.

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Na última terça-feira Lia embarcou rumo á Belo Horizonte para gravar sua participação especial no novo Cd do Skank. Ela conta que cantar com Samuel foi uma experiência mágica da qual jamais esquecerá.

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Uma estrela é assim. De seu coração nascem as coisas que iluminam o mundo e mesmo de muito longe sente-se  seu brilho e seu magnetismo. Compondo e cantando sobre experiências reais, Lia Paris está trabalhando em seu primeiro disco autoral e por conta de seu carisma, grandes nomes da música realizam participações especiais.

Seu EP com três músicas, foi produzido por Dudu Aram e Antônio Pinto, será lançado em breve com as faixas Azul e Flores, Wild Boy escrita por ela em parceria com Marcelo Jeneci e Sua Constelação que conta mais uma vez com a participação de Marcelo e Zélia Duncan, a bateria hipnótica de Fredo Ortiz dos Beastie Boys e guitarra marcante do músico Edgard Scandurra.

Se você ainda não ouviu falar de Lia Paris, isso é por pouco tempo, o talento dela promete estourar nas paradas de sucesso. Ouça porque no SoundCloud da cantora.

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Há 44 anos, Janis Joplin curtia o carnaval adoidado em visita ao Rio

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Muito antes de Amy Winehouse botar os pés em uma clínica de reabilitação pela primeira vez, para tentar se livrar da dependência do álcool, Janis Joplin já tinha vindo ao Brasil com o intuito de fazer sua rehab. No dia 6 de fevereiro de 1970, oito meses antes de morrer de overdose, aos 27 anos, a cantora americana desembarcou no Rio de férias, na intenção de manter distância da heroína, droga inexistente no país naquela época. A questão foi que Janis, ícone da contracultura e um dos maiores talentos do rock americano, chegou às vésperas do carnaval, e, levando em conta sua enorme disposição para enfiar o pé na jaca, ela fez de tudo — menos detox.

Janis chegou numa sexta-feira pré-folia, na companhia de Linda Gravenites, que assinava os exuberantes figurinos usados pela cantora nos palcos. No curto período em que passou na cidade, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba na Candelária, fez topless na Praia da Macumba, foi barrada num camarote do Theatro Municipal e deu canja em inferninhos da Zona Sul, além de beber vodca, Fogo Paulista e licor de ovo como se não houvesse amanhã.

Apesar de ter vindo à cidade praticamente anônima e sem o respaldo de sua gravadora, Janis recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva na pérgula do Copacabana Palace, com as presenças do artista plástico Hélio Oiticica e do jornalista Luiz Carlos Maciel, editor do semanário alternativo “Flor do Mal”.  Em diversos momentos da conversa, ela demonstrou interesse em saber quem era a cantora “Girl Costa” — obviamente sem saber que o nome dela é Gal.

— A entrevista aconteceu em volta da piscina. Janis era uma mulher muito inteligente, vibrante, viva. Lembro do Hélio (Oiticica) falando que não entendia por que ela era considerada feia. Janis conversou com os repórteres bebendo um copo alto de vodca com gelo. Mas não estava bêbada — ressalta Maciel.

No dia 8 de fevereiro, Janis pulou carnaval no Centro com o DJ e radialista Big Boy. Do palanque — versão antiga e mais tosca dos atuais camarotes — da revista “Manchete”, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba,

Notívaga e baladeira assumida, Janis também soube aproveitar o verão nas praias cariocas, na companhia do anfitrião Ricky Ferreira.

Depois de sua passagem pelo Rio, Janis foi de moto com o namoradinho americano em direção à aldeia hippie de Arembepe, a cerca de 50 quilômetros de Salvador, na Bahia. Da data exata, ninguém se lembra. Para os amigos do Rio, sua presença meteórica não passou em branco.

— Foi uma mulher que viveu em alta voltagem, de uma bipolaridade incomum. Estava sempre com um cigarro aceso e parecia ter uma sede constante de vodca. Mas, no fundo, ela só queria amor. Porque para dinheiro ela não ligava — resume Ricky.

1960 – O carnaval Carioca por Willy Rizzo

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Ele já foi fotojornalista de conflitos, fotógrafo de design, de moda, retratista e no meio disso tudo encontrou tempo para dar um pulinho no Rio de Janeiro e clicar imagens inesquecíveis do carnaval, em meados da década de 1960.

O fotógrafo italiano Willy Rizzo faleceu no ano passado, mas deixou um legado de registros e imagens, que inclui essas fotos nostálgicas do verde e amarelo desfilando pela Avenida Rio Branco.

Só se abre por Amor

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A fabricante de lingieries japonesa Ravijour quer que suas clientes só façam sexo por amor. Ao menos é o que parece com a criação do “True Love Tester”, um sutiã que só se abre se os batimentos cardíacos da mulher acusarem o sentimento.

A peça tem um sensor de frequência cardíaca, que é enviada via Bluetooth para um aplicativo de celular. O programa compara a sensação da mulher a atividades como fazer compras, assistir a um filme de terror, fazer exercícios, entre outras. Se o amor for detectado, o sutiã se abre automaticamente.

O produto pode causar situações constrangedoras, como um sutiã que se abre no meio de uma festa, ou até na rua.

Confira o vídeo promocional do “True Love Tester”:

Isabela Blow: a exposição

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Ícone da moda mundial, Isabella Blow ganha expo na Somerset House, em Londres. Por lá, uma incrível seleção do guarda-roupa da eterna editora conhecida também por ter descoberto modelos como Stella Tennant e Sophie Dahl, além do estilista Alexander McQueen e do chapeleiro Phillip Treacy.

 

“A decisão de abrir o closet de Isabella para o público foi uma progressão natural, me parece que este seria o seu próprio desejo”, revelou Daphne Guinness, a amiga que comprou todas as peças que vão a exposição na tentativa de impedir que fossem vendidas em um leilão Christie’s. “Eu comprei a coleção porque não podia suportar a ideia de ser espalhada pelo mundo, era a obra de sua vida – seu legado”.
Entre as mais de 100 peças expostas (com direito a styling que lembra a sugestão de uso da própria editora), destaque para as peças desfiladas por McQueen na ocasião de sua formatura na Central Saint Martins, além de criações do estilista da época em que desenhava para a Givenchy. “Ela só usava roupas de pessoas que ela gostava ou admirava”, revelou Shonagh Marshall que assina a curadoria do show em parceria com Alistair O’Neill.
O lançamento oficial aconteceu
na noite de terça-feira (19.11), com convidadas como Daphne Guinness,  Gemma Arterton e Grace Jones.

COCA-COLA MUSIC CONNECTION

A partir do dia 18/10, jovens de 12 a 25 anos de idade, com bandas de todos os estilos musicais, terão a oportunidade de se apresentar publicamente e concorrer a prêmios.

Depois de passar por Brasília (DF) e Goiânia (GO), o Coca-Cola Music Connection, ou simplesmente CMC, acontecerá em Uberlândia (MG) e Belém (PA) simultaneamente, com o objetivo de promover bandas não profissionais, dando espaço para que compartilhem momentos únicos por meio da música.

O projeto é gratuito e une interatividade, dinamismo e tecnologia e traz cinco diferentes estações: o estúdio de Todo Mundo, Coca-Cola Band Machine, o Coca-Cola Dance Machine, o Coca-Cola Play e um estúdio de rádio. A ideia é unir as paixões dos jovens: música, compartilhamento, amigos e diversão.

Para participar do concurso, basta ter uma banda musical, não profissional, composta por no mínimo duas pessoas e no máximo sete. O projeto acontece em quatro fases. Na primeira, a banda faz a inscrição no site de 18/10 a 29/10 ou no próprio local.

Após inscritos, os grupos participarão da segunda fase, que inclui audições e gravações realizadas no estúdio montado no Shopping Pátio Belém e no Center Shopping de Uberlândia.

No local, o grupo vai gravar um clipe, enquanto a plateia acompanha e torce pelas bandas. Ao final das audições, os vídeos gravados ficarão disponíveis no site do Coca-Cola Music Connection para votação.

A melhor banda de cada cidade vai ganhar um prêmio de estrela: a oportunidade de gravar um CD em estúdio profissional, fazer uma sessão fotográfica, e sessão fotográfica e a identidade visual da banda, além de participar da final nacional com as quatro finalistas. A banda vencedora do concurso nacional também leva pra casa instrumentos e equipamentos, e a sua música tocará durante um mês na rádio web Coca-Cola FM.

Entre as atrações do evento, a Coca-Cola BandMachine é uma plataforma com games que simulam instrumentos musicais. A Coca-Cola Dance Machine é um jogo ativado com os movimentos do corpo, sendo possível seguir os passos da tela.

Coca-Cola Play é um estúdio, que permite participar de um vídeo da música “Todo Mundo”, criada em homenagem à Copa do Mundo de 14 e gravada por Gaby Amarantos e Monobloco.