1960 – O carnaval Carioca por Willy Rizzo

E6GDGmk - Imgur

Ele já foi fotojornalista de conflitos, fotógrafo de design, de moda, retratista e no meio disso tudo encontrou tempo para dar um pulinho no Rio de Janeiro e clicar imagens inesquecíveis do carnaval, em meados da década de 1960.

O fotógrafo italiano Willy Rizzo faleceu no ano passado, mas deixou um legado de registros e imagens, que inclui essas fotos nostálgicas do verde e amarelo desfilando pela Avenida Rio Branco.

Bonitos por Natureza

Se eu contar vocês não vão acreditar! Conheci esses dois rapazes na praia enquanto fotografa a paisagem. Saídos da Argentina, vieram de carona tentar a vida no Brasil.

Tipicamente aventureiros, Os Argentinos me contaram um pouco de sua história. Em seu país trabalhavam com educação física e aqui no Brasil não sabiam o que iam fazer. Meu olhar fotográfico estava me dizendo algo. Foi como se o destino nos juntasse. Encontraram uma fotógrafa de moda em um lugar paradisíaco e deserto.

Perguntei então se eles topavam posar para as minhas lentes, já que trabalho com isso, conseguiria facilmente ingressá-los nessa carreira. E então na hora dois lindos sorrisos se abriram para mim: Claro! Como não Juli!? Eles disseram. Combinamos que no dia seguinte faríamos as tais fotos.

Eles trouxeram algumas roupas que tinham e sem a menor produção, fizemos esse editorial. Fiquei muito surpresa com o resultado e com a naturalidade dos dois diante da câmera.

Quando cheguei em São Paulo e editei o material logo percebi que tinha que ligar rápido para meus amigos Bookers. Com certeza esses meninos não vão fazer uma visita desapercebida pelo nosso país. Parece que encontrei dois New Faces, vocês não acham? Com prazer apresento à vocês  Sergio e Ariel!

Recriar – Alana Dee Haynes

20130812104440-alana dee haynes (13)

As linhas pulsantes do trabalho de Alana Dee Haynes nos tirou o fôlego.Cada fotografia tem a sua própria história, mas Alana intervêm e recria com um novo contexto. Ela costuma usar caneta micro ponta sobre recortes de revista de moda.

Akihito Hira

galeria_qzzkp5205__05_main

Akihito Hira, natural de Osvaldo Cruz-SP, chegou em Brasília no ano de 2000, recém formado em Ciência da Computação, para trabalhar como Analista de Sistemas. Sete anos depois foi atrás de seu sonho: matriculou-se na primeira faculdade de moda de Brasília. Lá aprendeu a modelar e aperfeiçoar a costura. Após um ano e meio, o estilista se inscreveu no concurso de Novos Talentos da Capital Fashion Week – CFW (2008). O projeto de Akihito Hira foi escolhido por unanimidade pela curadoria do evento, cuja coleção inspirada no filme “O Paciente Inglês” teve orientação do renomado designer Jum Nakao. Aplaudido por jornalistas e críticos de moda, o designer recebeu quatro propostas de compradores internacionais – Canadá, Espanha, Venezuela e Portugal.

Em Março de 2009, Akihito Hira foi convidado para encerrar o Pocket Edition da CFW de inverno. A coleção “Dandy Índia” trouxe uma proposta de mistura de aromas e sabores ingleses e indianos. Emília Duncan, figurinista da Rede Globo, ficou impressionada com a qualidade do trabalho do jovem estilista e o convidou para propor um novo guarda roupa para o personagem Bahuan de Márcio Garcia na novela Caminho das Índias.

Em agosto do mesmo ano, o estilista foi convidado pela segunda vez para encerrar o CFW de Verão. Ele apresentou a coleção Metamorphus, inspirada no processo de ecdise dos insetos.  Em Janeiro de 2010 inaugura, em sociedade com Julio Andrade, a loja Style Store e o atelier Akihito Hira. A Style Store é multimarcas feminina e exclusivamente masculino Akihito Hira.

No ano de 2010, Akihito Hira apresentou a coleção de inverno 2010 PIONEERS em homenagem aos 50 anos de Brasília inspirada nos pioneiros da missão Cruls e os candangos. Depois disso, Hira fez sua estreia no Rio Moda Hype com a coleção de Verão 2011 – Marnoto no evento Fashion Business. Sua coleção impressionou também os organizadores do New York Fashion Week, rendendo um convite de participação no evento americano.

Vejam que linda a coleção de verão 2013 de Akihito, com estilo neo-náutico verde esmeralda, ilumina qualquer chuva de verão. Tranquilamente deixaria meu namorado se vestir com qualquer um dos looks para passear um final de semana de surf na praia. E vocês gostaram?

Helmut Newton – Sensualidade em Preto e Branco

2-thumb-700x706-15769

Helmut Newton foi um artista alemão naturalizado australiano. Nasceu em Berlim em 1920 e foi obrigado a refugiar-se na Austrália para fugir ás perseguições nazis, já que Helmut era filho de um alemão-judeu.
Foi fotógrafo de moda sendo os seus trabalhos baseados no erotismo e na beleza corporal feminina. São famosas as suas séries de nus femininos retratados com grande sensualidade e subtileza. Não raramente as suas obras roçam o fetichismo e o sado – masoquismo mas com um requinte implícito. Fotografou várias actrizes famosas como Marilyn Monroe, Catherine Deneuve ou Monica Belluci.
O seu estilo é provocador, banhando os corpos com um erotismo a preto e branco bastante característico. O poder das mulheres, o luxo e a classe sempre foram temas que seduziram Helmut Newton. Foi um pioneiro em fotografar o lado mais luxuoso e íntimo feminino, criando um sensual glamour fotográfico inovador para as décadas de 50 e 60. Chegou a publicar para a Vogue e outras publicações famosas. Faleceu em 2004 na Califórnia, EUA, no ano da inauguração da sua fundação dedicada á retrospectiva da sua obra.

Site oficial de Helmut Newton : Site oficial de Helmut Newton : http://www.helmutnewton.com/

Summer Girl

fass-vanderperre-03-h

E o verão vai ser fresco e suave, como uma menina pintada por Vargas mas ao mesmo tempo  com uma pitada moderna  de playsuits pinup que brilha com o Sol da manhã.

 

Hot hot!

fass-summer-swim-03-v

 

E o verão já começa a despertar…

Exclusivo Breaking Bad: Mr. White na Estica

bryan-cranston-gq-magazine-august-2013-01

Breaking Bad está chegando ao fim, e Bryan Cranston precisa de uma roupa afiada para os Emmys. Neste ensaio exclusivo , Walter nos mostra que mesmo com um dia agitato um homem não precisa perder a elegância.

Um professor de ciências descobre que tem câncer transforma-se em um cara sinistro. Essa é a história de ‘Breaking Bad’. Mas é também a história de como Bryan Cranston se tornou maior galã da TV. Como o show entra em sua reta final,  descobra porque Walter White sempre vai viver.

Espelho, espelho meu: A Condessa de Castiglione

A Condessa de Castiglione foi uma criatura rara: além de bela e inteligente, era uma narcisista com acesso ilimitado a uma câmara. Entre 1856 e 1895, ela já tinha uma coleção de mais de 400 fotografias de si mesma.

01_Pierre_Louis_Pierson_Wikicommons_1_01

Que boa parte dos seres humanos é narcisista, não há dúvida. E há quem adore colecionar centenas de fotografias de si mesmo durante a vida. Mas em pleno século 19 isso não era considerado tão comum assim.

Virginia Oldoini nasceu de uma família nobre de Florença em 1837. Aos 17 (já possuindo um caráter inquieto e imaginativo), entrou em um casamento arranjado e sem amor com o Conde di Castiglione, simplesmente por interesse financeiro. Além de levar o marido à falência com suas extravagâncias, ela o traia descaradamente. Os dois se separaram em 1857 e a condessa passou a maior parte do resto de sua vida com seu filho, Giorgio, e seduzindo os homens mais importantes de Paris.

Fascinada pela própria beleza, a condessa tentava capturar suas facetas e recriá-las através da fotografia. Em julho de 1856 visitou o estúdio de Mayer Pierson, um dos maiores estúdios fotográficos do Segundo Império. Ela e Pierre-Louis Pierson criaram mais de 400 retratos concentrados em três períodos distintos: sua entrada triunfal na sociedade francesa; sua reentrada na vida parisiense e o final de sua vida. Ela criou identidades alternativas para si mesma.

Foi ela quem assumiu o papel de diretora de arte, até mesmo ao ponto de escolher o ângulo da câmara. Ela também deu indicações precisas sobre o alargamento e redesenho de suas imagens, a fim de transformar os documentos fotográficos em pinturas imaginárias. Seus retratos estão entre os mais belos do gênero. Registram a condessa com seus vestidos extravagantes e figurinos de saraus e bailes de máscaras, com vestes que usava em teatros, óperas ou de sua própria imaginação. Sua vaidade era tão famosa quanto sua beleza. Ela não gostava de conversar com outras mulheres e enviava seus retratos apenas aos amantes e admiradores.

Um dia com Lia Paris

lia01

Ontem foi dia de shooting para a marca de biquínis Vintage Style com o renomado fotógrafo Angelo Pastorello. E para isso Lia Paris, que é estilista e garota propaganda de sua própria marca, reuniu uma equipe de peso para realizar esse trabalho. A Coleção é inspirada nos biquínis usados por Pin Up’s , são releituras que trarão cores e estampas fortes. Sucesso não só aqui no Brasil, a Vintage Style acaba de pisar na Europa com destino a Londres, Sait Tropez e Biarritz.

Lia Paris é uma jovem com muita bagagem e estórias para contar. Formada em moda pela Santa Marcelina, a cantora e compositora, já foi editora chefe de uma revista de moda, cultura e noite, é habitue da badalação noturna, entrevistou artístas como Marky Ramone, escreveu matérias sobre as melhores festas da cidade e organizou muitos eventos e festas neste período.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Vocalista da banda Paris le rock que compõe um disco-punk em francês e português, faz a pista ferver nos shows visuais com figurinos fashion e parcerias com marcas e estilistas importantes. Sempre com looks modernos e personalizados, ela passeia livremente entre o mundo da moda e da música. Lia também é estilista da marca Feira Moderna, atua como stylist, faz figurinos, escreve roteiros e produz seus próprios videoclips.

A garota que já fez de tudo um pouco, é ligada no 220, apaixonada por todos os tipos de arte, ja foi trapezista e até hoje engole fogo em alguns dos seus shows de rock. Em suas viagens com o circo pela Europa e cantorias com bandas nacionais e estrangeiras, lia mergulhou no universo da arte de forma natural.

Hoje, além da Paris le Rock, Lia  é vocalista da Big Band Jazz Monster, da banda Vive La Chanson e se prepara para lançar disco solo em 2013.

A Fox Fashion estará filmando o shooting e  alguns takes do ensaio entrarão no vídeo especial dirigido por Macau Amaral com Lia Paris para Fox Fashion que será veiculada duas vezes ao dia durante um ano no Canal.
O ensaio terá uma versão em vídeo, com making off, pequenos depoimentos e trilha sonora, e será dirigido por  Judith Belfer .
O Editorial:
Fotógrafo – Angelo Pastorello
Produtoro Executiva: Kitty Andrade
Diretora de making of – Judith Belfer
Diretora de Fotografia do vídeo: Patricia Gimenez
Still: Fashionroom
Fotografia making of: Juliana Naltchadjian
Styling: Marcelo Otaviano
Make up: Ariane Alberti, Tiffany Souza e Sulamita Dancuart
Locação: Estúdio fotográfico – Angelo Pastorello
Modelos:
Maria Eugênia
Arnaud Cornevin
Leo Possati
Marco Nobre
Acervo de látex / coleção de biquinis Vintage Style / Acervo Fashionroom do designer e artista Alê Jordão
Vejam o ultimo filme de moda que  foi produzido no ultimo ensaio e que já está em um dos canais mais importantes de moda o “fashion photography channel”.