Especial Lollapalooza 2015 – VICTOR RUIZ AV ANY MELLO

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Das profundezas da música eletrônica nacional, finalmente emerge mais um artista verdadeiro. Autor de histórias, suas canções transbordam emoção em forma de swing, reinterpretando suas próprias raízes musicais em leituras tão contemporânea quanto futurísticas. Envolvido em um berço de fãs fiéis e crescentes, Victor Ruiz é filho de mãe house e pai techno e um eficiente maestro eletrônico que, do coração a cabeça, prega seus espectadores à pista de dança!

Ao lado da VJ Any Mello, música e imagem formam o casal perfeito em que a sincronia dita a interação com o público e o conteúdo simplesmente o faz dançar. Mas não feche os olhos, pois essa viagem é audiovisual!

Nome: Victor Ruiz e Any Mello
País: Brasil
Ano de formação: 2011
Integrantes: Victor Ruiz (DJ) e Any Mello (VJ)
Sucessos: I Look Into You, Take a Nap, The Riddler

Fonte:www.lollapaloozabr.com

Rock’n’Vintage

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Momentos intimistas dos Stones clicados por Dominique Tarlé.
Trilha sugerida: Sympathy For The Devil

Je suis Neshat

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A iraniana Shirin Neshat exilada em Nova Iorque usa arte para expressar sua indignação contra atrocidades dos totalitarismos no Oriente Médio, criando imagens que por hora exploram a força e a impotência feminina.

“Nossa arma é a arte” afirma Shirin Neshat.

A Arte Glacial de Azuma Makoto

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O artista botânico Azuma Makoto transformou uma fábrica ao noroeste de Tóquio em uma galeria de arte glacial ao congelar buques de flores.
Fascinante!

O Calendário Barbado

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Quem trabalha em agência sabe muito bem que o final de ano começa bem mais cedo do que para o resto do mundo.

Natal, Réveillon, Páscoa… toda a comunicação dos clientes é voltada para essa “época mágica do ano”, e haja criatividade para não soltar anúncios semelhantes, ou ideias copiadas – e isso às vezes é mais difícil do que parece, afinal de contas “somos criativos” e não deveríamos ter problemas com isso.

A designer Anna Marinenko conseguiu escapar da mesmice com essa bela ideia para um calendário, que não remete nada às datas festivas, mas com certeza chamará a atenção de muitos hipsters por aí!

A ideia é que as páginas do calendário são impressas em camadas de plástico transparentes, fazendo parecer como se a barba estivesse “crescendo” a cada mês que passa.calendario_barbado_2calendario_barbado_3calendario_barbado_4bcalendario_barbado_5b

Claro que não são todos que conseguem manter o ritmo do “Calendário Barbado” mas achei bastante original, com um design completamente minimalista, e serviria até como um belo presente para alguém que esteja pensando em deixar crescer uma bela barba!

Se quiser saber mais, seguir o ano barbado, ou até mesmo comprá-lo, pode clicar aqui.

FILE 2013

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Em cartaz no Centro Cultural Fiesp, o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica apresenta 23 obras de arte digital com entrada gratuita até 1º de setembro. Famoso por suas longas filas nos fins de semana, o evento tem um público cativo que o procura principalmente pela possibilidade de interagir de diversas maneiras com instalações, animações, aplicativos para tablet e games, entre outros trabalhos. Em sua 14ª edição, em 2012, o festival recebeu 50 mil pessoas. Para evitar o tumulto, a dica é fazer a visitar durante a semana ou aos sábados e domingos, pela manhã.

É importante reservar de 2 a 3 horas para conhecer todos os trabalhos em exibição neste ano. Não há um roteiro a seguir. No salão, vale ficar livre e experimentar as mais diferentes sensações que as peças podem despertar, sem pressa. O estudante de moda Wladimir Rocha, que estava na abertura, no último dia 22, levou a sério essa proposta. “É bacana usar a tecnologia a favor da arte de uma forma interativa”, disse.

Você pode preencher 15 metros?

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Para o ilustrador Eeshaun, de Cingapura, não houve problema. Apresentado a uma tela de 15 metros, ele começou a preenchê-la com a sua opinião sobre o “Espaço de Trabalho do Futuro”, atuando, é claro, com o seu estilo de marca e senso de humor. Não querendo toda a diversão apenas para si, Eeshaun incentivou os espectadores a pegar uma caneta e adicionar suas próprias ideias. Confira o vídeo e veja como a peça ganhou forma ao longo de dois dias.

Live art, por eeshaun, foi apenas um dos vários eventos promovidos pela Herman Miller em Cingapura, como parte do Saturday in Design. Confira no blog da Herman Miller Ásia Pacífico tudo sobre isso e sobre a exposição 100% Design Shangai, que aconteceu na China no último mês.

Esculturas literárias de Cara Barer

A fotógrafa amaericana Cara Barer nos oferece sua reinterpretação dos livros e nos convida a divagar sobre os novos métodos de pesquisa on line ao transformar livros em esculturas de papel.

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Louis Vuitton lança vídeo e faz livro para Marc Jacobs

Março será um mês importante para os superfãs da fase Marc Jacobs da Louis Vuitton. Nesse mês, a marca ganha exposição a partir do dia 09 no Musée des Arts Décoratifs, em Paris, e lança o livro que reúne o trabalho do estilista na grife: Marc Jacobs – Louis Vuitton, da editora Rizzoli. A agitação pré-inauguração já começou. Foram divulgados um vídeo e um preview do livro, que dão o gostinho da coisa.

Batizado Fanclub, o vídeo foi feito pela jornalista Katie Grand em parceria com a cineasta Ruth Hogben e é inspirado no coreógrafo hollywoodiano Busby Berkeley. Elas contam através da dança e do som retrô de Judy Garland a história da marca desde que Marc Jacobs assumiu a direção criativa, em 1997. As dançarinas são todas modelos e vestem peças de coleções passadas da LV.

Já o livro, organizado pela própria curadora da mostra Pamela Goblin, tem 300 páginas imagens de encher os olhos, todas acompanhadas de textos escritos por editores e historiadores de moda.

Assim como a exposição, a obra pretende não só registrar o trabalho de Marc Jacobs na grife francesa mas também colocá-lo em perspectiva com as criações do próprio Louis Vuitton.

Dividido em duas partes, o livro traz na frente as inovações feitas por Vuitton, contextualizando a moda e a vida da época e mostrando como ele transformou uma pequena oficina em um dos maiores impérios do luxo francês. Nesses capítulos iniciais aparecem croquis e detalhes da técnica do estilista nunca antes publicados.

Na segunda parte, o foco é Jacobs e o seu papel na marca – como ele trouxe para LV a prática de colaborações com artistas e designers, como Takashi Muramaki, Richard Prince e Stephen Sprouse, e expandiu seus objetos de desejo para além de bolsas e acessórios.

Separados por mais de um século, tanto Vuitton quanto Jacobs foram pivôs de momentos importantes para a moda: sua industrialização e sua globalização. Apesar de a mostra em Paris não ser a primeira sobre a marca, promete ser a pioneira em estabelecer um paralelo entre seus dois mestres.

O lançamento do livro está previsto para março/abril, mas a pré-venda já acontece no site da Livraria Cultura.

Livraria Cultura
www.livrariacultura.com.br

Musée des Arts Décoratifs
107, rue de Rivoli, Paris
http://www.lesartsdecoratifs.fr/

Fotos: Reprodução

Sustentabilidade e Cultura

 

O SOCIOCULTURAL EM REDE é uma plataforma de aprendizagem colaborativa para o empreendedorismo cultural e criativo sustentável. Compartilhar metodologias e experiências em rede significa criar oportunidades para o aprimoramento das ações de empreendedores socioculturais, ampliando possibilidades de parcerias, de trocas e de viabilização de projetos, de forma inspiradora e colaborativa, a partir de princípios de gestão sustentável.

Ampara-se no diálogo entre pessoas, grupos, organizações, empresas e governos atuantes nas áreas social e cultural. São olhares e conhecimentos distintos, complementares e interdisciplinares que buscam estabelecer conexões entre empirismo, ciência, filosofia e arte, para gerar aprendizados e reflexões que auxiliem empreendedores socioculturais no aprimoramento de suas atividades.

Mas qual o perfil desses novos empreendedores socioculturais e criativos, como eles se diferenciam de outros empreendedores e quais são os desafios cotidianos desses inspirados realizadores?

Em primeiro lugar, acreditamos que os empreendedores socioculturais que se interessam por abordagens colaborativas e sustentáveis, objeto principal desta plataforma, são movidos pelo sentido de suas ações no mundo e ainda pelo movimento que elas promovem nos seus ambientes e comunidades.

O empreendedorismo sociocultural sustentável apoia-se em um ciclo contínuo de atividades e inter-relações em que todos os sistemas (social, político, econômico, ambiental e cultural) são fundados na alteridade e no respeito integral à vida.

“Empreender é aprender, aprender é empreender.”

Esse é o princípio proposto para o desenvolvimento e aprimoramento das próprias iniciativas socioculturais, das comunidades, dos parceiros e dos públicos envolvidos no processo.

Desse modo, sentidos, propósitos, métodos e aprendizados vão construindo ciclos vivos, abertos, expansivos e colaborativos.

Concepção

André Martinez

André Martinez, pesquisador independente interdisciplinar, filmmaker, consultor e conferencista, é administrador de empresas especializado em design sustentável de políticas e empreendimentos culturais e consultor de instituições como Instituto Avon, Camargo Corrêa, Comgás, Unisinos, Instituto Claro, Sebrae e Grupo Box Brazil. Como filmmaker documentarista, propõe investigar a complexidade do pensamento a partir do processo criativo do artista. Entre seus principais trabalhos destacam-se “O Guru Selvagem”, sobre Jorge Mautner, e “Unheimlich”, sobre Walmor Corrêa. Foi diretor executivo da Fundação Cinema RS e Brant Associados, professor da Universidade Anhembi Morumbi, coordenador de cultura do Sesc RS, vice-presidente do Instituto Pensarte e presidente do Instituto Vygotskij. É autor do livro Democracia Audiovisual. Coordena, com Minom Pinho, o curso de Gestão do Empreendimento Cultural e Criativo da Escola São Paulo. Atua como consultor por meio das empresas Aprax Arquitetura Cultural, Casa Redonda Patrocínio Sustentável e Cida Planejamento Cultural.

Minom Pinho

Sócia-diretora da Casa Redonda Cultural e da Casa Redonda Patrocínio Sustentável, é graduada em Computação pela Unifacs – Bahia e pós-graduada em Arte e Tecnologia. Com 10 anos de experiência em planejamento, gestão e execução de projetos e programas culturais com foco social e educativo, assina a produção executiva de projetos, programas e conteúdos nos segmentos de audiovisual, artes visuais, música, humanidades, arte e tecnologia e artes integradas. É consultora em políticas de investimento privado, envolvendo concepção e gestão de editais e fundos de investimento na área, além de colaborar com diversas iniciativas de empreendedorismo cultural, social e criativo para empresas, institutos, fundações e organizações sociais. Também ministra cursos e palestras sobre gestão sociocultural e arranjos criativos sustentáveis.