A Arte Glacial de Azuma Makoto

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O artista botânico Azuma Makoto transformou uma fábrica ao noroeste de Tóquio em uma galeria de arte glacial ao congelar buques de flores.
Fascinante!

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Amor & Criatividade

Robert Happé nasceu em Amsterdã na Holanda. Estudou religiões e filosofias na Europa e dedicou-se desde então a descobrir o significado da vida. Estudou também Vedanta, Budismo e Taoísmo no Oriente durante 14 anos, tendo vivido e trabalhado com nativos de diferentes culturas de cada região onde esteve – Índia, Tibete, Cambodja e Taiwan.

Em seu retorno à Europa, sentiu necessidade de compartilhar o conhecimento adquirido e suas experiências de consciência. A partir daí, trabalhou em várias universidades, e tem trabalhado continuamente com grupos de pessoas interessadas em autoconhecimento e desenvolvimento de seus próprios potenciais como seres criadores.

Desde 1987 vem compartilhando informações em forma de seminários e workshops em países da Europa, na África do Sul, nos EUA, na Austrália, e no Brasil.Seu trabalho é independente, estando desvinculado, sob todo e qualquer aspecto, de organizações religiosas, seitas, cultos e outros grupos.

Este video trata de de Amor e Criatividade, entre muitas outras coisas. De acordo com os ensinamentos do Sr. Robert, a educação está relacionada com a aprendizagem. Nenhuma pessoa poderia ficar sem a possibilidade de aprender em nenhum momento da sua existência. O aprendizado é como uma onda, que faz um movimento em direção aos objetivos de todas as almas, que é reintegração com o Todo.

Assim, aprendendo como funciona o processo criativo, os ensinamentos e as práticas cada um é capaz de experimentar e conhecer as suas próprias capacidades criativas.

 Para ele, chegou a hora de reorganizar o sistema educacional e oferecer um currículo que realmente informe e eduque. Um bom currículo oferece um equilíbrio entre o reconhecimento das nossas principais aptidões, do conhecimento geral, e da busca do sentido da vida. A exploração e re-exploração de conceitos e idéias conscientes levarão as pessoas à apreciarem idéias que transcendam as regras e barreiras sociais.

Somos todos seres divinos com acesso à consciência criativa, mas precisamos aprender a usá-la. Essa é a razão de estarmos encarnamos, afinal a encarnação é a maneira de evoluirmos espiritualmente e poder eventualmente contribuir para a expansão do processo criativo e da evolução da espécie.

Eco Pista – Eco Dança

 A EcoGreens – Soluções Sustentáveis lança no Rock´n Rio a EcoPista, primeira pista de dança sustentável da América Latina.

Criada na Holanda e lançada no mercado em 2008, a EcoPista gera energia elétrica apenas com a movimentação de pessoas sobre sua superfície. Quanto mais movimento, maior a experiência de interatividade com a pista e mais energia limpa é produzida.

A experiência é única. O contador de energia mostra o resultado da performance sustentável. As luzes coloridas sob a superfície da pista também respondem aos movimentos.

Ao final, a energia limpa gerada pela pista pode ser usada imediatamente, direcionada para a rede elétrica ou armazenada.

Apresentação da EcoPista no Rock´n Rio

  • Sexta-feira, dia 23 de setembro, às 16h. Com presença do diretor de marketing da EcoGreens, André Amaral.
  • Domingo, dia 25 de setembro, às 16h. Com presença do CEO da empresa holandesa SDC, criadora da EcoPista.

* As Ecobikes farão companhia para a pista, Sucesso em 2010, as Ecobikes da EcoGreens movimentaram a enorme roda-gigante do festival SWU. Dessa vez, além de gerar energia pedalando, será possível participar de um jogo exclusivo, conectado à bicicleta.

Como funciona?

O chão da EcoPista se comprime 10mm quando pressionada pelos passos de dança, por exemplo. Esta pequena compressão é suficiente para ativar o mini-dínamo, aparelho que converte movimento em energia elétrica, localizado no interior de cada módulo da pista.

O módulo tem o formato de um cubo de 75cm (comprimento) X 75cm (largura) por 20cm (altura) e gera até 20 watts/hora, o equivalente a duas lâmpadas econômicas ligadas por uma hora.

Conectando todos os módulos, o sistema da pista agrupa e acumula energia suficiente para iluminar a própria pista de dança, garantir o som do DJ ou ser armazenada para uso posterior. A quantidade de energia que o sistema gera pode ser acompanhada pelo contador de energia.

O software que calcula a energia gerada pela pista apresenta o resultado instantâneo em watts e o total produzido (em joule ou watt / segundo). Essas informações podem ser apresentadas em tempo real para os usuários da pista numa torre conectada à rede.

Como utilizá-la?

A EcoPista pode ser alugada ou instalada permanentemente. As possibilidades de uso são infinitas – em danceterias, festivais, museus, eventos de tecnologia e sustentabilidade e mesmo em gincanas de escolas e clubes, quando podemos dividir a pista e identificar que equipe está produzindo mais.

Onde há movimentação de pessoas pode haver uma EcoPista. Onde há demanda de energia, pode haver energia limpa.

Por ser dividida em módulos, a EcoPista pode assumir diversos formatos, utilizando um mínimo de 4 módulos. Suas cores de fundo e imagens no contador de energia podem ser personalizadas para cada cliente. É possível também programá-la para interagir com a movimentação do público, alternando ou mudando o ritmo das cores.

Para todos, a experiência será única – divertida, moderna e ambientalmente correta.

Dalai Lama no Brasil!

Foto: Fernando Borges/Terra

Por: Simone Sartori

Vindo de Buenos Aires, na Argentina, com atraso de duas horas e nove minutos, a Sua Santidade o 14º Dalai Lama chegou ao Brasil na tarde desta quinta-feira para realizar uma palestra exclusiva para convidados no teatro do World Trade Center, na zona sul de São Paulo. Com o tema “Nova Consciência nos Negócios – Valores para um Mundo Sustentável – Um Movimento de Transformação”, o líder religioso atraiu a presença de empresários e do vice-governador do Estado, Guilherme Afif Domingos, que, sentado na primeira fila, assistiu à palestra ao lado de monges budistas. Em sua quarta visita ao País, a missão do Dalai Lama foi inspirar a reflexão de lideranças empresariais sobre a economia do novo milênio.

Bem humorado, o líder religioso chegou às 16h39 ao palco ladeado por seguranças e por tradutores. A passos lentos, sorrindo, ele disse que chegara quase na hora de dormir e que era apenas um monge budista em meio a muitos empresários. “Geralmente eu me descrevo como um simples monge budista. Não há nada o que discutir com empresários se eu sou um simples monge budista”, brincou.Em sua partipação no evento, que durou uma hora, o 14º Dalai Lama pregou o altruísmo e a ética moral para reduzir o fosso entre ricos e pobres no mundo.

“Temos de prestar séria atenção para reduzir a lacuna entre ricos e pobres. E vocês (apontando para a plateia de empresários) têm condições de ajudar. Ajudem mais os outros. Se vocês, honestamente, genuinamente, tiverem atitudes mais altruístas, vocês terão mais amigos e mais respeito, mais confiança com demais membros da comunidade. Claro, todos somos egoístas, mas é muito melhor ter um egoísmo sábio do que tolo. E aos industriais, prestem atenção aos problemas da ecologia. Os atentados de 11/9 também aconteceram em função de erros ou sintomas dos erros do século passado. Tudo isso é um sintoma de erros e negligência. Temos de tentar criar e fazer o século 21 o século do diálogo. É impossível eliminar os problemas, mas cabe a nós solucionar sem o uso da força. Uma negociação a partir do diálogo”, propôs.

O líder lembrou ainda a crise econômica de 2008 e refletiu sofre as consequências dos problemas mundiais na área. “Temos o desenvolvimento da ciência e da tecnologia que por si só talvez nem sempre podem garantir uma felicidade maior. O dinheiro também não pode manter isso. Por causa do dinheiro temos essa imensa lacuna entre ricos e pobres. O nosso futuro depende da humanidade como um todo, e não dessa ou daquela nação. Portanto, esse conceito “nós” e “eles” é a base do conceito da guerra e da destruição do seu vizinho. mas hoje a destruição do seu vizinho é a destruição de si mesmo”, afirmou Dalai Lama.

Respondendo a perguntas da plateia após 30 minutos de discurso, o Dalai Lama pregou um economia sustentável no Brasil, com a proposta de planos econômicos com sentido mais holístico. “Temos de pensar nos recursos da natureza. Não faz sentido passar batido todos os recursos naturais em prol do desenvolvimento. É melhor então preparar sua mente, porque haverá limites. Sem falar em desastres recentes também (citando o crescimento da economia do Japão e o recente terremoto). Acho que o Brasil tem muito sucesso como Estado. Penso que um plano econômico (no País) deve ser mais holístico e sustentável. O resto da América Latina está de olho nesse País. Porque simplesmente copiar a América ou Estados Unidos? Não. Pensem em uma economia mais sustentável, com danos ecológicos mínimos e reduzir, finalmente, a lacuna entre ricos e pobres, e desmilitarizar”, pregou o Dalai Lama, que também criticou o sistema educacional no mundo.

“A educação de hoje não presta a atenção adequada à importância das questões do coração. As pessoas que planejaram os ataques de 11/9 tinham um cérebro ótimo, mas conduzido pelo ódio. Há tantas conquistas científicas maravilhosas usadas para gerar mais sofrimento. Não há nada errado na ciência ou tecnologia, mas às vezes o uso envolve alguma coisa errada. Portanto, precisamos encontrar uma educação universal, uma educação moral. Se dependermos só da fé religiosa, jamais será algo universal. É por isso que a educação secular com foco no coração, isso sim, pode ser universal”, disse.

O Dalai Lama afirmou ainda que o Brasil deve servir de exemplo para o mundo e conduzir o seu desenvolvimento econômico com base nas questões morais e com foco no altruísmo. “Acho que vocês, do Brasil, podem mostrar aos demais o trabalho dos negócios com princípios morais, com uma motivação mais altruísta. Se você se centra muito em si, você se torna um prisioneiro. Portanto, pratiquem uma atitude altruísta, não necessariamente para praticá-lo pura e simplesmente ou por uma atitude religiosa. Se você fizer bem para os outros, você terá benefícios. É a lei da causalidade. E deve haver também um terceiro caminho, sem falar na religão, mas usando nossa experiência com bom senso”.

Assim seja Dalai Lama! Eu te amo!

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Dupla exposição de fotografia

Com a série “O Mundo Dentro de Nós”, o artista Dan Mountford nativo de Brighton nos mostra a extensão de seu talento em torno da idéia de uma dupla exposição. Jogando com  formas que emergem,  ele usa uma série de recursos visuais para chegar a esse surpreendente resultado.

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