O Futuro é Agora

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O mundo está passando por uma transformação peculiar, e nos encontramos em um momento transitório da história, com mudanças fundamentais acontecendo. A revolução digital, com sua velocidade estonteante, faz com que a quantidade de informações produzidas e espalhadas pelas redes ganhem proporções desumanas. Nada mais é como antigamente, tudo mudou – e ainda está mudando.

Assim, é cada vez mais difícil saber tudo, ao mesmo tempo que temos mais acesso a tudo. O novo dura pouco, o futuro quase já foi, o amanhã é já. O que nos resta, o que se torna essencial em um mundo cercado de incertezas é ACREDITAR.

A geração atual cresceu em um mundo completamente diferente. Pessoas nascidas nas últimas duas décadas do século 20 estão prestes a ocupar importantes posições de poder e influência e encaminhar o futuro sob novas ideias e concepções. As decisões delas serão a base para uma nova realidade.

São as primeiras nascidas em um mundo conectado pelas tecnologias. Colhem os benefícios das explorações espaciais, do desenvolvimento da ciência e conectividade global. Estão no absoluto começo de uma progressão que sentimos, mas ainda desconhecemos. É a geração que, talvez, viverá em outros planetas. E, dentro de nossa história de vida, quem sabe, nascerão em outros planetas.

Inspirada pela mais recente edição da revista alemã 032c, o Studio Lotus lista uma série de conceitos que podem contornar a atmosfera adversa de conflito de uma cultura pós-tudo. São valores que nos guiam em tempos de incerteza e nos fazem olhar para a direção certa: energia, família, fantasia, amor, sexo, trabalho, criatividade, inovação, paixão, igualdade de gêneros, escapismo, autoconfiança – e a palavra que rege o mundo hoje: instabilidade.

Hoje, somos instantâneos. As barreiras entre o pessoal e o profissional, online e offline, singular e plural se desintegraram. A tecnologia nos permite um novo começo, livre de fronteiras físicas. Restrições sociais e culturais vieram abaixo. E, nessa instantaneidade, temos que achar o nosso todo.

Se a temperatura do mundo hoje reclina mais para situações de adversidade e incerteza, nós preferimos pensar – e nos deixar guiar – por criatividade, transformação e paixão. Para nós, o futuro é agora.

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A Arte Glacial de Azuma Makoto

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O artista botânico Azuma Makoto transformou uma fábrica ao noroeste de Tóquio em uma galeria de arte glacial ao congelar buques de flores.
Fascinante!

Tecnologias interativas -Instalação Wave Dilfert

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Mais um exemplo  de uma instalação interativa que reage a movimentos e mudanças de luz criando ambiente imersivos. Com o advento das novas tecnologias de comunicação e informação, novos cenários evolutivos designados de espaços virtuais imersivos foram sendo desenvolvidos, modificando a cultura de forma surpreendente, um novo contexto ganha dimensão a partir das imagens, estabelecendo-se novas formas de interação.

O ambiente da arte, ao buscar estados carregados de subjetividade, é um campo fértil para pesquisas nesta direção que voltam-se a aspectos poéticos, artísticos e estéticos de sistemas complexos interativos e imersivos.

Os resultados vêm contribuindo para a pesquisa científica e para a arte contemporânea brasileira e internacional através de criação artística com poéticas tecnológicas no campo da ciberestética. Verificam-se modos de sentir ampliados pelas tecnologias interativas e imersivas neste momento pós-biológico, onde o corpo age, pensa e sente acoplado a sistemas computadorizados.

The Creators Project

Neste final de semana nos dias 4 e 5 de agosto, acontecerá espaço de eventos Moinho o festival de arte The Creators Project que engloba arte e tecnologia com interatividade, shows, filmes e painéis de discussão.

O produtor californiano de hip hop AraabMUZIK e a dupla de música eletrônica do Brooklyn Tanlines são algumas das atrações confirmadas, assim como a rapper curitibana Karol ConKá e o DJ e produtor Leo Justi.

A instalação em larga escala movida a Kinect The Treachery of Sanctuary de Chris Milk fará sua estreia na América Latina, juntamente com a instalação Parede de Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, além do game interativo OctoCloud do SuperUber, que também será apresentado no Brasil pela primeira vez.

O público ainda poderá interagir com a obra Meditation 1208~ do coreano Minha Yang, os pixels interativos Six-Forty by Four-Eighty de Zigelbaum + Coelho, a instalação de Instagram em tempo real #Creators Live de Doug Carmean e Social Print Studio, entre outras.

Serão exibidos filmes como o documentário sobre o LCD SOUNDSYSTEM SHUT UP AND PLAY THE HITS, inédito no Brasil, e realizaremos um painel sobre moda sustentável com Oskar Metsavaht, e sobre música DIY com Emicida e Daniel Ganjaman. A deliciosa gastronomia d’O Mercado trará suas charmosas barraquinhas comandadas por alguns dos melhores chefes de São Paulo ao longo do final de semana.

Projeto MIDAS

A exploração sinestésica de performance artística tradicional e arte digital, o projeto MIDAS é um espaço interativo, mapeado digitalmente criado para ampliar o leque de desempenho tradicional. Trabalhando em conjunto com o dançarino Tom O’Donnell , o projeto MIDAS primeiro é um espectáculo de dança improvisada em cinco movimentos, cada um representando um estágio da relação do homem em constante mudança com a tecnologia. Utilizando a mais recente em tecnologia de rastreamento, o projeto MIDAS desafia as suposições em desempenho e evolução do papel do intérprete na arte.

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fonte:  MIDASpaces

Revista Veja: SP já movimenta R$ 40 bi por ano com criatividade

Por Agência Estado

São Paulo – Mesmo com seus 1.522 quilômetros quadrados de área, quase o mesmo tamanho de Hong Kong, a cidade de São Paulo não produz um grão sequer de soja ou milho, petróleo ou algodão, muito menos café ou ferro. Mas produz conhecimento. E informação. São justamente essas commodities diferentes e um tanto intangíveis que fazem a capital paulista disputar hoje o posto de uma das principais economias criativas do mundo, ao lado de Nova York, Londres. Barcelona e Berlim.

A indústria criativa envolve áreas culturais, artísticas e intelectuais que vão do design à arquitetura, passando por informática, mercado editorial, artes cênicas, moda e cinema. Atualmente, essa faceta de São Paulo já movimenta R$ 40 bilhões por ano, quase 10% do Produto Interno Bruto (PIB) da capital, segundo a prefeitura. E, de acordo com pesquisa inédita encomendada pelo governo para a Fundação do Desenvolvimento Administrativo, a taxa média anual de crescimento do emprego formal no setor alcança os 9,1% – se essa curva ascendente continuar, em menos de uma década a economia criativa paulistana vai chegar ao mesmo patamar de Londres, na Inglaterra, o maior exemplo de como o setor pode reinventar uma cidade.

Londres teve sua fase decadente e se reinventou depois que começou a apostar em sua indústria criativa, diz o secretário o secretário municipal do Desenvolvimento Econômico e do Trabalho, Marcos Cintra. A cidade inglesa aumentou seu PIB em 25% nos últimos 15 anos apostando em áreas como cinema, teatro e design, além de atrair um número 350% maior de turistas. Queremos incentivar cada vez mais a economia criativa em São Paulo. Temos o projeto de criar polos tecnológicos no Jaguaré e na zona leste, além de investir em centros de design. É natural que uma megalópole como a nossa aposte nisso. Há até áreas como teatro e shows em que já temos papel de liderança nos rankings mundiais. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.