O Futuro é Agora

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O mundo está passando por uma transformação peculiar, e nos encontramos em um momento transitório da história, com mudanças fundamentais acontecendo. A revolução digital, com sua velocidade estonteante, faz com que a quantidade de informações produzidas e espalhadas pelas redes ganhem proporções desumanas. Nada mais é como antigamente, tudo mudou – e ainda está mudando.

Assim, é cada vez mais difícil saber tudo, ao mesmo tempo que temos mais acesso a tudo. O novo dura pouco, o futuro quase já foi, o amanhã é já. O que nos resta, o que se torna essencial em um mundo cercado de incertezas é ACREDITAR.

A geração atual cresceu em um mundo completamente diferente. Pessoas nascidas nas últimas duas décadas do século 20 estão prestes a ocupar importantes posições de poder e influência e encaminhar o futuro sob novas ideias e concepções. As decisões delas serão a base para uma nova realidade.

São as primeiras nascidas em um mundo conectado pelas tecnologias. Colhem os benefícios das explorações espaciais, do desenvolvimento da ciência e conectividade global. Estão no absoluto começo de uma progressão que sentimos, mas ainda desconhecemos. É a geração que, talvez, viverá em outros planetas. E, dentro de nossa história de vida, quem sabe, nascerão em outros planetas.

Inspirada pela mais recente edição da revista alemã 032c, o Studio Lotus lista uma série de conceitos que podem contornar a atmosfera adversa de conflito de uma cultura pós-tudo. São valores que nos guiam em tempos de incerteza e nos fazem olhar para a direção certa: energia, família, fantasia, amor, sexo, trabalho, criatividade, inovação, paixão, igualdade de gêneros, escapismo, autoconfiança – e a palavra que rege o mundo hoje: instabilidade.

Hoje, somos instantâneos. As barreiras entre o pessoal e o profissional, online e offline, singular e plural se desintegraram. A tecnologia nos permite um novo começo, livre de fronteiras físicas. Restrições sociais e culturais vieram abaixo. E, nessa instantaneidade, temos que achar o nosso todo.

Se a temperatura do mundo hoje reclina mais para situações de adversidade e incerteza, nós preferimos pensar – e nos deixar guiar – por criatividade, transformação e paixão. Para nós, o futuro é agora.

Making Off: Whitehouse Project


Mais um trabalho está saindo de nosso forno e está chegando para sacudir vocês! A dupla Whitehouse Project está lançando o clip de seu novo single Good Vibez. A música contagiante promete virar Hit nas paradas de sucesso do mundo inteiro. Também não é para menos, para esse trabalho acontecer, reuniu-se um time de peso. Os artistas Anthony Garcia e Bing Man,o empresário e DJ Tom Hopkins, o Videomaker e Designer  OLIVERk7 e o produtor musical e diretor de Arte Julian Koch.

Eles gravaram o dia a dia  e as turnês dos astros Brasil afora, mostrando o que eles sabem fazer de melhor: botar fogo nas pistas! Aonde quer que o Whitehouse toque, leva sua energia e o público ao delírio. Foram para Salvador, São Paulo, Bahia, Florianópolis, são tão queridos que até em Rondônia as pessoas querem fazer a festa com eles. Deram uma passadinha também em Milwaukee, para gravar especialmente com Rapper  King Kamonzi, que também faz  participação na música.

Depois de tantas festas, fervendo mundo a fora, eles se concentram aqui no centro de produção áudio visual do Studio Lotus, para fazer a edição do clip.O resultado disso tudo vocês vão conferir em breve!

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Essas são algumas imagens feitas em São Paulo no espaço de eventos Moinho, em um dos dias muitos dias de gravação. Jájá vocês vão poder curtir mais um sucesso do Whithehouse ProjectStay Tuned!

Fotos: Juliana Naltchadjian

Economia Criativa

O conceito de economia criativa deriva do termo “indústrias criativas”, que por sua vez apareceu em um discurso intitulado “Creative Nation” (Nação Criativa), proferido pelo Primeiro-Ministro da Austrália, em 1994. A fala defendia a importância de aproveitar as oportunidades geradas pela globalização e pelas mídias digitais como forma de informar e enriquecer a criatividade das pessoas e sua contribuição para o desenvolvimento do país.

A ideia ganhou força em 1997, na Inglaterra, quando, para fazer frente à crescente competição econômica global, o governo do então Primeiro-Ministro Tony Blair criou uma força tarefa multissetorial, encarregada de analisar as tendências de mercado e as vantagens competitivas nacionais. Destaque para a parceria público-privada e para a articulação entre os diferentes setores e pastas públicas nas áreas de cultura, desenvolvimento, turismo, educação e relações exteriores, entre outras.

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Como fruto desse trabalho foram identificados 13 setores de maior potencial para a economia britânica –  um modelo que acabou replicado em diversos países. A esse conjunto de setores, cujo fio condutor era a possibilidade de geração de direitos de propriedade intelectual, deu-se o nome de “indústrias criativas” (sendo que “indústria”, em economia, refere-se a um setor econômico, como “indústria financeira”, “indústria do entretenimento”, “indústria do turismo”. Talvez o maior mérito do projeto britânico tenha sido diluir as fronteiras entre os setores e promover discussões e estudos não só em relação às políticas industrial ou econômica, mas também quanto à revisão do sistema educacional, à requalificação urbana, à valoração dos intangíveis, ao reposicionamento do papel da cultura na estratégia socioeconômica e mesmo à revisão da estrutura econômica, incluindo novos modelos de negócios.

A economia criativa consegue, portanto, por meio da agregação de traços de outros conceitos, um toque próprio e inovador. Da economia da experiência, reconhece o valor da originalidade, dos processos colaborativos e da prevalência de aspectos intangíveis na geração de valor, sobretudo na cultura. Da economia do conhecimento, toma a ênfase no trinômio tecnologia, qualificação de trabalho e geração de direitos de propriedade intelectual. E, da economia da cultura, propõe a valorização da autenticidade e do intangível cultural único e inimitável.