Maybelline 2013 – Explosão Cosmpolita

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Fim de ano é tempo dos tradicionais calendários da Maybelline, que ressurgem com editoriais repletos de beleza, cores e tendências. Nas páginas do New York Maybelline 2013 Calendar, o nível artístico é elevado e assinado por Anastasia Durasovaeste, onde a pintura corporal domina a cena. A maquiagem e as pinturas corporais fazem referência a ícones de Nova York.

Como de costume a fotografia é de Kenneth Willardt e a maquiagem de Charlotte Willer.
Começando por Erin Wasson representando a vibrante Times Square, em Fevereiro a modelo Jessica White exibe a vida noturna de NY, em Março Emily DiDonato faz referência à ponte George Washington , para  Abril Julia Stegner homenagea o Graffiti, novamente a top Erin Wasson no mês de Maio representando as ruas de NY, em Junho e Julho Kemp Muhl  fazendo alusão os sons da cidade, para Agosto Charlotte Free mostra a diversidade cultural, Shu Pei Qin em Setembro associada a velocidade do metrô, Kemp Muhl como Outubro e Novembro simbolizando o Central Park e finalizando como Dezembro,  Freja Beha Erichsen mostra Art Scene , instalações artísticas presentes por toda cidade de NY.















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Projeto MIDAS

A exploração sinestésica de performance artística tradicional e arte digital, o projeto MIDAS é um espaço interativo, mapeado digitalmente criado para ampliar o leque de desempenho tradicional. Trabalhando em conjunto com o dançarino Tom O’Donnell , o projeto MIDAS primeiro é um espectáculo de dança improvisada em cinco movimentos, cada um representando um estágio da relação do homem em constante mudança com a tecnologia. Utilizando a mais recente em tecnologia de rastreamento, o projeto MIDAS desafia as suposições em desempenho e evolução do papel do intérprete na arte.

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fonte:  MIDASpaces

Economia Criativa

O conceito de economia criativa deriva do termo “indústrias criativas”, que por sua vez apareceu em um discurso intitulado “Creative Nation” (Nação Criativa), proferido pelo Primeiro-Ministro da Austrália, em 1994. A fala defendia a importância de aproveitar as oportunidades geradas pela globalização e pelas mídias digitais como forma de informar e enriquecer a criatividade das pessoas e sua contribuição para o desenvolvimento do país.

A ideia ganhou força em 1997, na Inglaterra, quando, para fazer frente à crescente competição econômica global, o governo do então Primeiro-Ministro Tony Blair criou uma força tarefa multissetorial, encarregada de analisar as tendências de mercado e as vantagens competitivas nacionais. Destaque para a parceria público-privada e para a articulação entre os diferentes setores e pastas públicas nas áreas de cultura, desenvolvimento, turismo, educação e relações exteriores, entre outras.

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Como fruto desse trabalho foram identificados 13 setores de maior potencial para a economia britânica –  um modelo que acabou replicado em diversos países. A esse conjunto de setores, cujo fio condutor era a possibilidade de geração de direitos de propriedade intelectual, deu-se o nome de “indústrias criativas” (sendo que “indústria”, em economia, refere-se a um setor econômico, como “indústria financeira”, “indústria do entretenimento”, “indústria do turismo”. Talvez o maior mérito do projeto britânico tenha sido diluir as fronteiras entre os setores e promover discussões e estudos não só em relação às políticas industrial ou econômica, mas também quanto à revisão do sistema educacional, à requalificação urbana, à valoração dos intangíveis, ao reposicionamento do papel da cultura na estratégia socioeconômica e mesmo à revisão da estrutura econômica, incluindo novos modelos de negócios.

A economia criativa consegue, portanto, por meio da agregação de traços de outros conceitos, um toque próprio e inovador. Da economia da experiência, reconhece o valor da originalidade, dos processos colaborativos e da prevalência de aspectos intangíveis na geração de valor, sobretudo na cultura. Da economia do conhecimento, toma a ênfase no trinômio tecnologia, qualificação de trabalho e geração de direitos de propriedade intelectual. E, da economia da cultura, propõe a valorização da autenticidade e do intangível cultural único e inimitável.

Sites americanos fazem apagão hoje em protesto ao PIPA e ao SOPA

Quarta-feira, 18 de janeiro de 2012, diversos sites americanos se unem para protestar contra dois projetos de lei: o PIPA (Protect IP Act – em tradução livre, lei de Proteção à Propriedade Intelectual) e SOPA (Stop Online Piracy Act – em tradução livre, Lei Contra a Pirataria Online).

O congresso visa com os projetos permitir que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos investigue e desconecte qualquer empresa ou pessoa física que publique materiais com direitos de propriedade intelectual dentro e fora do país, evitando assim que publicações de outras pessoas sejam replicadas e ou copiadas por terceiros sem os devidos créditos e consentimento do autor da obra.

Os projetos dividiram opiniões nos Estados Unidos. De um lado, a indústria cinematográfica (Hollywood) e a indústria musical aprovam as ideias. Já que perdem anualmente perdem bilhões de dólares de seus conteúdos que são veiculados livremente na web. Do outro, gigantes da Internet como o Wikipedia, Google, Facebook, Twitter, Yahoo, Ebay…

Algumas dessas páginas, como o Wikipedia, irão ficar fora do ar hoje por 24h, em sinal de protesto.

Print Screen da Wikipedia (EUA)

Já o gigante das buscas, Google, colocou uma tarja preta em seu doodle de hoje.

A Mozilla colocou em seu navegador uma página inicial preta e um aviso de greve, com o logo do browser cortado por uma faixa que diz “abaixo a censura” . O Twitpic fez o mesmo.


O WordPress, importante serviço de blogs, também aderiu ao blackout nos Estados Unidos e divulgou um vídeo para contar como os projetos tendem a mudar a internet.

 

Essas empresas defendem que o projeto vai contra a livre expressão e argumentam que a lei permitirá ao governo americano fechar sites, dentro e fora do país, sem necessidade de levar a questão à Justiça.

O projeto, se aprovado, “prejudicaria a internet livre e aberta e proporcionaria novas ferramentas para a censura de sites internacionais dentro dos EUA”, diz a Wikimedia Foundation (responsável pela comunicação do Wikipedia)

Outra atitude tomada por essas empresas foi a assinatura de uma carta aberta expressando sua preocupação com o projeto.

Carta Aberta

A Wikipedia é uma das empresas que mais seria afetada pela lei, tal como ela está hoje, pois é um site colaborativo e a empresa teria que se responsabilizar pelo conteúdo publicado por seus milhares de usuários colaboradores. Se algum deles copiasse o conteúdo de alguém ou postasse algo ofensivo, o site poderá ser responsabilizado.

“No mínimo, caso a lei seja aprovada, qualquer serviço que hospede conteúdo gerado por usuário estará sobre enorme pressão para monitorar e filtrar todo conteúdo postado”, argumentou um ativista da Fundação Fronteira Eletrônica, instituição americana cujo objetivo é proteger os direitos de liberdade de expressão, segundo o UOL.

O blog da Casa Branca disse que não poderia apoiar “um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da internet global”. Esse comentário aliado às críticas das empresas e da população, fez com os assessores do Congresso começassem a pensar em reformulações para o projeto.

Mas, afinal, o que é SOPA ?

Se você ainda se sente um pouco perdido em relação ao que é o projeto de lei SOPA e o que isso implica para o Brasil, veja essa imagem explicativa feita pela página do evento #SOPA Blackout Brasil, no Facebook.

Afinal, o que é SOPA?Afinal, o que é SOPA?

Sustentabilidade e Cultura

 

O SOCIOCULTURAL EM REDE é uma plataforma de aprendizagem colaborativa para o empreendedorismo cultural e criativo sustentável. Compartilhar metodologias e experiências em rede significa criar oportunidades para o aprimoramento das ações de empreendedores socioculturais, ampliando possibilidades de parcerias, de trocas e de viabilização de projetos, de forma inspiradora e colaborativa, a partir de princípios de gestão sustentável.

Ampara-se no diálogo entre pessoas, grupos, organizações, empresas e governos atuantes nas áreas social e cultural. São olhares e conhecimentos distintos, complementares e interdisciplinares que buscam estabelecer conexões entre empirismo, ciência, filosofia e arte, para gerar aprendizados e reflexões que auxiliem empreendedores socioculturais no aprimoramento de suas atividades.

Mas qual o perfil desses novos empreendedores socioculturais e criativos, como eles se diferenciam de outros empreendedores e quais são os desafios cotidianos desses inspirados realizadores?

Em primeiro lugar, acreditamos que os empreendedores socioculturais que se interessam por abordagens colaborativas e sustentáveis, objeto principal desta plataforma, são movidos pelo sentido de suas ações no mundo e ainda pelo movimento que elas promovem nos seus ambientes e comunidades.

O empreendedorismo sociocultural sustentável apoia-se em um ciclo contínuo de atividades e inter-relações em que todos os sistemas (social, político, econômico, ambiental e cultural) são fundados na alteridade e no respeito integral à vida.

“Empreender é aprender, aprender é empreender.”

Esse é o princípio proposto para o desenvolvimento e aprimoramento das próprias iniciativas socioculturais, das comunidades, dos parceiros e dos públicos envolvidos no processo.

Desse modo, sentidos, propósitos, métodos e aprendizados vão construindo ciclos vivos, abertos, expansivos e colaborativos.

Concepção

André Martinez

André Martinez, pesquisador independente interdisciplinar, filmmaker, consultor e conferencista, é administrador de empresas especializado em design sustentável de políticas e empreendimentos culturais e consultor de instituições como Instituto Avon, Camargo Corrêa, Comgás, Unisinos, Instituto Claro, Sebrae e Grupo Box Brazil. Como filmmaker documentarista, propõe investigar a complexidade do pensamento a partir do processo criativo do artista. Entre seus principais trabalhos destacam-se “O Guru Selvagem”, sobre Jorge Mautner, e “Unheimlich”, sobre Walmor Corrêa. Foi diretor executivo da Fundação Cinema RS e Brant Associados, professor da Universidade Anhembi Morumbi, coordenador de cultura do Sesc RS, vice-presidente do Instituto Pensarte e presidente do Instituto Vygotskij. É autor do livro Democracia Audiovisual. Coordena, com Minom Pinho, o curso de Gestão do Empreendimento Cultural e Criativo da Escola São Paulo. Atua como consultor por meio das empresas Aprax Arquitetura Cultural, Casa Redonda Patrocínio Sustentável e Cida Planejamento Cultural.

Minom Pinho

Sócia-diretora da Casa Redonda Cultural e da Casa Redonda Patrocínio Sustentável, é graduada em Computação pela Unifacs – Bahia e pós-graduada em Arte e Tecnologia. Com 10 anos de experiência em planejamento, gestão e execução de projetos e programas culturais com foco social e educativo, assina a produção executiva de projetos, programas e conteúdos nos segmentos de audiovisual, artes visuais, música, humanidades, arte e tecnologia e artes integradas. É consultora em políticas de investimento privado, envolvendo concepção e gestão de editais e fundos de investimento na área, além de colaborar com diversas iniciativas de empreendedorismo cultural, social e criativo para empresas, institutos, fundações e organizações sociais. Também ministra cursos e palestras sobre gestão sociocultural e arranjos criativos sustentáveis.