Editorial Cocoon – Vogue Alemanha Setembro 2013

Editorial Cocoon realizado pela revista Vogue Alemã edição de setembro. Clap Clap!! Adoramos tudo e vocês?

Model: Jeneil Williams
Photographer: Julia Noni
Fashion Editor: Kathrin Schiffner
Hair: Joseph Pujalte
Make-up: Hugo Villard

Porque a Beleza importa

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Este documentário foi dirigido pelo filósofo inglês Roger Scruton – um dos mais importantes intelectuais conservadores da Europa – e veiculado pela BBC em 28/11/2009. Nele, de uma forma brilhante, instigante e muito elucidativa, o Professor Roger Scruton demonstra como a partir do século XX, perdendo o senso ético e estético de(a) Beleza, a humanidade afundou-se ainda mais no que ele chama, com inteira razão, de deserto espiritual. Tal deserto, indubitavelmente, é um dos frutos do ideal, soberbo e falacioso, da modernidade iluminista que assentiu que “o homem é a medida de todas as coisas“. Hoje, já na pós-modernidade da humanidade, já não há mais senso ético e estético de Verdade, de Bondade ou, como bem explica Dr. Scruton, de Beleza. As consequências disso? Muitas! Todas girando em torno do que no cristianismo se chama de “feiura da alma” ou, nas palavras do filósofo inglês “a cult of ugliness”.

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Summer Girl

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E o verão vai ser fresco e suave, como uma menina pintada por Vargas mas ao mesmo tempo  com uma pitada moderna  de playsuits pinup que brilha com o Sol da manhã.

 

Escorregadores urbanos, já!

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Aproveitando o clima de protesto, poderíamos incluir essa na nossa pauta para agilizar o cotidiano. Certamente não agradaria a todos, mas que é divertido e permite acelerar um pouco o nosso dia-a-dia, disso não há dúvidas. Em várias cidades do mundo, têm sido construídos escorregadores urbanos ao lado de escadas – assim uma tarefa normal do cotidiano vira rapidamente um momento divertido.

Em Utrecht, na Holanda, o escorregador é grande atração em uma estação de trem. Já em Berlim, Alemanha, foi no metrô que ele apareceu e a verdade é que, além do momento lúdico, o escorregador permite melhorar o fluxo dos passageiros.

Assista ao vídeo na estação de metrô da capital alemã: impossível não amar a ideia.

Espelho, espelho meu: A Condessa de Castiglione

A Condessa de Castiglione foi uma criatura rara: além de bela e inteligente, era uma narcisista com acesso ilimitado a uma câmara. Entre 1856 e 1895, ela já tinha uma coleção de mais de 400 fotografias de si mesma.

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Que boa parte dos seres humanos é narcisista, não há dúvida. E há quem adore colecionar centenas de fotografias de si mesmo durante a vida. Mas em pleno século 19 isso não era considerado tão comum assim.

Virginia Oldoini nasceu de uma família nobre de Florença em 1837. Aos 17 (já possuindo um caráter inquieto e imaginativo), entrou em um casamento arranjado e sem amor com o Conde di Castiglione, simplesmente por interesse financeiro. Além de levar o marido à falência com suas extravagâncias, ela o traia descaradamente. Os dois se separaram em 1857 e a condessa passou a maior parte do resto de sua vida com seu filho, Giorgio, e seduzindo os homens mais importantes de Paris.

Fascinada pela própria beleza, a condessa tentava capturar suas facetas e recriá-las através da fotografia. Em julho de 1856 visitou o estúdio de Mayer Pierson, um dos maiores estúdios fotográficos do Segundo Império. Ela e Pierre-Louis Pierson criaram mais de 400 retratos concentrados em três períodos distintos: sua entrada triunfal na sociedade francesa; sua reentrada na vida parisiense e o final de sua vida. Ela criou identidades alternativas para si mesma.

Foi ela quem assumiu o papel de diretora de arte, até mesmo ao ponto de escolher o ângulo da câmara. Ela também deu indicações precisas sobre o alargamento e redesenho de suas imagens, a fim de transformar os documentos fotográficos em pinturas imaginárias. Seus retratos estão entre os mais belos do gênero. Registram a condessa com seus vestidos extravagantes e figurinos de saraus e bailes de máscaras, com vestes que usava em teatros, óperas ou de sua própria imaginação. Sua vaidade era tão famosa quanto sua beleza. Ela não gostava de conversar com outras mulheres e enviava seus retratos apenas aos amantes e admiradores.

Um dia com Lia Paris

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Ontem foi dia de shooting para a marca de biquínis Vintage Style com o renomado fotógrafo Angelo Pastorello. E para isso Lia Paris, que é estilista e garota propaganda de sua própria marca, reuniu uma equipe de peso para realizar esse trabalho. A Coleção é inspirada nos biquínis usados por Pin Up’s , são releituras que trarão cores e estampas fortes. Sucesso não só aqui no Brasil, a Vintage Style acaba de pisar na Europa com destino a Londres, Sait Tropez e Biarritz.

Lia Paris é uma jovem com muita bagagem e estórias para contar. Formada em moda pela Santa Marcelina, a cantora e compositora, já foi editora chefe de uma revista de moda, cultura e noite, é habitue da badalação noturna, entrevistou artístas como Marky Ramone, escreveu matérias sobre as melhores festas da cidade e organizou muitos eventos e festas neste período.

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Vocalista da banda Paris le rock que compõe um disco-punk em francês e português, faz a pista ferver nos shows visuais com figurinos fashion e parcerias com marcas e estilistas importantes. Sempre com looks modernos e personalizados, ela passeia livremente entre o mundo da moda e da música. Lia também é estilista da marca Feira Moderna, atua como stylist, faz figurinos, escreve roteiros e produz seus próprios videoclips.

A garota que já fez de tudo um pouco, é ligada no 220, apaixonada por todos os tipos de arte, ja foi trapezista e até hoje engole fogo em alguns dos seus shows de rock. Em suas viagens com o circo pela Europa e cantorias com bandas nacionais e estrangeiras, lia mergulhou no universo da arte de forma natural.

Hoje, além da Paris le Rock, Lia  é vocalista da Big Band Jazz Monster, da banda Vive La Chanson e se prepara para lançar disco solo em 2013.

A Fox Fashion estará filmando o shooting e  alguns takes do ensaio entrarão no vídeo especial dirigido por Macau Amaral com Lia Paris para Fox Fashion que será veiculada duas vezes ao dia durante um ano no Canal.
O ensaio terá uma versão em vídeo, com making off, pequenos depoimentos e trilha sonora, e será dirigido por  Judith Belfer .
O Editorial:
Fotógrafo – Angelo Pastorello
Produtoro Executiva: Kitty Andrade
Diretora de making of – Judith Belfer
Diretora de Fotografia do vídeo: Patricia Gimenez
Still: Fashionroom
Fotografia making of: Juliana Naltchadjian
Styling: Marcelo Otaviano
Make up: Ariane Alberti, Tiffany Souza e Sulamita Dancuart
Locação: Estúdio fotográfico – Angelo Pastorello
Modelos:
Maria Eugênia
Arnaud Cornevin
Leo Possati
Marco Nobre
Acervo de látex / coleção de biquinis Vintage Style / Acervo Fashionroom do designer e artista Alê Jordão
Vejam o ultimo filme de moda que  foi produzido no ultimo ensaio e que já está em um dos canais mais importantes de moda o “fashion photography channel”.

The Regal Twelve – Alexia Sinclair

A rainha Elizabeth 1ª (1533-1603), filha de Ana Bolena e Henrique 8º, assumiu o trono inglês em 1558. Ela nunca se casou, e, por isso, ficou conhecida como "A Rainha Virgem".

A rainha Elizabeth 1ª (1533-1603), filha de Ana Bolena e Henrique 8º, assumiu o trono inglês em 1558. Ela nunca se casou, e, por isso, ficou conhecida como “A Rainha Virgem”.

A fotógrafa australiana Alexia Sinclair recriou o luxo e a beleza de monarcas famosas no ensaio fotográfico “The Regal Twelve ” (As Doze Rainhas). As imagens retratam figuras da realeza de várias épocas e mostram figuras pouco convencionais, fazendo alusão ao infame e ao obscuro. A seleção foi baseada nos contrastes sobre a liderança e a influência duradoura sobre a sociedade que estas estabeleceram.

A fotógrafa viajou por cinco meses pela Europa para registrar as paisagens de fundo do ensaio. As fotografias usam a tecnologia para fazer montagens, e acabam misturando estilo clássico com a estética de fotografia de moda para destacar o luxo da realeza formando verdadeiras obras de arte.

Explorando a complexidade de cada governante, The Regal Twelve retrata realidades históricas incorporadas ao contemporâneo, como uma conexão entre passado e presente. Através do estudo da história e de pinturas a fotógrafa consegue retratar história, que é revelada dentro de cada obra de arte.