COCA-COLA MUSIC CONNECTION

A partir do dia 18/10, jovens de 12 a 25 anos de idade, com bandas de todos os estilos musicais, terão a oportunidade de se apresentar publicamente e concorrer a prêmios.

Depois de passar por Brasília (DF) e Goiânia (GO), o Coca-Cola Music Connection, ou simplesmente CMC, acontecerá em Uberlândia (MG) e Belém (PA) simultaneamente, com o objetivo de promover bandas não profissionais, dando espaço para que compartilhem momentos únicos por meio da música.

O projeto é gratuito e une interatividade, dinamismo e tecnologia e traz cinco diferentes estações: o estúdio de Todo Mundo, Coca-Cola Band Machine, o Coca-Cola Dance Machine, o Coca-Cola Play e um estúdio de rádio. A ideia é unir as paixões dos jovens: música, compartilhamento, amigos e diversão.

Para participar do concurso, basta ter uma banda musical, não profissional, composta por no mínimo duas pessoas e no máximo sete. O projeto acontece em quatro fases. Na primeira, a banda faz a inscrição no site de 18/10 a 29/10 ou no próprio local.

Após inscritos, os grupos participarão da segunda fase, que inclui audições e gravações realizadas no estúdio montado no Shopping Pátio Belém e no Center Shopping de Uberlândia.

No local, o grupo vai gravar um clipe, enquanto a plateia acompanha e torce pelas bandas. Ao final das audições, os vídeos gravados ficarão disponíveis no site do Coca-Cola Music Connection para votação.

A melhor banda de cada cidade vai ganhar um prêmio de estrela: a oportunidade de gravar um CD em estúdio profissional, fazer uma sessão fotográfica, e sessão fotográfica e a identidade visual da banda, além de participar da final nacional com as quatro finalistas. A banda vencedora do concurso nacional também leva pra casa instrumentos e equipamentos, e a sua música tocará durante um mês na rádio web Coca-Cola FM.

Entre as atrações do evento, a Coca-Cola BandMachine é uma plataforma com games que simulam instrumentos musicais. A Coca-Cola Dance Machine é um jogo ativado com os movimentos do corpo, sendo possível seguir os passos da tela.

Coca-Cola Play é um estúdio, que permite participar de um vídeo da música “Todo Mundo”, criada em homenagem à Copa do Mundo de 14 e gravada por Gaby Amarantos e Monobloco.

Espelho, espelho meu: A Condessa de Castiglione

A Condessa de Castiglione foi uma criatura rara: além de bela e inteligente, era uma narcisista com acesso ilimitado a uma câmara. Entre 1856 e 1895, ela já tinha uma coleção de mais de 400 fotografias de si mesma.

01_Pierre_Louis_Pierson_Wikicommons_1_01

Que boa parte dos seres humanos é narcisista, não há dúvida. E há quem adore colecionar centenas de fotografias de si mesmo durante a vida. Mas em pleno século 19 isso não era considerado tão comum assim.

Virginia Oldoini nasceu de uma família nobre de Florença em 1837. Aos 17 (já possuindo um caráter inquieto e imaginativo), entrou em um casamento arranjado e sem amor com o Conde di Castiglione, simplesmente por interesse financeiro. Além de levar o marido à falência com suas extravagâncias, ela o traia descaradamente. Os dois se separaram em 1857 e a condessa passou a maior parte do resto de sua vida com seu filho, Giorgio, e seduzindo os homens mais importantes de Paris.

Fascinada pela própria beleza, a condessa tentava capturar suas facetas e recriá-las através da fotografia. Em julho de 1856 visitou o estúdio de Mayer Pierson, um dos maiores estúdios fotográficos do Segundo Império. Ela e Pierre-Louis Pierson criaram mais de 400 retratos concentrados em três períodos distintos: sua entrada triunfal na sociedade francesa; sua reentrada na vida parisiense e o final de sua vida. Ela criou identidades alternativas para si mesma.

Foi ela quem assumiu o papel de diretora de arte, até mesmo ao ponto de escolher o ângulo da câmara. Ela também deu indicações precisas sobre o alargamento e redesenho de suas imagens, a fim de transformar os documentos fotográficos em pinturas imaginárias. Seus retratos estão entre os mais belos do gênero. Registram a condessa com seus vestidos extravagantes e figurinos de saraus e bailes de máscaras, com vestes que usava em teatros, óperas ou de sua própria imaginação. Sua vaidade era tão famosa quanto sua beleza. Ela não gostava de conversar com outras mulheres e enviava seus retratos apenas aos amantes e admiradores.

Sorry, I´m Late!

Quando estamos atrasados, fazemos de tudo para driblar os ponteiros. A situação costuma ser repleta de acontecimentos inesperados que, muitas vezes, precisam de mágica. Inspirado nos momentos de desespero e correria, o diretor mega criativo Tomas Mankovsky criou o stop motion Sorry I’m Late.

As cenas contam a história de um garoto que vive em um lugar onde as ruas são feitas de almofadas coloridas e tudo pode acontecer após um novo click com perspectiva forçada. Tomas resgata aquele velho sonho de viver no mundo do Mário, onde basta entrar em um cano e sair no lugar desejado.