Escorregadores urbanos, já!

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Aproveitando o clima de protesto, poderíamos incluir essa na nossa pauta para agilizar o cotidiano. Certamente não agradaria a todos, mas que é divertido e permite acelerar um pouco o nosso dia-a-dia, disso não há dúvidas. Em várias cidades do mundo, têm sido construídos escorregadores urbanos ao lado de escadas – assim uma tarefa normal do cotidiano vira rapidamente um momento divertido.

Em Utrecht, na Holanda, o escorregador é grande atração em uma estação de trem. Já em Berlim, Alemanha, foi no metrô que ele apareceu e a verdade é que, além do momento lúdico, o escorregador permite melhorar o fluxo dos passageiros.

Assista ao vídeo na estação de metrô da capital alemã: impossível não amar a ideia.

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Mulberry, Inverno 2013

A modelo Lindsey Wixson é a estrela da nova campanha de inverno da grife inglesa Mulberry. Os cliques foram feitos por Tim Walker na Floresta de Blackheath, em Surrey, na Inglaterra, e têm como tema contos de fadas e fantasias, mas com uma pitada dark.

“A campanha é uma interpretação de sonhos e medos”, contou Ronnie Coke, diretor criativo dos anúncios. Duas it-bags da marca também estampam as imagens: os modelos Del Rey e Alexa, inspirados, respectivamente, nas fashionistas Lana Del Rey e Alexa Chung. Veja:

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Economia Criativa

O conceito de economia criativa deriva do termo “indústrias criativas”, que por sua vez apareceu em um discurso intitulado “Creative Nation” (Nação Criativa), proferido pelo Primeiro-Ministro da Austrália, em 1994. A fala defendia a importância de aproveitar as oportunidades geradas pela globalização e pelas mídias digitais como forma de informar e enriquecer a criatividade das pessoas e sua contribuição para o desenvolvimento do país.

A ideia ganhou força em 1997, na Inglaterra, quando, para fazer frente à crescente competição econômica global, o governo do então Primeiro-Ministro Tony Blair criou uma força tarefa multissetorial, encarregada de analisar as tendências de mercado e as vantagens competitivas nacionais. Destaque para a parceria público-privada e para a articulação entre os diferentes setores e pastas públicas nas áreas de cultura, desenvolvimento, turismo, educação e relações exteriores, entre outras.

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Como fruto desse trabalho foram identificados 13 setores de maior potencial para a economia britânica –  um modelo que acabou replicado em diversos países. A esse conjunto de setores, cujo fio condutor era a possibilidade de geração de direitos de propriedade intelectual, deu-se o nome de “indústrias criativas” (sendo que “indústria”, em economia, refere-se a um setor econômico, como “indústria financeira”, “indústria do entretenimento”, “indústria do turismo”. Talvez o maior mérito do projeto britânico tenha sido diluir as fronteiras entre os setores e promover discussões e estudos não só em relação às políticas industrial ou econômica, mas também quanto à revisão do sistema educacional, à requalificação urbana, à valoração dos intangíveis, ao reposicionamento do papel da cultura na estratégia socioeconômica e mesmo à revisão da estrutura econômica, incluindo novos modelos de negócios.

A economia criativa consegue, portanto, por meio da agregação de traços de outros conceitos, um toque próprio e inovador. Da economia da experiência, reconhece o valor da originalidade, dos processos colaborativos e da prevalência de aspectos intangíveis na geração de valor, sobretudo na cultura. Da economia do conhecimento, toma a ênfase no trinômio tecnologia, qualificação de trabalho e geração de direitos de propriedade intelectual. E, da economia da cultura, propõe a valorização da autenticidade e do intangível cultural único e inimitável.

Robert Happé no TedexdaLuz: “Essa será lembrada como a época em que os homens começaram a acordar”

Os primeiros vídeos das palestras do TEDxDaLuz, realizado no dia 20 de novembro de 2011, começaram a ser publicados pela organização do evento e o primeiro deles é o da inspiradora palestra do pesquisador Robert Happé. Publicado com o título “Servindo a onda da luz“, a palestra de 19min foi muito aplaudida no evento por ser muito rica e muito simples, centrada no tema do amor versus medo, do despertar do coração e da nova era que está surgindo.

Simples e profundo, o pesquisador espiritualista holandês Robert Happé fez a penúltima palestra do TEDxDaLuz e cativou com seu pedido de ação pelo coração. “A mente não está acostumada a fazer a coisa certa”, disse ele. “A mente só quer o que ela quer, melhor, maior, mais rápido, e só pra você”.

Apesar de “ouvir o coração” ser uma arte difícil de decifrar e praticar, Happé explicou o que acha que está acontecendo e porque não somos capazes de ouvir e agir a partir dele. “Só podemos viver a partir do amor ou do medo, e quando vivemos do medo, ele é capaz de criar um ruído tão alto que não podemos ouvir o que o coração diz. As pessoas não se amam mais. As pessoas trabalham por dinheiro, em empresas que não gostam de você. Se você está vivendo docemente no medo, você não será capaz de acessar seu coração. Você esquece o que é real. Seu coração vai tentar falar com você, mas você não poderá ouvir”.

“Ignorância é ignorar o q está olhando diretamente pra vc. Felicidade é se expressar do coração, sua mente não sabe de nada”.

Todos queremos ser jovens

O filme ‘We All Want to Be Young’ (‘Todos Nós Queremos Ser Jovens’).é o resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 (empresa de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo) nos últimos 5 anos, onde aborda as características dos jovens da geração Y, e o que esses jovens de 18 a 24 anos significam para o mercado.

Este filme possui licença aberta pelo Creative Commons.

Roteiro e direção: Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues.

Paige Bradley

Nascida em Carmel, na  Califórnia Paige Bradley sabia que ela seria uma artista desde os nove anos de idade. Imersa na natureza e na arte, seu fascínio pela figura humana começou cedo. Ela acredita que através da figura de um artista pode falar uma linguagem universal que é atemporal e essencial.

Focalizando em seu trabalho a tensão e libertação , Bradley  sente  que a maioria das nossas emoções estão presas em um casulo existencial. Suas esculturas mostram a raça humana como um ser indivídualista  procurando por conexões mas que sozinho só encontra a alienação. Seu trabalho recente tem se tornado um símbolo de luta, desperta sentimentos ambíguos que representam  liberdade e a exploração  dos limites de cada um.

Sobre sua obra a autora comenta:

“Eu tento expandir minhas esculturas além da figura da carne humana  e representar o brilho dentro de nós. Ao mesmo tempo, mostrar uma dicotomia perigosa entre onosso despedaçar e a expansão além das nossas limitações. Quando devastação torna-se a libertação, as cinzas do passado pode tornar-se os alicerces do futuro.”

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Ron Arad


O Designer israelense Ron Arad cria como poucos conseguem fazer: concilia design e funcionalidade em peças incrivelmente belas. Em seu último trabalho,  Arad criou uma bicileta  para a Elton John AIDS Foundation, em parceria com a rede W de hotéis. A criação do designer, que praticamente reinventou a roda,  consiste em finos anéis de aço arqueados que formam um desenho altamente inovador e que realmente funciona. Por incrível que pareça, esse desenho absorve o impacto  e quanto mais  rápido se anda, mais suave é o seu andar.

O modelo integra o projeto WOW Bikes, no qual outros cinco designers e artistas – dentre eles a cantora Paloma Faith e o artista Benedict Radcliff – foram convidados a reinterpretar um tradicional modelo de bicicleta londrina. As criações ficam em exposição no hotel West End, em Londres e seus hóspedes podem experimentar as magrelas até o final de outubro e depois vão a leilão.

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No vídeo a seguir gravado durante sua exposição no MoMA , Arad explica um pouco de seu trabalho e como sua prática em design pouco convencional se relaciona com suas formas radicalmente amorfas e ao título da série, “nenhuma disciplina.”