A Arte Glacial de Azuma Makoto

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O artista botânico Azuma Makoto transformou uma fábrica ao noroeste de Tóquio em uma galeria de arte glacial ao congelar buques de flores.
Fascinante!

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Los Intocables

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Anúncios e campanhas contra os mau-tratos infantis já vimos de todas as formas. Mas essa  choca pela simplicidade estética e pelo grande simbolismo envolvido nela, onde vemos crianças literalmente crucificadas, fazendo alusão a algum dos seus direitos que foi infringido.

A mensagem do artista cubano Erik Ravelo é clara e direta, e foi batizada com o nome “Los Intocables”, denunciando problemas que ocorrem em países como Brasil, Síria, Tailândia, Estados Unidos e Japão, e fazendo referências aos abusos sexuais denunciados no Vaticano, à obesidade infantil, ao transplante ilegal de órgãos, ao turismo sexual, à contaminação ou aos conflitos armados. Usando o subtítulo: “O direito à infância deve ser protegido”.

Confira o resultado:

As estações de metrô mais legais do mundo!

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Quem anda de metrô sabe que essa atividade pode ser muito estressante. Mas isso não precisa ser desse jeito. Quando um ambiente criativo e curiosos nos é proporcionado, nossa atenção se volta para as peculiaridades do lugar, e não necessariamente os pontos ruins. Estas são algumas das estações de metrô que não são apenas paradas de nosso meio de transporte.


A Stockholm Tunnelbana, na Suécia

Os incríveis túneis de metrô da Stockholm  contam com estações que fazem das paredes de pedra crua uma verdadeira obra de arte, ao invés de cobri-las com algum material artificial, dando um ar bem natural, como se fossem cavernas subterrâneas. As 100 estações contam com trabalhos de 140 artistas pelas paredes e tetos rústicos.

A Museum Station, em Toronto, Canadá

A estação foi redesenhada pelos arquitetos da Diamond Schmitt, que incluiu colunas inspiradas em artefatos que são encontrados no Royal Ontario Museum, que fica sobre a estação. As colunas remontam 5 civilizações antigas: o Egito Antigo, a cultura Tolteca, a China e a Grécia Antiga.

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O sítio arqueológico Iridanos, em Atenas, Grécia

Quando as escavações das obras de construção do metrô de Atenas começaram, mal imaginava-se que haveria uma grande descoberta arqueológica: o antigo rio Iridanos foi encontrado ainda correndo, bem onde os engenheiros haviam delimitado como uma estação de metrô. Ao invés de eliminá-lo, por que não incorporá-lo à construção? Foi isso que os engenheiros fizeram, e Iridanos é agora um sítio arqueológico dentro de uma estação de metrô.

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A estação Iidabashi, em Tókio, Japão

Construída no ano de 2000, a estação Iidabashi é clara, aberta e moderna. Idealizada pelo arquiteto Makoto Watanabe para ser “entrelaçada, interligada, expansiva e pulsante”, a construção conta com canos verdes que passeiam por todo o ambiente. Na entrada, vidro e metal dão o tom futurista.

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A Bockenheimer Warte, em Frankfurt, Alemanha

Uma entrada nada usual: como se um trem estivesse saindo pela calçada. O arquiteto responsável, Zbiginiew Peter Pininski, declarou que se inspirou no artista surrealista René Magritte para criá-la.

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Bund Sightseeing Tunnel, em Shangai, na China

Muitos declaram que a Bund Sightseeing foi construída para ser atração turística, e não um meio de transporte. Qualquer seja sua função, as cores e as peculiaridades dessa estação chamam a atenção de todos.

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A Hora da Sakura

cherry-blossoms-sakura-spring-2Se você for ao Japão nesta época, verá filas de árvores de cerejeira nas calçadas, carregadas de flores. Os parques com sakuras ficam lotados de visitantes que, à sombra das árvores, fazem piqueniques e admiram o espetáculo cor-de-rosa da natureza. A flor da cerejeira, Sakura em japonês é a flor símbolo do Japão. A simbologia é tão intensa que o povo cultua e respeita como a própria bandeira japonesa ou o hino nacional.

A primeira cidade a ser agraciada com as tonalidades de rosa é Tóquio, porém a florescência da sakura está terminando. Geralmente as árvores começam a florescer na metade de abril, mas este ano, com a mudança da temperatura, floresceu antes e para quem ainda não viu, em algumas regiões, elas seguem florescendo até o final de maio.

Como o ano letivo japonês tem início em abril, o primeiro dia de aula ou de trabalho pós-férias normalmente coincide com a época da floração das cerejeiras.

A LENDA

Diz a lenda que SAKURA vem da princesa KONOHANA SAKUYA HIME que teria caído do céu nas proximidades do Monte Fuji e teria se transformado nesta bela flor. Acreditam se também que tem sua origem na cultura de arroz. A parte KURA significa deposito onde se guardava arroz, alimento básico dos japoneses considerado dádiva divina.

ORIGEM

Hoje existe catalogado mais de 300 variedades de cerejeiras no Japão. A cerejeira, da família das rosáceas, gênero prunus tem origem na China e Índia e os cruzamentos, melhorias e mutações durante séculos teriam criados estas centenas de variedades. A chegada no Japão consta que é de vários séculos atrás. Consta que já no século VII o imperador SAGA em Kiyoto teria promovido nos jardins do Palácio Imperial o HANAMI (APRECIAÇÃO DAS FLORES).

ASSOCIAÇÃO DAS CEREJEIRAS

No Japão cada cidade qualquer que seja o tamanho há uma associação de cerejeiras onde normalmente o prefeito é o seu presidente. A NIHON SAKURA NO KAI é a Associação das cerejeiras do Japão, como se fosse uma Federação das Cerejeiras onde o presidente é o próprio Presidente da Dieta.

A florada da cerejeira é um acontecimento nacional. Mais de cem milhões de japoneses aguardam o desabrochar da SAKURA com muita ansiedade. Diariamente os meios de comunicação emitem juntamente com o serviço de meteorologia as localidades de floradas. Nesta época o Japão inteiro entra em festividades para apreciar esta flor tão bela e tão fugaz que dura apenas alguns dias.

Nesta época, NIHON SAKURA NO KAI patrocina uma reunião nacional com a presença de grandes números de prefeitos, presidentes das Associações. Esta é o grande acontecimento do Japão, onde são apresentadas também rainhas de cerejeiras de várias cidades japonesas. Alguns países também costumam se representar como Estados Unidos, Canadá, Alemanha e outros. O Brasil chegou a se representar através da Associação das Cerejeiras do Brasil por sete anos consecutivos com as suas rainhas.

FESTEJOS

No Japão, a primavera é comemorada com muita ênfase por toda a população com seus HANAMI (apreciação das flores) ou piquenique sob a florada. Vários outros países como Brasil, Estados Unidos e outros também festejam a florada da cerejeira. Um dos maiores eventos é realizado nos Estados Unidos, Washington National Cherry Blossom Festival com seus quase 8.000 cerejeiras onde em 1912 foram plantadas as primeiras 3.000 mudas doadas pelo Governo Japonês em comemoração a amizade entre os dois países.

Este ano a  Agência de Meteorologia divulgou um início antecipado da temporada de Sakura no Japão baseando-se nas árvores de cerejeira do Templo de Yasukuni, em Tóquio, para julgar o início da temporada, o período de florescimento dura de sete a dez dias. Por isso, as flores estão associadas à efemeridade. Os samurais usavam-na para representar suas próprias vidas: uma explosão de cor por um um breve período, antes de murchar e morrer.













II Bienal Internacional Graffiti Fine Art

Grafitando - 2ª Bienal Internacional de Graffiti Fine Art O MUBE (Museu Brasileiro da Escultura) começou a expor a 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art, que visa difundir o graffiti como arte de galeria no Brasil, como já ocorre em outros países.

O graffiti, assim como o prêt-à-porter na moda no século XX, vive hoje uma transição de ” não arte” para arte. Ele finalmente saiu do mundo underground, exclusivamente das ruas, e passou a ter espaço como arte do Brasil.

Os artistas grafitaram suas obras dentro do museu. Alguns grafiteiros se uniram para produzir obras conjuntas, realçando outro ponto da exposição,unindo grafiteiros de todo o mundo.

Dentre os 51 artistas expostos, 16 são de fora do país, com tantos artistas diversos de lugares distintos tanto fora e dentro do Brasil, a exposição conseguiu reunir várias obras de diferentes estilos, técnicas e temáticas,  tornando-a uma bienal que reuniu todos os aspectos do mundo do graffiti; as obras foram feitas com a ajuda de materiais e instrumentos variados como, pastilhas de vidros, videos, esculturas  placas de alumínio, bonecos gigantes, instalações, arte sinética e óptica e até mesmo um carro.

O “Metrópole”, programa cultural da tv cultura, cobriu o making of da bienal. Abaixo seguem a lista de artistas expostos e as informações da bienal(retirados do site oficial do MUBE): artistas 2ª Bienal de graffiti fine art 2ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art Local: MuBE – Museu Brasileiro da Escultura – Av. Europa, 218, São Paulo-SP Abertura ao público – 22 de janeiro de 2013 Data de encerramento: 24 de fevereiro Entrada gratuita Informações:  11 2594-2601, mube@mube.art.br/ http://www.mube.art.br Horário de funcionamento: terça a domingo, das 10h às 19h

Alta Costura Inflável por Rie Hosokai

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A artista japonesa Rie Hosokai ficou famosa no mundo inteiro pelo seu trabalho com balões – sim, balões daqueles usados para decorar festas infantis. Com um talento único para transformar bexigas em outros objetos e um bom senso de moda, Rie, que tem 35 anos e começou sua carreira como florista, decidiu entrar no concurso belga Millenniumjam Fashion Award dois anos atrás. Resultado: ganhou duas vezes seguidas e ainda levou o primeiro lugar em muitas outras competições.

Cada peça é construída a mão, com o máximo de cuidado para que os balões não estourem e para que levem a quantidade exata de ar, ideal para manter cada detalhe do modelo. Sua paixão são os vestidos – os de noiva, inclusive, fazem um enorme sucesso no Japão. E isso apesar do preço. Embora o custo dos balões seja irrisório, cada vestido chega a 3860 dólares, cerca de 6500 reais. E servem sob medida para uma cinderela moderna: duram vinte e quatro horas, depois vão murchando e mudando de cor.

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Yayoi Kuzama

Yayoi Kusama é considerada uma das mais importantes artistas japonesas. Seu trabalho é baseado na arte conceitual e mostra alguns atributos do feminismo, minimalismo, surrealismo, pop art e  do pós dadaísmo infundido com conteúdo autobiográfico, psicológico e sexual.

Embora tenha formação acadêmica em pintura japonesa, chamada Nihonga – pinturas feitas de acordo com as convenções de materiais e técnicas tradicionais japonesas, não foi esse o caminho artístico percorrido por Yayoi Kusama.

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Foi aos 21 anos (1950), que Yayoi Kusama começou a cobrir tudo o que via com bolinhas – paredes, pisos, objetos domésticos, quadros, pessoas… A essa compulsão, a artista deu o nome de “redes de infinitos”.  A artista afirma que as redes de infinito saíram de suas alucinações.

 Mudou-se para os EUA aos 27 anos, em 1956. Nos anos 1960,  dedicou-se também ao cinema, design de moda, além de organizar happenings em locais públicos, como o Central Park e a ponte do Brooklyn. Suas performances de rua faziam enorme sucesso, principalmente quando pintou bolinhas em homens e mulheres nus  protestavam contra a Guerra do Vietnã.

 Suas pinturas, colagens, esculturas, performances e instalações são marcadas pela obsessão com a repetição de padrões, principalmente com as bolinhas, e a acumulação.Em 1973, retornou ao Japão devido a saúde mental frágil, razão pela qual começou a escrever romances e poesias chocantes e viscerais. Seu estúdio hoje fica a uma curta distância do hospital psiquiátrico de Tóquio, onde continua a produzir trabalhos.

Ela descreve a si mesma como uma “artista obsessiva”. Influenciou  diferentes gerações de artistas japoneses como Yoko OnoTakashi Murakami.

A artista acaba de firmar uma parceria com a Louis Vuitton e irá desenvolver peças de couro, acessórios, relógios, sapatos e jóias. As peças deverão ser lançadas em julho e seguirão o estilo da artista, que faz bolinhas em tudo o que cria. A Vuitton é também uma das patrocinadoras da exposição de Kusama que atualmente está em cartaz no Tate Modern, em Londres.