Imortalidade Virtual

Viver e morrer e depois voltar a vida. Alcançar a imortalidade. Isso parecia impossível a conquista humana. Porém não para Hsin-Chien Huang, novo artista taiwanês comentado na mídia, ao criar a  inusitada experiência Read My Lips.

Read My Lips “é uma escultura interativa do rosto de Andy Warhol, que se move com as pálpebras e os lábios mecânicos. Dentro dele, há um computador que controla doze motores que controlam as pálpebras e os lábios. Durante a conexão à Internet, o trabalho será enviar perguntas para seu Facebook a cada semana. Estas questões são artisticamente relevantes, incluindo temas como o significado de si mesmo, o seu significado social, aura estética, cultural e patrimônio histórico, as opiniões de críticos e fãs, e até mesmo o seu preço e potenciais compradores. Quando os amigos quando os seus amigos do Facebook lê-los, eles podem postar respostas. Então o trabalho vai percorrer estas respostas e ler as respostas em  um texto para discurso motor.

O artista irá preparar as primeiras 52 questões por um período de um ano:
 O que eu sou, na sua opinião?
 Quantos dias que você pode viver sem arte?
 Sou um gadget?
 Como muitos artistas mortos estão no Facebook?
 Todos seremos famoso por 15 minutos. Você se sentiria se você já vivesse seus 15 minutos?
 Se eu estou disponível para vendas, se você considerar a compra de mim?

Quando o trabalho vai ficar sem perguntas, ele vai postar um pedido de novas perguntas aos amigos do Facebook e seus obter mais suprimentos das questões. Mas quando se esgota todas as questões, torna-se silencioso. Em outras palavras, a obra será “praticamente vivo”, enquanto seu público mantendo responder.

O conceito inicial deste trabalho foi inspirado pelo crescente número de contas de artistas falecidos ‘Facebook. Neste momento, existem cerca de 50 Andy Warhol, e trinta Salvador Dali contas do Facebook (incluindo dois “Salvador Dali bigode” contas). Esse fenômeno fornece uma visão interessante sobre as posses e os significados das obras e dos artistas artistas eus.

Por estas contas no Facebook, a personas dos artistas falecidos são mantidos e se regeneraram pela nessas comunidades, e tornam-se pontos de encontro para os fãs dos artistas. Este trabalho explora este conceito. O significado deste trabalho não é constante. Foi criado porHsin-Chien Huang, inicialmente, mas depois ele convida as pessoas a aderir a este processo de criação de significado, e sua expectativa de vida é determinada pelas respostas de seu público.

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Dia Internacional da Mulher – O despertar do feminino: A nossa força Gestadora

Muito se fala sobre recursos exauridos e a necessidade de mudar o modelo mental do nosso sistema em prol da sobrevivência da nossa própria espécie. Curioso imaginar que este processo possa ser linear, lógico, objetivo, mental… Entre pessoas que já moveram mudanças significativas em suas vidas e em suas comunidades, algo aconteceu antes de chegar até as suas mentes. Algo revirou por dentro, desencaixou, cutucou, palpitou, doeu, fluiu, cresceu, tornou-se livre e então pode expressar-se, chacoalhar e tocar mais pessoas. Dificilmente o caminho foi traçado e seguido à risca. O caminho se fez ao caminhar…

Houve entrega e confiança. Porque havia algo a mais. Uma inteligência integrada à inteligência da própria natureza. Ancorada nos sentidos. Atenta e fiel aos próprios instintos. Ligada à essência da criação e do coração. Cuidadosa com sementes ainda imaturas. Receptiva ao tempo de espera. Aberta para interagir, mudar e expandir-se. Ciente da dança entre o ser e o estar.Tocada pela experiência. Intensa. Suave. Precisa. Conectada ao momento. A serviço da vida.

Esta força incontrolável e potente cutuca, pulsa e flui o tempo todo dentro de nós. Ela está em perfeita sintonia com a vida que nos cerca, mas muitas vezes é negada e negativada nas nossas ações e relações… porque está além do nosso controle. É o espaço interior onde habita o nosso feminino, a nossa força Gestadora. Uma parte essencial de nós mesmos, que quando acessada, nos torna mais íntegros, mais humanos, mais livres, mais realizados e realizadores.

A capacidade de reconhecer e validar essa força como uma co-inteligência parece intimamente ligada à nossa capacidade de gerar a vida que desejamos viver aqui, agora, amanhã e depois de amanhã. Mas para isso é preciso ousar, tolerar andar no meio-fio, na berlinda, na dúvida, no desconhecido…

Algumas pessoas experimentaram e encontraram mais que sentido nessa jornada. Queremos ouvir mais sobre essas histórias.

O TEDxDaLuz 2011 se dedicou a ouvir histórias de quem vem experimentando a vida que pulsa e emerge dentro de si. Os caminhos e ideias que surgem nessa dança, e a sintonia tecida com a vida vivida. Como este despertar da nossa natureza feminina transforma como nos vemos e agimos com o mundo? Como tem sido as jornadas de quem dialoga com essa inteligência circular? Queremos ouvir quem deu ouvidos às suas inconformidades, quem seguiu na sua busca com confiança diante das incertezas, quem experimentou a coragem (coração que age) na travessia de si mesmo e quem tem histórias pra contar que possam inspirar mais pessoas nas suas próprias Jornadas Gestadoras.

Saiba mais: tedxdaluz.com.br

Cicada

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A instalação de bambu fica no centro de Taipei em Taiwan, desenhada pelo arquiteto Marco Casagrande é um vazio textura orgânico inserido mecânica da cidade. O desenho da obra foi criado para ser um casulo  pós-industrial resultado da metamorfose de um inseto gigante. A arquitetura é baseada no conhecimento local de escala humana flexível construídos a partir de estruturas de bambu contendo um alto nível de improvisação inerente à mente de insetos e seus casulos de forma livre.

Quando se entra no Cicada, que em português quer dizer cigarra, a cidade ao redor desaparece. O casulo é um espaço interior, mas totalmente fora – ele está respirando, vibrando, de maneira suave e segura. O espaço inspirado no movimento swollow dialoga com o homem moderno e ao mesmo tempo oferecer-lhe a possibilidade de viajar mil anos atrás. Ao final, Cicada realiza uma arquitetura de insetos em plena  rua.

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