BALLERINA PROJECT – AS BAILARINAS DE DANE SHITAGI

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A fotógrafa Dane Shitagi, nascida em Honolulu no Hawaí, se especializou em um tema para fotografar: bailarinas. O que torna seu trabalho singular é a mescla das clássicas bailarinas com o no cenário urbano de Nova York. A inspiração do projeto Ballerina Project vem diretamente das paisagens e sons da cidade, unido aos vários tipos de artes que a mesma proporciona.

As imagens foram tiradas inteiramente com filme fotográfico tradicional, foi somente a partir de 2012 que o projeto começou a incorporar a fotografia digital nas imagens.
Shitagi se mudou para Nova York em 1996 e afirma que o projeto “não é fotografia de dança, mas uma gravura dos corações e emoções de bailarinas

A maioria das bailarinas que posou para o projeto é profissional e algumas são alunas avançadas de escolas de dança de renome como: American Ballet Theater, New York City Ballet, entre outros. O projeto já conta com mais de 500 imagens capturadas pelo olhar talentoso de Shitagi.

As imagens que unem movimento, arte, dança, moda e design, tem atualmente um dos maiores números de seguidores no Facebook. Na imprensa o projeto já foi mencionado pelo jornal Wall Street Journal, The Huffington Post e outros inúmeros blogs. Foi destaque em anúncios da Fujifilm e Sony Erricson .

“Eu tentei tirar fotos das bailarinas. Não de sua dança eu tentei manter o foco sobre os bailarinos -. Não em suas poses, procurei retratar suas almas . Não os seus passos… ”

O resultado são peças exclusivas, sensíveis e harmoniosas composições fotográficas.
Você pode ter em casa essas imagens impressas e autografadas é só acessar o site da artista e adquirir sua preferida.

Acompanhe o trabalho de Dane Shitagi, acesse:

http://www.daneshitagi.com
ballerinaproject.tumblr.com
ballerinaproject.com
pinterest.com/ballerinaprject
twitter.com/Ballerinaprjct
http://www.facebook.com/theballerinaproject

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Dupla Exposição

Belo trabalho de dupla exposição do renomado fotógrafo Gjon Mili, da revista LIFE, fotografando artistas e dançarinos na década de  50 e 60.

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Escultura de Som

Cicada

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A instalação de bambu fica no centro de Taipei em Taiwan, desenhada pelo arquiteto Marco Casagrande é um vazio textura orgânico inserido mecânica da cidade. O desenho da obra foi criado para ser um casulo  pós-industrial resultado da metamorfose de um inseto gigante. A arquitetura é baseada no conhecimento local de escala humana flexível construídos a partir de estruturas de bambu contendo um alto nível de improvisação inerente à mente de insetos e seus casulos de forma livre.

Quando se entra no Cicada, que em português quer dizer cigarra, a cidade ao redor desaparece. O casulo é um espaço interior, mas totalmente fora – ele está respirando, vibrando, de maneira suave e segura. O espaço inspirado no movimento swollow dialoga com o homem moderno e ao mesmo tempo oferecer-lhe a possibilidade de viajar mil anos atrás. Ao final, Cicada realiza uma arquitetura de insetos em plena  rua.

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Eco Pista – Eco Dança

 A EcoGreens – Soluções Sustentáveis lança no Rock´n Rio a EcoPista, primeira pista de dança sustentável da América Latina.

Criada na Holanda e lançada no mercado em 2008, a EcoPista gera energia elétrica apenas com a movimentação de pessoas sobre sua superfície. Quanto mais movimento, maior a experiência de interatividade com a pista e mais energia limpa é produzida.

A experiência é única. O contador de energia mostra o resultado da performance sustentável. As luzes coloridas sob a superfície da pista também respondem aos movimentos.

Ao final, a energia limpa gerada pela pista pode ser usada imediatamente, direcionada para a rede elétrica ou armazenada.

Apresentação da EcoPista no Rock´n Rio

  • Sexta-feira, dia 23 de setembro, às 16h. Com presença do diretor de marketing da EcoGreens, André Amaral.
  • Domingo, dia 25 de setembro, às 16h. Com presença do CEO da empresa holandesa SDC, criadora da EcoPista.

* As Ecobikes farão companhia para a pista, Sucesso em 2010, as Ecobikes da EcoGreens movimentaram a enorme roda-gigante do festival SWU. Dessa vez, além de gerar energia pedalando, será possível participar de um jogo exclusivo, conectado à bicicleta.

Como funciona?

O chão da EcoPista se comprime 10mm quando pressionada pelos passos de dança, por exemplo. Esta pequena compressão é suficiente para ativar o mini-dínamo, aparelho que converte movimento em energia elétrica, localizado no interior de cada módulo da pista.

O módulo tem o formato de um cubo de 75cm (comprimento) X 75cm (largura) por 20cm (altura) e gera até 20 watts/hora, o equivalente a duas lâmpadas econômicas ligadas por uma hora.

Conectando todos os módulos, o sistema da pista agrupa e acumula energia suficiente para iluminar a própria pista de dança, garantir o som do DJ ou ser armazenada para uso posterior. A quantidade de energia que o sistema gera pode ser acompanhada pelo contador de energia.

O software que calcula a energia gerada pela pista apresenta o resultado instantâneo em watts e o total produzido (em joule ou watt / segundo). Essas informações podem ser apresentadas em tempo real para os usuários da pista numa torre conectada à rede.

Como utilizá-la?

A EcoPista pode ser alugada ou instalada permanentemente. As possibilidades de uso são infinitas – em danceterias, festivais, museus, eventos de tecnologia e sustentabilidade e mesmo em gincanas de escolas e clubes, quando podemos dividir a pista e identificar que equipe está produzindo mais.

Onde há movimentação de pessoas pode haver uma EcoPista. Onde há demanda de energia, pode haver energia limpa.

Por ser dividida em módulos, a EcoPista pode assumir diversos formatos, utilizando um mínimo de 4 módulos. Suas cores de fundo e imagens no contador de energia podem ser personalizadas para cada cliente. É possível também programá-la para interagir com a movimentação do público, alternando ou mudando o ritmo das cores.

Para todos, a experiência será única – divertida, moderna e ambientalmente correta.