Há 44 anos, Janis Joplin curtia o carnaval adoidado em visita ao Rio

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Muito antes de Amy Winehouse botar os pés em uma clínica de reabilitação pela primeira vez, para tentar se livrar da dependência do álcool, Janis Joplin já tinha vindo ao Brasil com o intuito de fazer sua rehab. No dia 6 de fevereiro de 1970, oito meses antes de morrer de overdose, aos 27 anos, a cantora americana desembarcou no Rio de férias, na intenção de manter distância da heroína, droga inexistente no país naquela época. A questão foi que Janis, ícone da contracultura e um dos maiores talentos do rock americano, chegou às vésperas do carnaval, e, levando em conta sua enorme disposição para enfiar o pé na jaca, ela fez de tudo — menos detox.

Janis chegou numa sexta-feira pré-folia, na companhia de Linda Gravenites, que assinava os exuberantes figurinos usados pela cantora nos palcos. No curto período em que passou na cidade, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba na Candelária, fez topless na Praia da Macumba, foi barrada num camarote do Theatro Municipal e deu canja em inferninhos da Zona Sul, além de beber vodca, Fogo Paulista e licor de ovo como se não houvesse amanhã.

Apesar de ter vindo à cidade praticamente anônima e sem o respaldo de sua gravadora, Janis recebeu a imprensa para uma entrevista coletiva na pérgula do Copacabana Palace, com as presenças do artista plástico Hélio Oiticica e do jornalista Luiz Carlos Maciel, editor do semanário alternativo “Flor do Mal”.  Em diversos momentos da conversa, ela demonstrou interesse em saber quem era a cantora “Girl Costa” — obviamente sem saber que o nome dela é Gal.

— A entrevista aconteceu em volta da piscina. Janis era uma mulher muito inteligente, vibrante, viva. Lembro do Hélio (Oiticica) falando que não entendia por que ela era considerada feia. Janis conversou com os repórteres bebendo um copo alto de vodca com gelo. Mas não estava bêbada — ressalta Maciel.

No dia 8 de fevereiro, Janis pulou carnaval no Centro com o DJ e radialista Big Boy. Do palanque — versão antiga e mais tosca dos atuais camarotes — da revista “Manchete”, ela assistiu aos desfiles das escolas de samba,

Notívaga e baladeira assumida, Janis também soube aproveitar o verão nas praias cariocas, na companhia do anfitrião Ricky Ferreira.

Depois de sua passagem pelo Rio, Janis foi de moto com o namoradinho americano em direção à aldeia hippie de Arembepe, a cerca de 50 quilômetros de Salvador, na Bahia. Da data exata, ninguém se lembra. Para os amigos do Rio, sua presença meteórica não passou em branco.

— Foi uma mulher que viveu em alta voltagem, de uma bipolaridade incomum. Estava sempre com um cigarro aceso e parecia ter uma sede constante de vodca. Mas, no fundo, ela só queria amor. Porque para dinheiro ela não ligava — resume Ricky.

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Room for Art – Faça arte e ganhe uma estadia

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É uma boa forma de pagar uma estadia no hotel: poupa dinheiro e ainda exercita seus dotes artísticos. Basta enviar uma obra em formato A4, assinada por você, e esperar aprovação. A proposta do Clarion Hotel em Estocolmo, Suécia, tem sido um sucesso.

Room for Art é o nome da campanha, que partiu do gerente do hotel, cujo avô artista tinha obras decorando um outro hotel da mesma rede, em Nova York. Aqui o desafio vai para os clientes, mas com uma contrapartida: os direitos da obra ficam para o Clarion.

O vídeo abaixo apresenta o sucesso que tem feito crescer o número de interessados (nos primeiros 3 meses, o hotel recebeu 160 artistas):

Christopher Moloney – FILMography Project

Breakfast at Tiffany’s (1961)

Breakfast at Tiffany’s (1961)

Fanático por filmes, o jornalista e fotógrafo Christopher Moloney já passou incontáveis horas procurando os lugares onde se passaram cenas famosas de filmes para seu projeto FILMography. Morando em Nova York, o canadense caminha pela cidade atrás de becos, monumentos e construções onde centenas, milhares de cenas hollywoodianas foram filmadas.

Quando encontra a localização exata de cada cena, tira uma fotografia composta com uma impressão da cena original em frente aos arredores atuais, unindo passado e presente instantaneamente. O projeto conta hoje com mais de 300 imagens. Confira algumas delas a seguir!

Maybelline 2013 – Explosão Cosmpolita

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Fim de ano é tempo dos tradicionais calendários da Maybelline, que ressurgem com editoriais repletos de beleza, cores e tendências. Nas páginas do New York Maybelline 2013 Calendar, o nível artístico é elevado e assinado por Anastasia Durasovaeste, onde a pintura corporal domina a cena. A maquiagem e as pinturas corporais fazem referência a ícones de Nova York.

Como de costume a fotografia é de Kenneth Willardt e a maquiagem de Charlotte Willer.
Começando por Erin Wasson representando a vibrante Times Square, em Fevereiro a modelo Jessica White exibe a vida noturna de NY, em Março Emily DiDonato faz referência à ponte George Washington , para  Abril Julia Stegner homenagea o Graffiti, novamente a top Erin Wasson no mês de Maio representando as ruas de NY, em Junho e Julho Kemp Muhl  fazendo alusão os sons da cidade, para Agosto Charlotte Free mostra a diversidade cultural, Shu Pei Qin em Setembro associada a velocidade do metrô, Kemp Muhl como Outubro e Novembro simbolizando o Central Park e finalizando como Dezembro,  Freja Beha Erichsen mostra Art Scene , instalações artísticas presentes por toda cidade de NY.















BALLERINA PROJECT – AS BAILARINAS DE DANE SHITAGI

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A fotógrafa Dane Shitagi, nascida em Honolulu no Hawaí, se especializou em um tema para fotografar: bailarinas. O que torna seu trabalho singular é a mescla das clássicas bailarinas com o no cenário urbano de Nova York. A inspiração do projeto Ballerina Project vem diretamente das paisagens e sons da cidade, unido aos vários tipos de artes que a mesma proporciona.

As imagens foram tiradas inteiramente com filme fotográfico tradicional, foi somente a partir de 2012 que o projeto começou a incorporar a fotografia digital nas imagens.
Shitagi se mudou para Nova York em 1996 e afirma que o projeto “não é fotografia de dança, mas uma gravura dos corações e emoções de bailarinas

A maioria das bailarinas que posou para o projeto é profissional e algumas são alunas avançadas de escolas de dança de renome como: American Ballet Theater, New York City Ballet, entre outros. O projeto já conta com mais de 500 imagens capturadas pelo olhar talentoso de Shitagi.

As imagens que unem movimento, arte, dança, moda e design, tem atualmente um dos maiores números de seguidores no Facebook. Na imprensa o projeto já foi mencionado pelo jornal Wall Street Journal, The Huffington Post e outros inúmeros blogs. Foi destaque em anúncios da Fujifilm e Sony Erricson .

“Eu tentei tirar fotos das bailarinas. Não de sua dança eu tentei manter o foco sobre os bailarinos -. Não em suas poses, procurei retratar suas almas . Não os seus passos… ”

O resultado são peças exclusivas, sensíveis e harmoniosas composições fotográficas.
Você pode ter em casa essas imagens impressas e autografadas é só acessar o site da artista e adquirir sua preferida.

Acompanhe o trabalho de Dane Shitagi, acesse:

http://www.daneshitagi.com
ballerinaproject.tumblr.com
ballerinaproject.com
pinterest.com/ballerinaprject
twitter.com/Ballerinaprjct
http://www.facebook.com/theballerinaproject