Próteses de Artísticas

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Mais um exemplo de inovação que faz toda a diferença na vida das pessoas: The Alternative Limb Project. O nome dá a pista e as fotos esclarecem – próteses alternativas, membros do corpo completamente personalizados. São verdadeiras obras de arte.

Com este projeto, as pessoas que necessitam de uma prótese, não só vão poder personalizá-las e torná-las únicas, como vão estar divulgando o trabalho de algum artista. No lugar de próteses comuns, estão estes trabalhos repletos de criatividade. Projeto sensacional. Veja algumas próteses criativas que selecionamos:

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Plástico Peixe

Três esculturas de peixes gigantes construídas a partir de garrafas plásticas descartadas foram avistados na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. Esta instalação foi parte da última semana da Rio +20,  Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

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Françoise Nielly

Os quadros da artisplástica francesa Françoise Nielly têm muita energia. Seus desenhos de rostos perfeitos tem um estilo vibrante, de traços velozes e contrastes marcantes. Muitas cores e que não enjoam. Simplesmente o auto retrato que todo mundo queria ter.

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Calendário Surfrider Foundation

Há 25 anos a ONG Surfrider Foundation in Europe, organizada por um grupo de surfistas, luta pela proteção daquilo que mais amam: oceanos, ondas e praias.

A sua missão se baseia em três pilares: ‘Proteção e prazer’, ‘Oceano, ondas e praia’ e ‘Poderosa rede de militantes’. São surfistas que lutam para que as costas litorâneas não sejam destruídas e que todos possam tirar o máximo de prazer sem ameaçar o meio.

A organização ambiental lançou um calendário para o ano de 2011 que chama a atenção da população para a preservação dos oceanos e rios contra as agressões ambientais. O calendário reúne fotografias de 12 modelos surfistas que vestem ‘biquínis de óleo’, e posam com águas transparentes e limpas ao fundo, como forma de protestar contra o vazamento de combustíveis de navios e barcos no mar.

“O vazamento que ocorreu no ano passado no Golfo do México nos impressionou profundamente. Para lembrar esta catástrofe, criamos um calendário com fotos de jovens e belas surfistas cobertas de óleo…Este calendário, que será oferecido aos membros da Surfrider Foundation Europeia, também foi criado para ajudar na convocação de novos voluntários”, escreveu a Surfrider Foundation em seu site.

A Surfrider Foundation, fundação francesa não governamental e sem fins lucrativos foi originada em Paris, no ano de 1990, com o intuito de trabalhar em prol da preservação das praias e oceanos de todo o planeta. Apesar de ter sido fundada na Europa e ter sua sede nos EUA, a Surfrider Foundation age em diversos países – entre eles a Austrália, o Japão e o Brasil.

Para saber mais sobre a Surfrider – ou se tornar um membro/voluntário da organização, visite em sua página oficial aqui.

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Yayoi Kuzama

Yayoi Kusama é considerada uma das mais importantes artistas japonesas. Seu trabalho é baseado na arte conceitual e mostra alguns atributos do feminismo, minimalismo, surrealismo, pop art e  do pós dadaísmo infundido com conteúdo autobiográfico, psicológico e sexual.

Embora tenha formação acadêmica em pintura japonesa, chamada Nihonga – pinturas feitas de acordo com as convenções de materiais e técnicas tradicionais japonesas, não foi esse o caminho artístico percorrido por Yayoi Kusama.

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Foi aos 21 anos (1950), que Yayoi Kusama começou a cobrir tudo o que via com bolinhas – paredes, pisos, objetos domésticos, quadros, pessoas… A essa compulsão, a artista deu o nome de “redes de infinitos”.  A artista afirma que as redes de infinito saíram de suas alucinações.

 Mudou-se para os EUA aos 27 anos, em 1956. Nos anos 1960,  dedicou-se também ao cinema, design de moda, além de organizar happenings em locais públicos, como o Central Park e a ponte do Brooklyn. Suas performances de rua faziam enorme sucesso, principalmente quando pintou bolinhas em homens e mulheres nus  protestavam contra a Guerra do Vietnã.

 Suas pinturas, colagens, esculturas, performances e instalações são marcadas pela obsessão com a repetição de padrões, principalmente com as bolinhas, e a acumulação.Em 1973, retornou ao Japão devido a saúde mental frágil, razão pela qual começou a escrever romances e poesias chocantes e viscerais. Seu estúdio hoje fica a uma curta distância do hospital psiquiátrico de Tóquio, onde continua a produzir trabalhos.

Ela descreve a si mesma como uma “artista obsessiva”. Influenciou  diferentes gerações de artistas japoneses como Yoko OnoTakashi Murakami.

A artista acaba de firmar uma parceria com a Louis Vuitton e irá desenvolver peças de couro, acessórios, relógios, sapatos e jóias. As peças deverão ser lançadas em julho e seguirão o estilo da artista, que faz bolinhas em tudo o que cria. A Vuitton é também uma das patrocinadoras da exposição de Kusama que atualmente está em cartaz no Tate Modern, em Londres.

Administração Afetiva

Neste momento de crise econômica e revisão de parâmetros, cada vez mais pessoas fazem a seguinte pergunta: “Para que servem as empresas?”. A resposta que encontram é surpreendente

A Patagonia, empresa americana que produz equipamentos para atividades ao ar livre, virou notícia recentemente por abrigar em seu site um serviço gratuito que facilita a venda de segunda mão de produtos com sua marca. É isso mesmo. A empresa está incentivando as pessoas a comprar produtos de segunda mão de outras pessoas, em vez de comprar roupas novas da marca. Seu presidente e fundador, Yvon Chouinard, diz que não pretende fazer dinheiro com a iniciativa, quer apenas que as pessoas reutilizem roupas em bom estado, em vez de comprar novas. É um jeito de ajudar o ambiente, diz ele.

Se você é daqueles que não engoliram a explicação, talvez esta frase bem temperada, extraída de um dos livros mais influentes da atualidade sobre administração de empresas, ajude: “A fim de melhor se habilitar para fazer negócios no século 21, os executivos das empresas, especialmente daquelas líderes em sua categoria, fariam bem em se colocar a pergunta existencial básica: ‘Para que estamos aqui?’.”

Há pouco mais de cinco anos, essa pergunta nem sequer era formulada, porque a resposta havia sido dada décadas antes, de forma clara e cristalina, por ninguém menos que Milton Friedman, economista vencedor do prêmio Nobel. “Existe uma e apenas uma única responsabilidade social das empresas: utilizar seus recursos e engajar-se em atividades que visem a aumentar seus lucros, contanto que se obedeçam as regras do jogo”, disse ele, em artigo famoso publicado nos anos 70.

A questão voltou à baila porque, obviamente, há uma resposta nova na praça: “As empresas de todo tipo e tamanho devem conscientemente moldar suas culturas em torno da ideia de que estão aqui para ajudar os outros a viver suas vidas com um maior nível de satisfação, para espalhar a alegria e o bem-estar, para elevar e educar, para auxiliar seus empregados e clientes a realizar seu potencial”, dizem os autores do livro citado anteriormente, Os segredos das empresas mais queridas”, que no Brasil já influenciou empresários do porte de Abílio Diniz, do Pão de Açúcar.

Ajudar? Bem-estar? Alegria? Educar? Empresa querida? Antes que você acenda um incenso ou esconjure os três autores da frase acima, é bom que saiba que eles não são hippies sonhadores saídos de um ashram vestindo túnicas e carregando um olhar beatífico que não se desvia do horizonte. David B. Wolfe, Rajendra S. Sisodia e Jagdish N. Sheth são professores de administração e marketing de algumas das mais influentes universidades americanas, com longa experiência auxiliando algumas das maiores empresas e colaboradores de algumas das mais respeitadas publicações sobre negócios, como a Harvard business review. O livro, aliás, foi publicado pela editora da Universidade de Wharton. Acho que já deu para entender que o papo é sério.

A tese central dos autores é a de que o futuro pertence às empresas que se preocuparem igualmente com os interesses de todas as pessoas com quem se relacionam. Ou seja, as necessidades do dono, ou do acionista, devem merecer a mesma consideração, respeito e atenção que as do consumidor ou do empregado. Até o governo merece seu quinhão de crédito: “As empresas mais queridas reconhecem que os governos, em todas as suas instâncias, têm objetivos legítimos e importantes que precisam ser satisfeitos para que a sociedade opere sem problemas”. Seus executivos, continua o livro, procuram honrar não apenas a letra da lei, mas o espírito dela. Ou seja, em vez de utilizar todos os meios para encontrar brechas e interpretações que permitam fazer o que ninguém quer que façam, as empresas queridas tentam entender o que quis dizer o legislador e seguem essa ideia, mesmo que ela imponha limites à sua atuação.

Em um momento em que até nos Estados Unidos, nave-mãe da livre iniciativa e da economia de mercado, as empresas estão sendo enxovalhadas por falta de compromisso com a sociedade, as frases acima podem soar como piada, e de mau gosto.

Mas a verdade é que as relações com as pessoas estão mesmo ganhando um papel central nas preocupações das empresas. Pelo menos daquelas que se deram ao trabalho de perscrutar o futuro e perceberam que novos tempos vêm aí. Uma das justificativas para isso, segundo os autores, é moral. “Os executivos das empresas mais queridas são movidos por aquilo que acreditam ser correto.” Mas mesmo quem ainda não se iluminou tem uma boa razão para ouvir o que os autores têm a dizer: no frigir dos ovos, as empresas mais queridas deram um retorno financeiro muito maior.

Antes de detalhar essa vantagem, vale a pena entender o que eles consideram uma empresa mais querida. Para fazer esse corte, os autores começaram perguntando a milhares de pessoas em todo o mundo: “Que empresa você ama?”. Saíram dessa etapa com uma lista de centenas de companhias. Em seguida, examinaram mais a fundo como elas tratavam os principais grupos com quem se relacionavam: acionistas, trabalhadores, fornecedores, consumidores e a sociedade em geral. Chegaram até a entrevistar pessoalmente gerentes e consumidores das 60 finalistas. A última triagem revelou as 28 campeãs – entre elas, Amazon, BMW, Commerce Bank, eBay, Google, Harley-Davidson, Honda, Johnson & Johnson, New Balance, Timberland, Toyota e Whole Foods.

Ao compará-las, os autores descobriram que elas têm diversos pontos em comum. Mas a maior surpresa veio do exame de seu desempenho econômico nos dez anos anteriores: as mais amadas pagaram a quem investiu nelas oito vezes mais que o conjunto das 500 maiores empresas. As queridinhas deram de lavada mesmo quando comparadas com outros grupos de empresas selecionados pelos critérios tradicionais de boa gestão e bom desempenho.

Em busca do equilíbrio

Mas o que fazem as empresas mais queridas? Em linhas gerais, elas cuidam para equilibrar os interesses de todos os (desculpe o palavrão) “stakeholders”, o nome que se dá a qualquer pessoa que se relaciona direta ou indiretamente com uma organização. Se a empresa incomodou ou agradou alguém, mesmo que um pouquinho, esse alguém é um “stakeholder”. Em geral, as empresas dividem esse pessoal em grupos, dependendo do relacionamento: consumidores, acionistas, fornecedores, governo, sindicatos, empregados, imprensa, ONGs, vizinhos dos escritórios etc. Dá para imaginar que, no modelo tradicional de negócios, alguns grupos devem ter mais facilidade do que outros para, por exemplo, marcar uma entrevista com o presidente. As empresas mais queridas equilibram essa balança, e é isso que as diferencia. A edição brasileira do livro traz o exemplo da Semco, representante da indústria pesada. Lá, nenhuma reunião é obrigatória. E, se o funcionário entrou em uma reunião chata, tem licença para sair. Os níveis de salários foram decididos pelos funcionários, que ainda avaliam os chefes, segundo o livro. As medidas decuplicaram o faturamento da empresa.

A nova era que começa a pautar as empresas, dizem os autores, é guiada por diversas mudanças na realidade. Uma delas é o envelhecimento da população, que em muitos países começa a atingir aquela idade em que o “ser” começa a ganhar mais importância em relação ao “ter”. A outra é a ascensão das mídias sociais (sempre elas), que deram muito mais poder a qualquer um dos stakeholders (olha eles aí de novo). Se antes apenas um grande acionista ou um sindicato conseguia atingir as mentes e os corações envidraçados dos quartéis-generais das corporações, hoje qualquer adolescente com uma câmera na mão e acesso à web consegue audiência global, se sua mensagem for relevante.

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Administração afetiva
O que fazem algumas das empresas mais queridas

Os tubarões ganham menos: em 2005, Jim Sinegal, cofundador da rede de supermercados Costco, ganhava em média R$ 45 mil por mês. Se trabalhasse bem, tinha um bônus anual de R$ 340 mil. Outras empresas de mesmo porte pagaram naquele ano R$ 20 milhões, em média, aos presidentes.

Os peixes pequenos ganham mais: na Trader Joe’s, rede de mercearias, um gerente em treinamento recebe cerca de R$ 6 mil por mês, valor bem acima do que pagam outras empresas de mesmo porte, para cargos com a mesma responsabilidade.

Todo mundo tem voz: diante de um problema difícil, qualquer empregado da Honda pode convocar uma reunião em que não há chefes. Todo mundo pode dar a opinião que quiser, sem medo de discordar dos manda-chuvas.

Os empregados ficam mais tempo: a rotatividade de empregados na Southwest Airlines é a metade da encontrada em outras das companhias aéreas americanas. Na crise pós-atentados de 11 de setembro de 2001, ninguém ali foi demitido.

Autonomia aos empregados: quando uma cliente apareceu desesperada porque seu forno era pequeno demais para assar o peru que comprara, um empregado da Wegmans Food Markets assou o bicho na loja e mandou entregar na casa da moça.

Fornecedores são bem cuidados: quando a Honda escolhe uma fornecedora, a empresa põe em ação um programa que a ajuda a melhorar sua qualidade e a tornar-se mais rentável.

São mais realistas que o rei: se um país em que opera restringe algum produto químico utilizado na fabricação de móveis, a fabricante sueca Ikea estende a restrição a todas as suas operações no mundo, por entender que todos os clientes merecem o mesmo nível de segurança.

Dão mais retorno financeiro: as empresas abertas mais queridas deram 1.026% de lucro entre 1996 e 2006, contra 122% das 500 maiores empresas da lista da Standard & Poor.

 Texto por Rodrigo Vergara. Fotos: Chris Jordan Extraído da Revista Trip

Fórum de Sustentabilidade no SWU

Um acontecimento que vai colocar o SWU no circuito das grandes discussões sobre sustentabilidade

Prêmio Nobel da Paz, acadêmios de reconhecimento internacional, jovens talentos, personalidades nacionais e estrangeiras, representantes de entidades não governamentais: o Fórum Global de Sustentabilidade SWU já é um marco na história dos grandes eventos que tratam da sustentabilidade.

Depois de uma bem-sucedida estreia em 2010, o evento realiza este ano sua segunda edição com um time de peso que, durante três dias, participará de discussões em torno do tema principal do Fórum: “consciência e atitude”.

O objetivo do encontro é fomentar debates em torno da sustentabilidade através do exemplo e da experiência de pessoas, empresas e organizações que já contribuem para um modo de vida mais sustentável – social, ambiental e economicamente –,
mostrando que por meio de novas escolhas e práticas todos podemos, sim, fazer a diferença.

O II Fórum Global de Sustentabilidade será realizado no Teatro Municipal de Paulínia, na arena onde acontecerá o SWU Music and Arts Festival e contará com dois paineis de debates por dia. A abertura ficará a cargo da orquestra do Projeto
Guri.

Rigoberta Menchú no Fórum Global de Sustentabilidade do SWU. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Rigoberta Menchú no Fórum Global de Sustentabilidade do SWU.

(Foto: Eduardo Carvalho/G1)

A vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Rigoberta Menchú, afirmou que a construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, não afeta apenas os indígenas, mas toda a humanidade e considera a obra como “uma relação comercial que se impõe acima da vida racional da natureza”.

Em entrevista ao G1, a defensora de causas indígenas na América Latina  ressaltou a importância de se preservar a natureza e de “não cometer genocídio” por finalidades econômicas. “As ações que vão acontecer lá não poderão resultar em um genocídio. As pessoas têm que denunciar e defender aquilo que tem que ser defendido”, disse.

Fórum
Rigoberta participou da sessão da tarde do II Fórum Global de Sustentabilidade do SWU, junto com o jornalista Gilberto Dimenstein, a cineasta Laís Bodanzki e o estilista Oskar Metsavaht. O primeiro a falar foi Dimenstein, que mostou como se engajou para transformar seu bairro em São Paulo, a Vila Madalena. Ele brinca que é um bairro regido “12 horas por Deus e 12 horas pelo diabo”, já que tem muitos contrastes.

O jornalista criou uma organização para fazer atividades educativas no bairro, incluindo seus moradores, em especial os jovens. O trabalho de Dimenstein lhe rendeu ser convidado para pesquisar em Harvard, onde teve a possibilidade de apresentar sua iniciativa a Nicholas Negroponte, professor do MIT.

Depois de Dimenstein, foi a vez do estilista Oskar Metsavaht, criador da grife Osklen. Ele explicou como se configura o novo mercado de consumo de luxo, e a importância do Brasil, uma potência ambiental, em relação a esse setor, num contexto em que o desenvolvimento sustentável é cada vez mais importante.

Metsavaht destacou a importância do Protocolo de Kyoto (acordo internacional que, entre outras coisas, propõe que países ricos diminuam suas emissões de gases causadores do efeito estufa) para reforçar o conceito de desenvolvimento sustentável: “O protocolo, se foi assinado ou não, não importa. Ele mudou a visão e mostrou que a proteção da natureza tem que ser associado com a geração de riqueza”, disse.

Seda orgânica
O empresário fundou um instituto que pesquisa produtos sustentáveis como, por exemplo, a seda orgânica, cuja produção atualmente emprega 150 famílias no interior do Paraná. As ideias desenvolvidas pela organização já foram parar nas passarelas, em eventos do porte da São Paulo Fashion Week.

Metsavaht passou a palavra à cineasta Laís Bodanzky. Ela relatou sua experiência com um projeto de cinema itinerante, que leva uma sala de exibição desmontável com 225 lugares para as pessoas poderem assistir filmes no interior do Brasil. A iniciativa também já rendeu um documentário.Laís

Laís Bodanzky destacou em sua palestra que a tecnologia digital tem permitido que mesmo as pessoas com poucos recursos possam produzir seus filmes, contar suas histórias, em vez de apenas assistir: “É como esse planeta pode mudar: quando se dá a voz por meio da arte”.

Laís Bodanzky acredita que dar às pessoas por meio da arte pode ser uma forma de mudar o mundo. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Bodanzky acredita que dar às pessoas por meio da arte pode ser uma forma de mudar o mundo. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)