Bolacha Brasilis

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Atenção amantes dos Lps! Temos uma ótima notícia para vocês!  O produtor e DJ Michel Nath resolveu resgatar a prensa da extinta gravadora Continental de um ferro velho e colocá-la de volta à ativa para marcar o início da segunda (e maior) fábrica de discos de vinil da América Latina, a Vinil Brasil.

Essa é uma notícia incrível para os amantes da boa música, que apreciam o som de corpo inteiro. E também para os artistas, que muitas vezes adorariam gravar seu álbum na versão old school, mas não o fazem pelo seu elevado custo de produção.

Nós amamos discos. Eles têm capas que são verdadeiras obras de arte. Encartes que muitas vezes nos transportam para outros lugares. Fora a experiência sensorial de passar os dedos por entre os discos, escolher um, acertar a agulha no ponto certo e ouvi-lo tocar na vitrola. Sua extinção e substituição por CDs, MP3 e variações, e agora pelo Spotify, tornou os discos de vinil itens cultuados nos últimos anos.

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Mas não só de resgate a experiência sensorial vive um negócio. O mercado de discos de vinil cresceu 30% no mundo em 2015, de acordo com a consultoria Nielsen. No Brasil, o ritmo de crescimento seria parecido.

Com isso em mente,  a Vinil Brasil vai funcionar na Barra Funda, bairro da zona oeste de São Paulo, e terá capacidade para produzir 140 mil discos, entre LPs e compactos, por mês. Esse número significa quase quadruplicar a produção de discos no Brasil, que atualmente gira em torno de 40 mil bolachas por mês produzidos pela Polysom, única em operação nesse nicho, localizada no Rio.

Inovação apoiada em um produto essencialmente artesanal — e esse resgate é tendência. E você, conhece outros exemplos que misturam inovação e o feito à mão?

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Pesquisa revela quais marcas foram mais lembradas por proporcionar bons momentos ao público no Rock in Rio

Qual marca chamou mais atenção dos que estiveram no Rock in Rio? E daqueles que acompanharam via TV ouweb?

Um estudo da Ilumeo com mais de 1.200 pessoas levantou estes e outros dados relativos ao evento que encerrou no dia 22/09, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. De acordo com as informações levantadas, considerando-se o público que estava no local e o que acompanhou a distância, a Coca-Cola foi a marca com a melhor lembrança, com 58%, seguida por Itaú  (53%) e Heineken (52%).

A Coca-Cola ficou na lembrança do público do Rock in Rio 2013 (Foto: Mateus Arisa/Promoview).

O curioso é que, ao fragmentar estes dados,  o resultado muda um pouco. Quando se leva em conta quem foi ao evento, o Itaú tem 74%, seguido pela Coca-Cola (67%), Heineken(66%) e Club Social, que aparece com 57% contra apenas 36% obtidos quando o critério foi o público geral.

Astro do Rock foi a ação de marketing promocional que o Itaú levou à Cidade do Rock.

“Na métrica de lembrança de patrocínio dentre das pessoas que foram ao Rock in Rio, as marcas que mais têm seus índices elevados, em relação ao público em geral, são Itaú e Club Social. Provavelmente, estas marcas tiveram atuação marcante no evento”, observaDiego Senise, diretor da Ilumeo.

Balanço do evento

A organização do Rock in Rio divulgou no dia 27/09, o balanço final do festival. No total, foram 90 horas de música ao longo de sete dias e um público de 595 mil pessoas presentes na Cidade do Rock para acompanhar mais de 160 atrações.

Segundo estimativas da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur), o Rock in Rio gerou um impacto na economia do Rio de Janeiro de mais de R$ 1 bilhão, atingindo uma média de 90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira carioca.

Os resultados na web merecem destaque. O Rock in Rio alcançou a marca de mais de 10,256 milhões de seguidores nas redes sociais, sendo que registrou um crescimento de 704 mil fãs só durante o festival.

O site oficial do evento obteve cerca de 4,5 milhões de visitas e aproximadamente 9,2 milhões de page views. Os principais países que acessaram, além do Brasil, foram Estados Unidos, Portugal, México e Chile, nesta ordem.

O sucesso dos brinquedos instalados na Cidade do Rock, que levavam o nome de patrocinadores e contaram com filas gigantes durante todos os dias, também pode ser expressado em números.

A Heineken está entre as mais lembradas do evento de rock (Foto: Mateus Arisa/Promoview).

Um total de 95.741 pessoas passaram pela roda-gigante, tirolesa, turbo drop, montanha russa e parede de escalada ao longo do festival. Na alimentação os dados também são grandiosos: foram consumidos 530 mil litros de cerveja, 420 mil garrafas de água, 210 mil copos de refrigerante, 9,7 toneladas de copos de refrigerantea, 130 mil pães de queijo, 48 mil pizzas, 29 mil cachorros quentes e 280 mil hambúrgueres.

O Gigante não está mais adormecido

 Contava uma antiga lenda :

“No início dos tempos, na parte sul das Américas, habitava um gigante. Um dos poucos que andavam sobre a Terra. Era feito de rochas, terra e matas, que moldavam sua figura. Pássaros e bichos pousavam e viviam em seu corpo e rios corriam em suas veias. Era como um imenso pedaço de paisagem que andava e tinha vontade própria.Caminhava com passadas vastas como vales e tinha a estatura de montanhas sobrepostas. Ao norte, em seu caminho, encontrava sol quente e brilhante nas quatro estações do ano. Ao sul, planaltos infindáveis. A oeste, planícies e terras cheias de diversidade. E a leste, quilômetros e quilômetros de praias onde o mar tocava a terra gentilmente, desde sempre. Havia também uma floresta como nenhuma outra no planeta. Tão grand e, verde e viva que funcionava como o pulmão de todo o continente à sua volta.

Mesmo diante de tudo isso, um dia, enquanto caminhava, o gigante se inquietou. Parou então à beira-mar e ali, entre as águas quentes do Atlântico e uma porção de terra que subia em morros, deitou-se. E deitado olhou para o céu azul acima se perguntando: “O que me faz gigante?”. Imaginando respostas, caiu em sono profundo. Por eras, que para os gigantes são horas, ele dormiu. Seu corpo gigantesco estirado, o joelho dobrado formando um grande monte, uma rocha imensa denunciando seu torso titânico e a cabeça indizível, coberta de árvores e limo. Dormiu até se tornar lenda no mundo. Uma lenda que dizia que o futuro pertencia ao gigante, mas que ele nunca acordaria e que o futuro seria para ele sempre isso: futuro.

No entanto, com o passar do tempo ficou claroque nem mesmo as lendas devem dizer “nunca”. Depois de muito sonhar com a pergunta sobre si, o gigante finalmente despertou com a resposta. Acordou, ergueu-se sobre a terra da qual era parte e ficou de frente para o horizonte. Tirou então um dos pés do chão e, adentrando o mar, deu um primeiro passo.Um passo decidido em direção ao mundo lá fora para encontrar seu destino.Agora sabendo que o que o faz um gigante não é seu tamanho, mas o tamanho dos passos que dá.”