33 momentos que definem como será o próximo SPFW

E como quem não quer nada, lá vem chegando o SPFW de novo.

Hora de polir os óculos escuros.

E respirar fundo.

Olhar o line-up e confirmar: não tem mesmo desfile da Neon

Mas Reinaldo Lourenço e Gloria Coelho estão de volta!

Alguns desfiles incríveis…

… outros nem tanto.

E outros com um casting… interessante.

No fim de semana anterior, a missão é checar o guarda-roupa.

E…

Sempre cogitamos um look bafo.

Mas estamos trabalhando, né? Melhor usar algo mais prático.

Aí a gente chega no Parque Villa Lobos e não tem UMA sombra.

E ainda esquecemos de fazer o credenciamento.

Tudo bem, todo mundo bem-humorado para a Animale, que abre os trabalhos.

E mais bom humor, afinal são VINTE E CINCO desfiles em cinco dias.

Aí, logo depois do primeiro desfile, alguém pergunta: quais as TENDÊNCIAS da estação?

Sério, quem é que ainda liga para TENDÊNCIA?

E a gente ainda tenta comer uma coisinha e… o restaurante é o Figueira Rubayat!!!

A terça-feira é longa e começa cedo, com Alexandre Herchcovitch no Teatro Municipal.
Hora de disfarçar a cara de sono.

De tarde, além dos desfiles, a modelo Michelli Provensi lança seu livro. ❤

Já na terça de noite, hora de escolher:
Ficar para ver o desfile de Juliana Jabour OU partir para a festa da Chanel na Oca?

Ou os dois!

Mas sem ressaca no dia seguinte.

Quarta tem desfile-show-performance-apresentação do Fause Haten.
E ele só vai divulgar o lugar na hora.

Quinta-feira, 10h30: Pedro Lourenço faz desfile na FAAP.
Tomara que não chova, né? Porque aquelas escadas…

Em algum momento VAI chover – e vamos todos ficar ilhados depois do último desfile.

Aí, também na quinta, tem o retorno de Gisele Bündchen. Na Colcci. DE NOVO.

Mas depois do desfile, todo mundo sai meio assim.

No fim da sexta-feira, bate aquele cansaço.

Mas aí você lembra que na outra semana tem… Fashion Rio!

E ainda tem que fazer lista de tendências, porque as pessoas não param de pedir!

No meio disso tudo, Gloria Kalil está na Turquia… Volta, Gloria!

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Circuito de Moda e Arte

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Começa hoje (13.03) o Circuito de Moda e Arte em sua 7ª edição. Os idealizadores do evento Danilo Blanco e Fernando Zelman contam com uma programação inédita e exclusiva e com o apoio da SPFW – São Paulo Fashion Week. Por meio de exposições e debates, o público é convidado a refletir sobre a cultura da moda. Confira sua programação: aqui.

Mais Informações: acesse aqui.

O retorno das Franjas

As franjas sacudiram os anos 1920.

Elas agitaram o visual das melindrosas nos anos 1920 e as roupas dos hippies na década de 1970. Agora, as franjas retornam à moda de forma mais democrática: em peças de vários estilos, das glamourosas às moderninhas. Quem aderiu ao movimento? Barbara Bela, Coca-Cola Clothing e Coven.

No São Paulo Fashion Week, os adereços foram o grande charme da coleção da Huis Clos. Sara Kawasaki, estilista da grife que é referência de minimalismo no Brasil, aplicou franjas longas e fluidas nas mangas e golas das peças de cores neutras. Chic, clean e com muito balanço. O material faz toda a diferença no resultado. Para um visual mais western, aposte na camurça. Quer sair por aí bem girlie? As franjas de crochê dão conta do recado. Por ser tão soltinho e leve, o efeito disfarça os volumes extras do corpo e, ainda por cima, alonga a silhueta. E os acessórios também entraram na onda. Botas, bolsas e colares com o efeito dão um up a qualquer visual mais básico.

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Fórum de Sustentabilidade no SWU

Um acontecimento que vai colocar o SWU no circuito das grandes discussões sobre sustentabilidade

Prêmio Nobel da Paz, acadêmios de reconhecimento internacional, jovens talentos, personalidades nacionais e estrangeiras, representantes de entidades não governamentais: o Fórum Global de Sustentabilidade SWU já é um marco na história dos grandes eventos que tratam da sustentabilidade.

Depois de uma bem-sucedida estreia em 2010, o evento realiza este ano sua segunda edição com um time de peso que, durante três dias, participará de discussões em torno do tema principal do Fórum: “consciência e atitude”.

O objetivo do encontro é fomentar debates em torno da sustentabilidade através do exemplo e da experiência de pessoas, empresas e organizações que já contribuem para um modo de vida mais sustentável – social, ambiental e economicamente –,
mostrando que por meio de novas escolhas e práticas todos podemos, sim, fazer a diferença.

O II Fórum Global de Sustentabilidade será realizado no Teatro Municipal de Paulínia, na arena onde acontecerá o SWU Music and Arts Festival e contará com dois paineis de debates por dia. A abertura ficará a cargo da orquestra do Projeto
Guri.

Rigoberta Menchú no Fórum Global de Sustentabilidade do SWU. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Rigoberta Menchú no Fórum Global de Sustentabilidade do SWU.

(Foto: Eduardo Carvalho/G1)

A vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Rigoberta Menchú, afirmou que a construção da usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará, não afeta apenas os indígenas, mas toda a humanidade e considera a obra como “uma relação comercial que se impõe acima da vida racional da natureza”.

Em entrevista ao G1, a defensora de causas indígenas na América Latina  ressaltou a importância de se preservar a natureza e de “não cometer genocídio” por finalidades econômicas. “As ações que vão acontecer lá não poderão resultar em um genocídio. As pessoas têm que denunciar e defender aquilo que tem que ser defendido”, disse.

Fórum
Rigoberta participou da sessão da tarde do II Fórum Global de Sustentabilidade do SWU, junto com o jornalista Gilberto Dimenstein, a cineasta Laís Bodanzki e o estilista Oskar Metsavaht. O primeiro a falar foi Dimenstein, que mostou como se engajou para transformar seu bairro em São Paulo, a Vila Madalena. Ele brinca que é um bairro regido “12 horas por Deus e 12 horas pelo diabo”, já que tem muitos contrastes.

O jornalista criou uma organização para fazer atividades educativas no bairro, incluindo seus moradores, em especial os jovens. O trabalho de Dimenstein lhe rendeu ser convidado para pesquisar em Harvard, onde teve a possibilidade de apresentar sua iniciativa a Nicholas Negroponte, professor do MIT.

Depois de Dimenstein, foi a vez do estilista Oskar Metsavaht, criador da grife Osklen. Ele explicou como se configura o novo mercado de consumo de luxo, e a importância do Brasil, uma potência ambiental, em relação a esse setor, num contexto em que o desenvolvimento sustentável é cada vez mais importante.

Metsavaht destacou a importância do Protocolo de Kyoto (acordo internacional que, entre outras coisas, propõe que países ricos diminuam suas emissões de gases causadores do efeito estufa) para reforçar o conceito de desenvolvimento sustentável: “O protocolo, se foi assinado ou não, não importa. Ele mudou a visão e mostrou que a proteção da natureza tem que ser associado com a geração de riqueza”, disse.

Seda orgânica
O empresário fundou um instituto que pesquisa produtos sustentáveis como, por exemplo, a seda orgânica, cuja produção atualmente emprega 150 famílias no interior do Paraná. As ideias desenvolvidas pela organização já foram parar nas passarelas, em eventos do porte da São Paulo Fashion Week.

Metsavaht passou a palavra à cineasta Laís Bodanzky. Ela relatou sua experiência com um projeto de cinema itinerante, que leva uma sala de exibição desmontável com 225 lugares para as pessoas poderem assistir filmes no interior do Brasil. A iniciativa também já rendeu um documentário.Laís

Laís Bodanzky destacou em sua palestra que a tecnologia digital tem permitido que mesmo as pessoas com poucos recursos possam produzir seus filmes, contar suas histórias, em vez de apenas assistir: “É como esse planeta pode mudar: quando se dá a voz por meio da arte”.

Laís Bodanzky acredita que dar às pessoas por meio da arte pode ser uma forma de mudar o mundo. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)

Bodanzky acredita que dar às pessoas por meio da arte pode ser uma forma de mudar o mundo. (Foto: Eduardo Carvalho/G1)