Evoke e Update or Die apresentam o “House Of Jam”

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“I dont know but… I heard people say that what we do is rare…”

“House Of Jam” é o novo projeto musical da Evoke e do Update or Die.

Serão veiculados e produzidos programas apresentando bandas novas (e consagradas) dentro da Casa Evoke – um espaço experimental de marca que reúne diferentes contextos que orbitam o estilo de vida Evoke, e do UoD, com jam sessions, exposições de arte e eventos multi-culturais que promovem encontros inusitados.

Por lá, já passaram músicos e bandas como:

• Suicidal Tendencies
• Ben Harper
• Black Alien
• Comodoro
• Lucio Maia
• Mombojó
• Michael Gravis
• Sepultura
• Maximum Hedrum
• Agent Orange
• Marky Ramone
• Marina de la Riva
entre muitos outros…

Ou seja: os encontros que já acontecem naturalmente e com muito prazer, mas de maneira super restrita, agora serão compartilhados. O papel do UoD é fazer a interface com os músicos e nossos leitores, servindo como inspiração e curadoria através da geração de conteúdo. Há tempos existe a oportunidade de colocar em pé este projeto e, agora, chegou hora de reunir essa turma.

Mensalmente, será publicado um programa apresentando a banda convidada, que fará um pocket show, com duas ou três músicas, que serão gravadas em um pequeno evento exclusivo para poucos convidados. Serão 12 bandas/programas durante o ano, a última banda será escolhida através de um concurso e todas farão parte da primeira coletânea digital lançada pelo “House Of Jam”.

O primeiro “H.O.J.” é com os noruegueses do BIG BANG, trio que faz um rock n roll muito bem feito, misturando o som cru e direto com uma pegada clássica. A banda, que não é nova (lança discos desde 1995), é sempre apontada como a melhor da Noruega em cima dos palcos. O “Radio Radio TV Sleep” é o álbum ao vivo mais vendido de todos os tempos no país. Seu líder, Øystein Greni, é um ex-campeão de skate que se machucou fazendo manobras, teve a carreira comprometida e passou a dedicar-se a guitarra. Junto com Olaf Olsen (bateria) e Nikolai Eilertsen (baixo) formam um daqueles power trios que só dá para tentar entender quando você está em um show. Jack White, Billy Gibbons e Scott Weilland já disseram para ficarmos de ouvidos atentos. E, eles têm razão.

Nos próximos meses muitas bandas farão parte do projeto, e acontecerão mais eventos exclusivos,com mais novidades e muito mais conteúdo.

Tem alguma sugestão? Banda para apresentar? Envie para: guga@updateordie.com

Eles estão buscando marcas apoiadoras para amplificar e acrescentar ainda mais a este projeto, transformando-o em algo bem maior (como merece). O projeto tem potencial para em pouco tempo ter mais novidades e mais gente envolvida.

 

33 momentos que definem como será o próximo SPFW

E como quem não quer nada, lá vem chegando o SPFW de novo.

Hora de polir os óculos escuros.

E respirar fundo.

Olhar o line-up e confirmar: não tem mesmo desfile da Neon

Mas Reinaldo Lourenço e Gloria Coelho estão de volta!

Alguns desfiles incríveis…

… outros nem tanto.

E outros com um casting… interessante.

No fim de semana anterior, a missão é checar o guarda-roupa.

E…

Sempre cogitamos um look bafo.

Mas estamos trabalhando, né? Melhor usar algo mais prático.

Aí a gente chega no Parque Villa Lobos e não tem UMA sombra.

E ainda esquecemos de fazer o credenciamento.

Tudo bem, todo mundo bem-humorado para a Animale, que abre os trabalhos.

E mais bom humor, afinal são VINTE E CINCO desfiles em cinco dias.

Aí, logo depois do primeiro desfile, alguém pergunta: quais as TENDÊNCIAS da estação?

Sério, quem é que ainda liga para TENDÊNCIA?

E a gente ainda tenta comer uma coisinha e… o restaurante é o Figueira Rubayat!!!

A terça-feira é longa e começa cedo, com Alexandre Herchcovitch no Teatro Municipal.
Hora de disfarçar a cara de sono.

De tarde, além dos desfiles, a modelo Michelli Provensi lança seu livro. ❤

Já na terça de noite, hora de escolher:
Ficar para ver o desfile de Juliana Jabour OU partir para a festa da Chanel na Oca?

Ou os dois!

Mas sem ressaca no dia seguinte.

Quarta tem desfile-show-performance-apresentação do Fause Haten.
E ele só vai divulgar o lugar na hora.

Quinta-feira, 10h30: Pedro Lourenço faz desfile na FAAP.
Tomara que não chova, né? Porque aquelas escadas…

Em algum momento VAI chover – e vamos todos ficar ilhados depois do último desfile.

Aí, também na quinta, tem o retorno de Gisele Bündchen. Na Colcci. DE NOVO.

Mas depois do desfile, todo mundo sai meio assim.

No fim da sexta-feira, bate aquele cansaço.

Mas aí você lembra que na outra semana tem… Fashion Rio!

E ainda tem que fazer lista de tendências, porque as pessoas não param de pedir!

No meio disso tudo, Gloria Kalil está na Turquia… Volta, Gloria!

I see people in the crowd

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Guilherme Kramer é paulista e veio do mundo publicitário pra marcar o campo da ilustração, do street art e da pintura com o seu trabalho minucioso, detalhista, compulsivo e brilhante.

Conhecido pelos murais e peças em grandes formatos onde desenha milhares e milhares de pequenos rostos expressivos e detalhados, ele foi um dos vencedores do projeto Havaians + IdeaFixa, ilustrador do Estadão, já colaborou com marcas como a Reserva e mais recentemente com a Streettoo e oStree2lab, teve inúmeras exposições individuais pelo Brasil e pelo mundo, e agora está abrindo aexposição Humanhood em Hong Kong na galeria de arte Toof Contemporary, onde ele também realizou um live-painting desenhando os rostos dos visitantes da expo. Aproveitando a visita asiática, o artista também vai realizar um workshop de arte urbana esse sábado, 5 de Outubro.

Compartilhamos aqui as imagens do processo dessa obra recente incrível, Con la gente me gusta.

Campeonato Americano de Barba e Bigode

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O Campeonato Americano de Barba e Bigode é um evento onde você poderá encontrar pessoas com um visual um pouco diferente do que esta acostumado no dia a dia. Enquanto a maioria dos homens opta por fazer a barba para um visual “limpo”, estes homens caminham no sentido contrário, eles cultivam seus emaranhados de pelos de uma forma quase artística. Trançando linhas e modelos diferentes para seus bigodes e barbas, com o objetivo de conseguirem ser bem qualificados e ter seu trabalho reconhecido, neste campeonato que acontece a anos nos Estados Unidos.

Fotos:Greg Anderson,

Bonitos por Natureza

Se eu contar vocês não vão acreditar! Conheci esses dois rapazes na praia enquanto fotografa a paisagem. Saídos da Argentina, vieram de carona tentar a vida no Brasil.

Tipicamente aventureiros, Os Argentinos me contaram um pouco de sua história. Em seu país trabalhavam com educação física e aqui no Brasil não sabiam o que iam fazer. Meu olhar fotográfico estava me dizendo algo. Foi como se o destino nos juntasse. Encontraram uma fotógrafa de moda em um lugar paradisíaco e deserto.

Perguntei então se eles topavam posar para as minhas lentes, já que trabalho com isso, conseguiria facilmente ingressá-los nessa carreira. E então na hora dois lindos sorrisos se abriram para mim: Claro! Como não Juli!? Eles disseram. Combinamos que no dia seguinte faríamos as tais fotos.

Eles trouxeram algumas roupas que tinham e sem a menor produção, fizemos esse editorial. Fiquei muito surpresa com o resultado e com a naturalidade dos dois diante da câmera.

Quando cheguei em São Paulo e editei o material logo percebi que tinha que ligar rápido para meus amigos Bookers. Com certeza esses meninos não vão fazer uma visita desapercebida pelo nosso país. Parece que encontrei dois New Faces, vocês não acham? Com prazer apresento à vocês  Sergio e Ariel!

FILE 2013

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Em cartaz no Centro Cultural Fiesp, o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica apresenta 23 obras de arte digital com entrada gratuita até 1º de setembro. Famoso por suas longas filas nos fins de semana, o evento tem um público cativo que o procura principalmente pela possibilidade de interagir de diversas maneiras com instalações, animações, aplicativos para tablet e games, entre outros trabalhos. Em sua 14ª edição, em 2012, o festival recebeu 50 mil pessoas. Para evitar o tumulto, a dica é fazer a visitar durante a semana ou aos sábados e domingos, pela manhã.

É importante reservar de 2 a 3 horas para conhecer todos os trabalhos em exibição neste ano. Não há um roteiro a seguir. No salão, vale ficar livre e experimentar as mais diferentes sensações que as peças podem despertar, sem pressa. O estudante de moda Wladimir Rocha, que estava na abertura, no último dia 22, levou a sério essa proposta. “É bacana usar a tecnologia a favor da arte de uma forma interativa”, disse.

The Sugar Lab: levando a confeitaria a um outro nível

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Quem não ama bolos decorados? A cada dia que passa, novas técnicas e invenções são criadas para aprimorar a prática, que é pura arte. Um outro nível de “novidade” foi atingido pelo casal Kyle e Liz von Hasseln, que têm uma empresa chamada The Sugar Lab.

O trabalho do The Sugar Lab é, “basicamente” produzir esculturas de açúcar utilizando a técnica de impressão em 3D:  uma mistura de álcool e água é aplicada em camadas para molhar e depois endurecer o açúcar, que se transforma em geométricas e inacreditáveis estruturas.

O serviço é exclusivo e customizado. Não produz, com o perdão do trocadilho, em massa.  O processo de desenvolvemento começa num rascunho, quando o cliente compartilha sua ideia, tema, humor, e o casal trabalha para “traduzir” isso numa linguagem digital.

Uma ótima ideia para casamentos, aniversários ou, por que não, para decoração da casa?

Por dentro do camarim…

Já é conhecida a tendência das estrelas da música para fazer exigências extravagantes e, em alguns casos casos bizarras, antes, durante e depois de um show ou apresentação. Depois de revisar adendos – aquela cláusula contratual que descreve uma série de estipulações ou pedidos feitas por músicos ou bandas para definir como precisam que seus equipamentos sejam montados e arranjados, como querem que seus camarins sejam organizados e que tipos de comida e bebida necessitam – o fotógrafo Henry Hargreaves decidiu criar uma série fotográfica retratando os pedidos dos artistas – na grande maioria das vezes, bizarros.

O estilo das fotos tem uma explicação dada pelo fotógrafo: “Decidi focar nos pedidos mais peculiares e fotografá-los num estilo de natureza morta barroca flamenca, porque senti que havia uma conexão direta entre os temas nesses tipos de pinturas e os adendos: a ideia da passagem do tempo e da mortalidade final da carreira de um músico quando os holofotes inevitavelmente se apagam — ele tem apenas um curto espaço de tempo para fazer essas exigências e para que elas sejam atendidas.”

Veja algumas das fotos produzidas por Henry:

William Baglione, cuidando da criatividade e amando a cidade.

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Em meio aos conjuntos de prédios e construções famosas das capitais, seus olhos atentos estão sempre em busca do inusitado. Para apreciar um lampejo de arte, basta querer entender como a arte urbana se manifesta em meio à grande complexidade cidade e como ela pode ser representada de inúmeras formas, cada uma com aspectos diferenciados, bem como a história por trás delas.

Diga-se de passagem, os olhos muito atentos do curador de arte contemporânea William Baglione, sempre estiveram envolvidos com a produção de conteúdos criativos. Trabalhando desde 1994  na administração da carreira de seu irmão, o artista plástico Herbert Baglione,  o idealizador e fundador da Famiglia Baglione, faz um adendo a questão: Segundo sua visão, a cidade encontra-se empobrecida de criações artísticas, e para ele ainda existe uma  infinidade de laterais de prédios mal aproveitadas que poderiam  se transformar em painéis gigantes e outdoors,  que pela lei poluem visualmente, mas por outro ponto de vista priva de cores e alegorias que dão vida à cidade.

Sempre fora evidente que William era um artista, que absorvia as informações e possuía um olhar peculiar sobre o assunto, foi notada então a oportunidade de gerenciar a parte burocrática do trabalho e administrar a carreira de outros artistas, William chamou o irmão e o artista plástico Nunca para fundar o que foi um dos conjuntos de artistas mais renomados do Brasil.

A Familgia podia ser considerada uma máfia em termos de administração e estrutura, William Baglione afirma que apreciava muito os encontros pessoais e a boa comida, que sempre esteve presente nos encontros. A ligação entre os membros transcendia a relação profissional,  ligação essa que vinha antes da arte. William sempre foi engajado ao trabalho do irmão de forma complementar, e nesses trabalhos o compartilhamento de ideias era fundamental. Mostrou excelência na produção e execução de projetos,  de forma pioneira na exposição da arte brasileira pelo mundo, durante 7 anos, gerando conteúdo artístico e alavancando a carreira de alguns dos nomes mais importantes da arte urbana brasileira. Baseando-se na experiência adquirida ao longo desses projetos surgiu um novo ideal.

Neste cenário de constante transformação e efemeridade, é necessário inserir o visual, escancarar à vista para todos os olhos atentos e também para os desatentos. Willian fez isso diversas vezes com maestria, levando a arte do Brasil mundo a fora

Em busca de atrelar arte a uma concepção ainda mais profunda, ergue-se a Society Under Construction. Aprimorando o desenvolvimento de trabalhos como workshops,  outdoors, exposições institucionais, cursos e  curadoria de arte. Estes projetos têm objetivos criativos e sociais e mostram como a  arte é capaz de ativar a questão  social-cultural  e fomentar empreendimentos que são de grande importância para dar identidade da cidade, principalmente de uma mundialmente conhecida e com tantas influências culturais como a cidade de São Paulo e ainda agregam valor ao turismo e transformam os espaços em que são inseridos.

O trabalho de Willian consiste em quebrar paradigmas mostrar ao público a abrangência da arte urbana e como  pode ser inserida em qualquer meio, para ele só é necessário direciona-la. E acredite: de ambos os lados. Os artistas também precisam ser direcionados. Muitos deles esbanjam talento e são incapazes de direcionar a própria carreira . Diga -se de passagem, não é uma coisa nada fácil.

Dar foco a criatividade  e incentivar a luta de quem insiste em viver de arte é um trabalho para Hércules. Muitos espaços estão apenas à espera da intervenção de artistas que querem dar vida a suas obras e enriquecer o visual da cidade. Abram as portas. Deixem esse homem passar!