Calendário Splah 2014 – Tejal Patni

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A marca Splash, com 200 lojas no oriente médio e uma das maiores varejistas da região, convidou o fotógrafo árabe Tejal Patni para clicar seu calendário 2014 e assim comemorar de 20 anos da marca na industria da moda. Brincando de caleidoscópio, Tejal conseguiu criar um mundo de fantasia, onde os principais personagens são as cores, estampas e texturas.

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Pesquisa revela quais marcas foram mais lembradas por proporcionar bons momentos ao público no Rock in Rio

Qual marca chamou mais atenção dos que estiveram no Rock in Rio? E daqueles que acompanharam via TV ouweb?

Um estudo da Ilumeo com mais de 1.200 pessoas levantou estes e outros dados relativos ao evento que encerrou no dia 22/09, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. De acordo com as informações levantadas, considerando-se o público que estava no local e o que acompanhou a distância, a Coca-Cola foi a marca com a melhor lembrança, com 58%, seguida por Itaú  (53%) e Heineken (52%).

A Coca-Cola ficou na lembrança do público do Rock in Rio 2013 (Foto: Mateus Arisa/Promoview).

O curioso é que, ao fragmentar estes dados,  o resultado muda um pouco. Quando se leva em conta quem foi ao evento, o Itaú tem 74%, seguido pela Coca-Cola (67%), Heineken(66%) e Club Social, que aparece com 57% contra apenas 36% obtidos quando o critério foi o público geral.

Astro do Rock foi a ação de marketing promocional que o Itaú levou à Cidade do Rock.

“Na métrica de lembrança de patrocínio dentre das pessoas que foram ao Rock in Rio, as marcas que mais têm seus índices elevados, em relação ao público em geral, são Itaú e Club Social. Provavelmente, estas marcas tiveram atuação marcante no evento”, observaDiego Senise, diretor da Ilumeo.

Balanço do evento

A organização do Rock in Rio divulgou no dia 27/09, o balanço final do festival. No total, foram 90 horas de música ao longo de sete dias e um público de 595 mil pessoas presentes na Cidade do Rock para acompanhar mais de 160 atrações.

Segundo estimativas da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur), o Rock in Rio gerou um impacto na economia do Rio de Janeiro de mais de R$ 1 bilhão, atingindo uma média de 90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira carioca.

Os resultados na web merecem destaque. O Rock in Rio alcançou a marca de mais de 10,256 milhões de seguidores nas redes sociais, sendo que registrou um crescimento de 704 mil fãs só durante o festival.

O site oficial do evento obteve cerca de 4,5 milhões de visitas e aproximadamente 9,2 milhões de page views. Os principais países que acessaram, além do Brasil, foram Estados Unidos, Portugal, México e Chile, nesta ordem.

O sucesso dos brinquedos instalados na Cidade do Rock, que levavam o nome de patrocinadores e contaram com filas gigantes durante todos os dias, também pode ser expressado em números.

A Heineken está entre as mais lembradas do evento de rock (Foto: Mateus Arisa/Promoview).

Um total de 95.741 pessoas passaram pela roda-gigante, tirolesa, turbo drop, montanha russa e parede de escalada ao longo do festival. Na alimentação os dados também são grandiosos: foram consumidos 530 mil litros de cerveja, 420 mil garrafas de água, 210 mil copos de refrigerante, 9,7 toneladas de copos de refrigerantea, 130 mil pães de queijo, 48 mil pizzas, 29 mil cachorros quentes e 280 mil hambúrgueres.

Escorregadores urbanos, já!

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Aproveitando o clima de protesto, poderíamos incluir essa na nossa pauta para agilizar o cotidiano. Certamente não agradaria a todos, mas que é divertido e permite acelerar um pouco o nosso dia-a-dia, disso não há dúvidas. Em várias cidades do mundo, têm sido construídos escorregadores urbanos ao lado de escadas – assim uma tarefa normal do cotidiano vira rapidamente um momento divertido.

Em Utrecht, na Holanda, o escorregador é grande atração em uma estação de trem. Já em Berlim, Alemanha, foi no metrô que ele apareceu e a verdade é que, além do momento lúdico, o escorregador permite melhorar o fluxo dos passageiros.

Assista ao vídeo na estação de metrô da capital alemã: impossível não amar a ideia.

Lançamento da Coleção Vintage Style de Lia Paris

Ficou pronto o vídeo Making Of do Editorial Vintage Style para a marca de biquinis retrô Lia Paris beachwear, o vídeo apresenta a estréia oficial da marca no Fashionroom.

Uma equipe espetacular formada por amigos queridos e pessoas extremamente talentosas e competentes, pessoas do bem, pessoas com garra, que amam a arte e a moda. Uma energia fantástica tomou conta do set que se transformou em uma fábrica de idéias, imagens e sentimentos… Algo inexplicável aconteceu durante aquela tarde. O que era para ser um editorial de estreia da marca de biquinis Vintage, evoluiu para um trabalho lindíssimo produzido a muitas mãos, olhos, bocas e coração. Só tenho a agradecer por fazer parte desta amizade, parceria e criatividade.

 Feito pela diretora  Judith Belfer com fotografia da Patricia Gimenez, Fotógrafo Angelo Pastorello, Still Juliana Naltchadjan, make Sulamita Dancuart e Tiffany Souza, produção Cristina Andrade e Renata Cordeiro, styling Marcelo Otaviano, modelos Maria Eugênia Suconic, Leonardo Possatti, Arnaud Cornevin, Marco Nobre e Thainá, arte Alê Jordão.

Olha que lindo que é o espaço da Marca na Fashionroom:

Próteses de Artísticas

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Mais um exemplo de inovação que faz toda a diferença na vida das pessoas: The Alternative Limb Project. O nome dá a pista e as fotos esclarecem – próteses alternativas, membros do corpo completamente personalizados. São verdadeiras obras de arte.

Com este projeto, as pessoas que necessitam de uma prótese, não só vão poder personalizá-las e torná-las únicas, como vão estar divulgando o trabalho de algum artista. No lugar de próteses comuns, estão estes trabalhos repletos de criatividade. Projeto sensacional. Veja algumas próteses criativas que selecionamos:

Surf & Arte – A Flora Ecoboards

 


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Vivemos em uma sociedade de contrastes, onde o novo e o velho convivem diariamente. A Flora Ecoboards acolhe a ideia do surf ser muito mais que um esporte. Se manifesta  a  favor da  fuga da padronização e incentiva a liberdade de expressão de um surfista sobre a prancha.
Reconhecendo que existem práticas e estilos singulares, as produções da A Flora são exclusivas e podem ser associadas com o mesmo conceito de liberdade e resgate da essência.
O sentimento de nostalgia e a quebra de antigos conceitos aproximam o esporte da arte.

Ao longo da evolução do surf, a funcionalidade dos equipamentos se tornaram mais complexas, evidenciando o caráter competitivo dos surfistas que priorizam equipamentos mais modernos que proporcionem melhor  performance  e destaque nas competições, distanciando a prática de sua essência.
Com o intuito de restabelecer essa essência  e integrá-la ao Surf moderno, a A Flora Ecoboards fez uma releitura das pranchas ancestrais de madeira, proporcionando uma volta ao passado, que chegou a seu ápice com o (re)surgimento da Alaia, um modelo todo feito em madeira maciça , sem quilhas, e que remonta aos primórdios do surf. O nome Alaia significa prancha fina em dialeto havaiano.

As pranchas produzidas pela A Flora Ecoboads além de serem pirografadas para uso decorativo, são exclusivas pela sua fabricação artesanal e possuem  características do design atual, sendo leves, resistentes e com durabilidade de 20 a 30 anos, podendo ainda manter a aparência de nova.  A produção das pranchas não tem apelo competitivo, sua pretensão está  associada  à sensação que elas proporcionam durante o surf, por serem de madeira oca, ampliam a vibração entre a superfície e a água, resgatando a nostalgia do surf por diversão.

Na Marcenaria da A Flora em Itamambuca, o marceneiro Kiko Horácio e o designer Tiago Matulja, começaram a produção artesanal inspirados pelo método criado pelo  americano Tom Blake, o que evoluiu o surfe com suas pranchas ocas e incrivelmente leves para época tornando viável a prática do surf para mais pessoas.
Para produzir pranchas com tanto potencial, durante o projeto eles se mantêm atentos para o ajuste de cada peça que irá formar a prancha, cada detalhe é essencial e compromete a aerodinâmica e hidrodinâmica na hora de surfar.

Somado ao trabalho impecável na produção das pranchas de surf, a A Flora Ecoboards propaga o conceito de sustentabilidade, suas pranchas são constituídas em madeira certificada pelo FSC (Forest Stewart Council) que é hoje o selo verde mais reconhecido em todo o mundo.
Utilizando da madeira de reflorestamento e de proveniência sustentável ou ainda em alguns casos o uso da natureza morta como árvores caídas e reciclagem de material, a preocupação concentra-se  na substituição da espuma de poliuretano, que é matéria prima para as pranchas atuais, pela madeira que é um material biodegradável. O procedimento de produção  de espumas de poliuretano propagam  o CFC que por sua vez agride  à camada de ozônio aumentando o efeito estufa.
Juntamente com o ressurgimento das pranchas de madeira oca, com o objetivo de obter um material 100% biodegradável,  após algumas pesquisas, começaram a utilizar uma resina com base em óleos vegetais, afim de substituir as resinas  utilizadas na impermeabilização das pranchas,  que dependendo da sua composição espalham resíduos derivados de petróleo pelo mar, por uma resina que pode ser absorvida pelo ambiente e torna-se adubo orgânico.

Merecedores desse reconhecimento, o Projeto Curi Atá Apenunga, que exibe as pranchas de madeira oca, foi classificado entre os 31 finalistas do 1º Prêmio Craft Design, tendo participação na exposição da 13ª Feira Craft Design, evento de negócios destinado a lojistas, arquitetos, decoradores, e profissionais da área de decoração. E também classificado no  1º Objeto Brasileiro entre 61 objetos dos 1000 projetos selecionados, participando da exposição no Museu A Casa. O Prêmio Objeto Brasileiro tem como objetivo principal a promoção da sustentabilidade do fazer artesanal contemporâneo no Brasil, ambos os prêmios incentivam a decoração de ambientes  por materiais sustentáveis e   valorizam o desenvolvimento da produção artesanal.

Serginho Groisman apresenta o trabalho de Kiko Oracio e Tiago Matulja

Desfile Digital – Patricia Viera – A Flora

Plástico Peixe

Três esculturas de peixes gigantes construídas a partir de garrafas plásticas descartadas foram avistados na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro. Esta instalação foi parte da última semana da Rio +20,  Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável.

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