Rodrigo Roda na Campus Party

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A cada ano que passa, a Campus Party torna-se mais sobre empreendedorismo e menos sobre tecnologia.

Rodrigo Roda nosso mais novo parceiro, empreendedor da Fotocommerce 360°, é especialista em e-commerce no Brasil fala sobre  mercado de Atacado on-line, como alinhar Fornecedores e Lojistas, ao mesmo tempo proporcionando conveniência e poder ao usuário. Em seu discuso falará também sobre formas inteligentes de abastecimento de lojas.

Em 2011, por exemplo, dos 11 principais palestrantes, apenas um não costuma ser ligado à área de tecnologia –Al Gore, vice-presidente americano no governo de Bill Clinton, que foi falar sobre aquecimento global.

Nomes como Steve Wozniak, cofundador da Apple, Jon “Maddog” Hall, diretor da Fundação Linux, e Tim Berners-Lee, o “pai da internet”, estavam presentes.

Neste ano, na sétima edição da Campus Party, dos oito palestrantes principais, apenas metade é da área de tecnologia, enquanto o restante falará sobre empreendedorismo e inovação.

“Começamos inspirando a conectividade entre as pessoas, passamos a incentivar a criatividade e agora estamos prontos para mostrar que conectividade e a criatividade são as sementes para o empreendedorismo latente nos jovens brasileiros”, diz Paco Ragageles, cofundador da Campus Party.

Raul Arboleda – 11.out.13/AFP
Bruce Dickinson fala durante a Campus Party da Colômbia, em Medellín
Bruce Dickinson fala durante a Campus Party da Colômbia, em Medellín

ATRAÇÕES

O principal destaque será Bruce Dickinson, vocalista da banda de metal Iron Maiden.

O músico falará sobre suas experiências de empreendedorismo na área de aviação. Dickinson investe em uma escola de formação de pilotos, e na Cardiff Aviation, empresa de manutenção de aviões.

Também estão confirmados palestrantes como Marcelo Ballona, cofundador do site Submarino, e John Lunn, executivo do PayPal.

As 8.000 vagas para acampar no evento estão esgotadas, segundo a organização.

Na edição de 2014, a velocidade da conexão à internet será de 40 Gbps, ante 30 Gbps do ano passado. Start-ups concorrerão a prêmios que totalizam R$ 1,2 milhão no desafio Fi-Ware, cuja final acontecerá na Campus Party.

QUANDO
27 de janeiro a 2 de fevereiro

ONDE
Anhembi Parque – Av. Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo

SITE
campus-party.com.br

DESTAQUES

BRUCE DICKINSON
28.jan, terça-feira, 13h
Vocalista da banda de metal Iron Maiden; falará sobre empreendedorismo na área de aviação

RODRIGO RODA

29.jan, quarta feira, 18h

Especialista em e-commerce e fundador da Fotocommerce 360°- Auditório do SEBRAE – Vamos falar sobre e-commerce com uma abordagem pragmática

JOHN LUNN 
30.jan, quinta-feira, 13h
Diretor global de desenvolvimento do sistema de pagamentos PayPal, falará sobre o “futuro do dinheiro”

ANDREAS GAL
30.jan, quinta-feira, 19h
Cofundador da Sustainable Finance Ltd, conselheiro em sustentabilidade em mais de 50 bancos

MARCELO BALLONA
31.jan, sexta-feira, 13h
Cofundador do Submarino, falará sobre start-ups

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The Creators Project

Neste final de semana nos dias 4 e 5 de agosto, acontecerá espaço de eventos Moinho o festival de arte The Creators Project que engloba arte e tecnologia com interatividade, shows, filmes e painéis de discussão.

O produtor californiano de hip hop AraabMUZIK e a dupla de música eletrônica do Brooklyn Tanlines são algumas das atrações confirmadas, assim como a rapper curitibana Karol ConKá e o DJ e produtor Leo Justi.

A instalação em larga escala movida a Kinect The Treachery of Sanctuary de Chris Milk fará sua estreia na América Latina, juntamente com a instalação Parede de Rejane Cantoni e Leonardo Crescenti, além do game interativo OctoCloud do SuperUber, que também será apresentado no Brasil pela primeira vez.

O público ainda poderá interagir com a obra Meditation 1208~ do coreano Minha Yang, os pixels interativos Six-Forty by Four-Eighty de Zigelbaum + Coelho, a instalação de Instagram em tempo real #Creators Live de Doug Carmean e Social Print Studio, entre outras.

Serão exibidos filmes como o documentário sobre o LCD SOUNDSYSTEM SHUT UP AND PLAY THE HITS, inédito no Brasil, e realizaremos um painel sobre moda sustentável com Oskar Metsavaht, e sobre música DIY com Emicida e Daniel Ganjaman. A deliciosa gastronomia d’O Mercado trará suas charmosas barraquinhas comandadas por alguns dos melhores chefes de São Paulo ao longo do final de semana.

Cases de Economia Criativa

ECONOMIA DA CULTURA ESTÁ NA MODA
Economia da cultura é um tema que não pode ficar de fora do Planejamento governamental, pois cada vez mais esse filão sócio-mercadológico vai influenciar na geração de emprego e renda. Governos modernos e “antenados” com os novos tempos precisam dar a devida atenção a essas questões, pois a indústria cultural e de entretenimento gera bilhões de dólares em riqueza em todo o mundo.
Não bastasse o volume de recursos que movimenta, a Cultura ainda se trata de uma fonte limpa de desenvolvimento: não desmata, não polui, não gera doenças. Pelo contrário: investir em cultura é criar uma vitrine atrativa para pessoas de bom gosto que estão espalhadas pelo mundo em busca de opções de lazer e com dinheiro no bolso para gastar. Não tenho mais dúvidas. Para manter ativa uma rede de fomento econômico e social, a inovação deve ser um dos elementos centrais de convergência para superar o desafio de tecer as articulações estratégicas.

Esta leitura pode ser considerada uma das essências, um dos eixos para se estruturar uma região do conhecimento de fomento econômico e social. O mapeamento de instituições com afinidades com esta proposta é lição de casa número um. Outro trabalho é entender a lógica da economia criativa da nova economia. Neste post fazemos um passeio por cases de sucesso nesta área.

FUNDOS DE PROJETOS E INVESTIMENTOS

O Brasil Foundation é uma das referências do setor social, incentivando tecnologias sustentáveis. Todas as organizações interessadas podem apresentar projetos que visam transformar comunidades em todo o Brasil.A instituição disponibiliza bancos de projetos e recepciona projetos na linha da economia criativa.

Mas Economia Criativa vai além dos aspectos de desenvolvimento social. Este conceito também está diretamente relacionado ao mundo dos negócios. Na área cultural, a ArtRio é uma marca construída para movimentar o mercado de arte contemporânea, ligada à imagem do Rio de Janeiro. Esta é uma das dimensões da economia criativa que alia arte, negócios, cultura e turismo.

Já a Art Sp dá um zoom no design e fotografia. Um evento altamente especializado que trabalha com referências de alto valor agregado, promovendo reflexões no setor. Um dos “cases” de sucesso na economia criativa que aliou turismo, cidadania, educação, economia solidária e valorização do patrimônio é o Instituto Inhotim. O foco no desenvolvimento regional no turismo, promovendo a capacitação garantiu articulações com os demais setores da economia.

Mas o assunto de economia criativa é muito amplo. Formatar estratégias de relacionamento em rede é um desafio. O Itsnoon desenvolveu uma moeda de relacionamento para estimular o relacionamento entre artistas, empresas e pessoas para criar oportunidades de aprendizagem e trabalho em rede. A idéia do site Mobz é mobilizar pessoas interessadas em assistir um filme ou show. A formação de grupos em torno de um título facilita a articulação para viabilizar este evento. Interessante…

NOVAS OPORTUNIDADES

Imagine um site que facilita a edição do seu livro. Sim, todo o processo de edição e distribuição resolvidos. Esta é a proposta do site Bookers. Uma idéia DNA de economia criativa. Outra proposta simples e direta direcionada para desenvolvedores é o site Laboratório de Garagem, que promove o trabalho colaborativo. Já o portal Makaha é uma empresa que busca descobrir e investir em projetos que tenham potencial de se transformarem em negócios. Lá, qualquer pessoa pode direcionar alguma apostar em idéias criativas. E para os empreendedores culturais do site Espaçonave oferece espaço para compartilhamento de experiências.

E todas estas referências dão conta que as mobilizações em redes de fomento ganham força. O site Cidades Inovadoras trabalha justamente com o conceito de desenvolvimento social urbano. Enfim, todos estes “cases” ilustram a economia criativa. Frente a tantas referências o fundamental neste momento é trabalhar a cultura digital na organização em rede.

Quando falamos em região do conhecimento nos referimos à formação de redes de cooperação em torno de setores econômicos específicos. No entanto, para difundir a cultura digital, cenários devem ser desenhados e as tendências investigadas para que exista engajamento. Estas redes são formas de organização da produção com foco no mercado, no relacionamento com os consumidores. A inovação deve estar presente considerando todos os processos do ciclo de um produto ou serviço.

Este post contou com o suporte de pesquisa Maurício Augusto Sampaio Pinto, gestor do Grupo Economia Criativa do Hub de Cultura Digital. Ele é designer gráfico e autor deste trabalho.

Levitação quântica

Atração vira repulsão. O resultado: levitação. Um trio de pesquisadores baseado nos Estados Unidos conseguiu obter, pela primeira vez, uma força quântica repulsiva. A descoberta poderá ser empregada em um grande número de aplicações nanotecnológicas.

www.quantumlevitation.com