FILE 2013

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Em cartaz no Centro Cultural Fiesp, o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica apresenta 23 obras de arte digital com entrada gratuita até 1º de setembro. Famoso por suas longas filas nos fins de semana, o evento tem um público cativo que o procura principalmente pela possibilidade de interagir de diversas maneiras com instalações, animações, aplicativos para tablet e games, entre outros trabalhos. Em sua 14ª edição, em 2012, o festival recebeu 50 mil pessoas. Para evitar o tumulto, a dica é fazer a visitar durante a semana ou aos sábados e domingos, pela manhã.

É importante reservar de 2 a 3 horas para conhecer todos os trabalhos em exibição neste ano. Não há um roteiro a seguir. No salão, vale ficar livre e experimentar as mais diferentes sensações que as peças podem despertar, sem pressa. O estudante de moda Wladimir Rocha, que estava na abertura, no último dia 22, levou a sério essa proposta. “É bacana usar a tecnologia a favor da arte de uma forma interativa”, disse.

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Vitrine 3D


O futuro holográfico é iminente e inevitável, mas até chegarmos lá, os hologramas ainda nos causam uma sensação tão surreal quanto os filmes de sci-fi. Com o fenômeno recente holograma do Tupac, era apenas uma questão de tempo antes que a moda se apropriasse dessa nova midia.

Uma loja de lingerie parisiense chamado Empreinte, com a ajuda da agência de design Carling International, conceituou uma vitrine holográfica a que se acende depois que  loja se fecha.

A coquette mascarada encanta transeuntes após 9:00 cada noite, desfilando semi-nua em lingerie. Ela desaparece em uma chuva de estrelas só voltar mais tarde para iniciar o ciclo novamente. Executado por Animatik Estúdios SA.

O Ministério da saúde adverte: Namorar faz bem á saúde!

O bom humor e a diversão foram os sentimentos que nos inspiraram para vitrine que montamos especialmente para a Fly no Dia dos Namorados este ano.

A Fly é uma loja muito divertida, devo admitir! Fui me acostumando com ela aos poucos, à convite da Lia, dona da loja, que nos procurou porque este ano queria fazer algo de diferente…

Logo de começo nos afinamos: queríamos trazer o sexo a tona sem ser apelativo, mas de uma forma que fosse divertida, sexy assim como é a proposta de sua loja. Com uma ideia simples e atemporal pegamos de surpresa quem passa por ali.

 A Lia gostou tanto do que fizemos que decidiu deixar lá  mais tempo depois da data. Adorei fazer este trabalho! Até a próxima!

A criatividade e diversidade cultural brasileiras como recursos para um novo desenvolvimento

O escritor africano Mia Couto, em uma coletiva com jornalistas na Bienal do Livro no Ceará, em 2004, afirmava que o colonialismo não havia morrido com o advento das independências, somente tinha mudado de turno e de executores. Dizia aos jornalistas que durante décadas os africanos haviam procurado culpados para as suas infelicidades e incompetências. Inicialmente culparam os colonizadores. Em seguida, construíram imagens românticas do que eram antes deles. Os colonizadores tinham ido embora, dizia ele, mas novas formas de colonialismo continuavam acontecendo, e essas novas formas eram naturalmente geridas entre ex-colonizadores e ex-colonizados. Dizia ele: “Vamos ficando cada vez mais a sós com a nossa própria responsabilidade histórica de criar uma outra história”. A reflexão do escritor moçambicano nos leva a pensar. Afinal, qual desenvolvimento perseguimos? E para este desenvolvimento, que Estado e quais modelos econômicos deveríamos construir? E, para a construção desses modelos econômicos, que mentalidade deveríamos adotar?

Os projetos assistencialistas e as ajudas internacionais têm sido filhas diletas do mito do desenvolvimento. A criação de instituições de fomento, de programas, projetos, a transferência de recursos, a doação de equipamentos se mesclam com os sistemas oligárquicos locais que, em suas esferas política, social e econômica, vêm demonstrando, ao longo do tempo, capacidade de adaptação, renovação e continuidade. São exatamente esses sistemas oligárquicos que se nutrem do “não desenvolvimento” das regiões mais pobres do país, do Brasil “sem saída”.

Por outro lado, as crises sociais, econômicas, ambientais e culturais que vivemos são expressões concretas de que o modelo moderno de desenvolvimento, fundamentado na acumulação da riqueza e do crescimento do Produto Interno Bruto, está em franca decadência. Desenvolvimento deve significar, sobretudo, qualidade de vida e ampliação de escolhas. O economistae então Ministro da Cultura, Celso Furtado, relacionou o desenvolvimento à ideia de criatividade no seu livro “Criatividade e Dependência na Civilização Ocidental”:

[…].as sociedades necessitam de meios de defesa e adaptação, cuja
eficácia reflete a aptidão de seus membros para formular hipóteses,
solucionar problemas, tomar decisões em face da incerteza. Ora, a
emergência de um excedente adicional…abre aos membros de uma
sociedade um horizonte de opções; já não se trata de reproduzir
o que existe, e sim de ampliar o campo do que é imediatamente
possível[…] O novo excedente, constitui, portanto, um desafio à in-ventividade.
Em sua dupla dimensão de força geradora de novo
excedente e impulso criador de novos valores culturais, esse processo
libertador de energias humanas constitui a fonte última do que
entendemos por desenvolvimento.

Celso Furtado lutou durante toda a sua vida por um desenvolvimento desconcentrador, fundamentado na diversidade cultural regional brasileira. E, por isso, foi um crítico inclemente das sociedades capitalistas e “de sua forma sofisticada de controle da criatividade e de manipulação da informação”. O que afligia Furtado era a consciência de que “a estabilidade das estruturas sociais não igualitárias estaria diretamente relacionada ao controle por grupos privados dos bens de produção da criatividade artística, científica e tecnológica e do fluxo de informações que brota dessa criatividade.” Grande defensor da inovação, o economista acentuava, no entanto, a necessidade de que o progresso tecnológico caminhasse paripasso com o acesso desses produtos a camadas mais amplas da sociedade brasileira.

Décadas se passaram, mas as reflexões do ex-ministro da cultura ainda se mantém atuais. O fracasso de um modelo, cujos resultados somente reforçaram o abismo entre ricos e pobres, vem incitando os estados contemporâneos a incentivar comunidades, tomadores de decisão públicos e privados, ONGs e outros agentes territoriais a construir uma ação coletiva, a partir de suas próprias capacidades e potenciais locais.

Em janeiro de 2011, vinte cinco anos depois de Celso Furtado, Ana de Hollanda retoma, noMinistério da Cultura, as reflexões do economista sobre cultura, desenvolvimento e criatividade. São palavras da ministra no seu discurso de posse:

A criação vai estar no centro de todas as nossas atenções. A imensa
criatividade, a imensa diversidade cultural do povo mestiço do Brasil,
país de todas as misturas e de todos os sincretismos. Criatividade e
diversidade que, ao mesmo tempo, se entrelaçam e se resolvem num
conjunto único de cultura[..]. É justamente por isso que, ao assumir o
Ministério da Cultura, assumo também a missão de celebrar e fomentar
os processos criativos brasileiros.

Como transformar um “esforço desesperado de cultura” em um direito fundamental ao desenvolvimento? O MinC responde de forma propositiva a essa questão, criando uma Secretaria da Economia Criativa, com o objetivo de ampliar a transversalidade de suas políticas dentro dos governos e com a sociedade. Trata-se de uma estratégia de afirmação da importânciadas políticas públicas de cultura na construção de uma agenda ampla e transversal de desenvolvimento. Trata-se de assumir o desafio de pensar o desenvolvimento, menos como produto do que processo cultural. E, para tanto, necessitamos levar em conta o que historicamente descartamos e excluímos ao longo da nossa história.

O Plano da Secretaria da Economia Criativa (2011-2014) representa o desejo e o compromisso do Ministério da Cultura, no Governo Dilma Rousseff, de resgatar o que a economia tradicional e os arautos do desenvolvimento moderno descartaram: a criatividade do povo brasileiro. As tecnologias sociais produzidas pela imensa criatividade brasileira tornaram-se realidades irrefutáveis. No entanto, essas tecnologias ainda carecem de apoio do Estado brasileiro para vicejarem. Em inúmeros países de diversos continentes (como a Austrália, a Turquia, a China) a criatividade vem sendo apoiada por políticas públicas e sendo tratada como o insumo por excelência da inovação.

Essa nova economia vem crescendo, graças à sociedade do conhecimento e às novas tecnologias. É a dimensão simbólica da produção humana ( presente das artes do circo ao conteúdo dos games) que passa a ser elemento fundamental na definição do preço desses novos bens e serviços, construindo novas solidariedades, novas éticas e estéticas, reunindo, enfim, comunidades e indivíduos, desta feita, a partir de redes e coletivos.

Os dados sobre o crescimento da economia criativa no mundo são indiscutíveis. Segundo estimativas da UNESCO o comércio internacional em bens e serviços culturais cresceu, em média, 5,2% ao ano entre 1994 (US$ 39 bilhões) e 2002 (US$ 59 bilhões). No entanto, esse crescimento continua concentrado nos países desenvolvidos,responsáveis por mais de 50% das exportações e importações mundiais. Ao mesmo tempo, pesquisas da Organização Internacional do Trabalho apontam para uma participação de 7% desses produtos no PIB mundial, com previsões de crescimento anual que giram em torno de 10% a 20%.

Barbero define quatro forças que impulsionam o desenvolvimento: a organização flexível da produção; a difusão das inovações e do conhecimento; a mudança e adaptação das instituições e o desenvolvimento urbano do território. A interação entre essas forças produziria a necessária sinergia capaz de alavancar um desenvolvimento endógeno que, por sua vez, permitiria ao Brasil, uma nova alternativa de crescimento econômico não mais construído de fora para dentro, mas resultado de uma dinâmica econômica local. Ao mesmo tempo, esse desenvolvimento se fundamentaria na valorização das éticas e das expressões culturais locais, necessárias à consolidação de práticas cooperativas, ao crescimento da confiança entre indivíduos e grupos, além da proteção ao patrimônio cultural
e ambiental dos territórios envolvidos.

A economia criativa obedece em seus fundamentos as condições propostas por Barbero e, por isso, traduz uma mensagem esperançosa, produzindo impactos positivos em todas as regiões do planeta. Sabemos, no entanto, que nenhum modelo por ela produzido em outras nações nos caberá. Como nos dizia Mia Couto, necessitamos construir
nossos próprios modelos e tecnologias sociais. Afinal de contas, o Brasil deve ao mundo e, especialmente, à América Latina e à África, uma contribuição efetiva para um novo desenvolvimento
includente e sustentável.

O novo MinC deseja construir um novo desenvolvimento para o Brasil, de forma transversal com os demais ministérios, agências de fomento, instituições internacionais, sistema S, universidades, segmentos criativos, poderes legislativo e judiciário, estatais, institutos de pesquisa, organizações do terceiro setor, enfim, com os estados e municípios brasileiros. Mas, para a construção de um novo desenvolvimento é necessário a construção de uma nova mentalidade econômica. Diferentemente da economia tradicional “taylorista”, a economia criativa se caracteriza pela abundância e não pela escassez, pela sustentabilidade social e não pela exploração de recursos naturais e humanos, pela inclusão produtiva e não pela marginalização de indivíduos e comunidades.

Os desafios são imensos, mas instigantes. O Ministério da Cultura retoma a difícil tarefa de repensar, de reconduzir, de liderar os debates e a formulação de políticas sobre a cultura e o desenvolvimento no Brasil, com a missão de transformar a criatividade brasileira em inovação e a inovação em riqueza: riqueza cultural, riqueza econômica, riqueza social. Para isso, deve enfrentar questões desafiadoras: por que nossa riqueza e diversidade cultural não fazem do Brasil um dos maiores destinos turísticos do mundo?De que forma poderemos estimular e fomentar os talentos criativos brasileiros? Como a economia criativa poderá contribuir para a inclusão produtiva dos 40% de jovens brasileiros que hoje se encontram entre os 16.3 milhões de brasileiros abaixo da linha da pobreza? Como ampliar e qualificar o consumo cultural no país, levando-se em conta a emergência de 39.5 milhões de brasileiros e brasileiras à classe média?

Para enfrentar essas indagações precisamos de pesquisas, de indicadores e de metodologias para a produção de dados confiáveis; necessitamos de linhas de crédito para fomentar esses empreendimentos, carecemos de formação para competências criativas, de infra-estrutura que garanta a produção, circulação e consumo de bens e serviços criativos, dentro e fora do país. E mais. É preciso avançar na elaboração de novos marcos regulatórios, de natureza tributária, trabalhista, civil, administrativa e constitucional, que nos permitam avançar. Se o caminho é longo, a tarefa é apaixonante. Trata-se, definitivamente, do início da construção, no Governo Dilma, de um “Brasil Criativo”. Mãos à obra!

Cláudia Leitão
Secretária da Economia Criativa do Ministério da Cultura

A visão de Sayaka Kajita Ganz

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Inspirada por simples utensílios de cozinha, geralmente usados por pouco tempo e jogados no lixo, a japonesa mostrou sensibilidade e criatividade para elaborar esculturas feitas desses materiais. Em formato de animais, as obras parecem estar vivas!

As peças utilizadas são recolhidas em postos de reciclagem, lixões, brechós ou recebidas por doações de amigos e fãs da artista. São usadas colheres, garfos, espátulas, conchas e uma infinidade de utensílios que usamos diariamente. Sayaka chega a utilizar até 500 objetos em uma única escultura, que chegam a medir até 30 metros de altura.

A artista só utiliza materiais que já foram usados e descartados, com o objetivo de dar um novo significado a eles com o processo de reaproveitamento e regeneração. Segundo divulgado no site  Coletivo Verde, Sayaka se inspira de acordo com a espiritualidade tradicional antiga do Japão: “o Xintoísmo Japonês acredita que todos os objetos e organismos possuem espírito e quando são descartados antes do tempo, choram dentro das latas de lixo”.

“Construindo estas esculturas eu tento entender as situações e os relacionamentos humanos que me rodeiam. É uma maneira de contemplar e  lembrar que, mesmo que haja um conflito, existe uma maneira de todas as peças se encaixarem”, completa.

Idéias sustentáveis, podem ser reais.

Veja também o vídeo do processo produtivo de uma das peças:

O mundo contra Belo Monte!

Mobilização global contra Belo Monte

No próximo sábado, 20/08, o Brasil vai às ruas para protestar contra a destruição da Amazônia. E diversos países nos cinco continentes realizam atos de solidariedade em frente às Embaixadas/Consulados brasileiros no dia 22/08.
Nos últimos meses, a população brasileira vem testemunhando sucessivas agressões contra a Amazônia e os povos da floresta:

1. O governo autorizou o início da construção da usina de Belo Monte, no rio Xingu
2. A Câmara dos Deputados aprovou mudanças no Código Florestal que diminuem a proteção das nossas matas
3. Lideranças comunitárias na Amazônia continuam sendo vítimas de assassinato e violência na região

Vivemos um momento politico bastante complexo e delicado, que pode definir o futuro da humanidade. Chega de destruição na Amazônia.
O projeto Belo Monte é um exemplo cabal de ineficiência energética: apesar da propaganda do governo de que será a 3ª maior hidrelétrica do mundo (em tamanho), produzirá, em média, apenas 39% da eletricidade que promete. Além disso, é um projeto absurdamente caro (cerca de R$ 30 bilhões, dos quais 80% são dinheiro do povo, a ser desembolsado pelo BNDES), e foi imposto pelo governo através de um processo brutal de sucessivas violações da legislação e da Constituição nacionais, e de acordos e tratados internacionais.
Acima de tudo, porém, o projeto de Belo Monte vai impactar de forma irremediável a vida das populações locais, da fauna e da flora do Xingu, destruindo e secando parte de um dos mais belos e ricos rios do mundo, e transformando a região em terra arrasada. E os reflexos já são visíveis: Altamira foi campeã de desmatamento nesse primeiro semestre.
Um número cada vez maior de brasileiros está saindo às ruas para exigir a proteção do nosso maior patrimônio socioambiental: a floresta amazônica e respeito aos direitos humanos; e conta com a solidariedade da comunidade internacional. Juntos, podemos fazer a diferença!
Você pode ajudar a proteger a Amazônia
Diversos protestos estão sendo organizados no Brasil. O próximo sábado, 20/08, será marcado por atividades contra a construção de Belo Monte e contra as mudanças no Código Florestal em diversos estados.
E, no dia 22/08, diversos países nos cinco continentes vão mostrar sua solidariedade ao povo brasileiro, protestando em frente às Embaixadas/Consulados Brasileiros ao redor do mundo.
Participe!

1. Abaixo, você encontra a lista das atividades programadas no Brasil (20/08) e internacionalmente (22/08)
2. Se você tiver informações adicionais sobre cidades, países, locais e horários de protestos e concentrações, por favor, encaminhe para o email: campanhaxingu@gmail.com.
3. Registre sua atividade com fotos e vídeos, e envie para: campanhaxingu@gmail.com, Xingu Vivo no Facebook e @xinguvivo.

O Xingu agradece!

20 de agosto (sábado)
Cidade Local Hora No Facebook
Belém (PA) Praça da República, em frente ao Teatro da Paz rumo ao Ver o Peso 8h30 Confirme sua participação
Brasília (DF) Em frente ao congresso nacional 14h Confirme sua participação
Fortaleza (CE) Praça José de Alencar 13h Confirme sua participação
João Pessoa (PB) Feirinha de Tambaú 14h Confirme sua participação
Recife (PE) Praça do Derby 14h Confirme sua participação
Rio de Janeiro (RJ) Posto 4, na Av. Atlântica em Copacabana 14h Confirme sua participação
Salvador (BA) Praça Campo Grande, até a Praça Municipal 14h Confirme sua participação
Santarém (PA) Praça da Matriz, com caminhada pela orla da cidade até o ‘Mascotinho’ 18h Confirme sua participação
São Paulo (SP) Av. Paulista, em frente ao MASP 13h Confirme sua participação
Florianópolis (SC) Em frente ao TICEN 9h Confirme sua participação
Baixe aqui o planfleto feito pelo Movimento Brasil pela Vida nas Florestas e leve para o evento na sua cidade!
Around the world
August 22 (Mon)
Country City Location Time
Australia Canberra, ACT Brazilian Embassy – Canberra. 19 Forster Crescent, Yarraluma 1pm + info
Canada Toronto, Ontario Embassy of Brazil in Toronto – 77. Bloor Street West, Suite 1109 3pm + info
England London Embassy of Brazil London 1pm + info
France Paris Court of Human Rights, Place du Trocadéro 3pm + info
Germany Berlin Brazilian Embassy in Berlin 2:30pm + info
Iran Tehran
Netherlands Hague Brazilian Embassy in the Hague, Netherlands 8:30am + info
Portugal Lisbon Brazilian Consulate ((Saturday, 20)) 3pm + info
Scotland Edinburgh From Carlton Hill to the Meadows 12pm + info
Taiwan Taipei Nearest embassy or consulate 2pm + info
Turkey Ankara Brazilian Embassy, Ankara 11pm + info
United States Washington, DC Brazilian Embassy in Washington D.C – Georgetown 12:30pm + info
United States Salt Lake City, Utah Utah Brazilian Consulate, 180 South 300 West, Suite 130 TBD + info
United States New York City, NY Brazilian Consulate, Ave. of the Americas and 47th St. NYC 12pm + info
United States San Francisco San Francisco Brazilian Consulate – 300 Montgomery street, Suite 900, San Francisco, CA 94104 8am + info
Mexico Guadalajara Brazilian Consulate in Guadalajara 12:30pm + info
Wales Wrexham 1pm + info
United States Miami Lincoln Rd & Washington Ave – Miami Beach ((Saturday, 20)) 6pm + info
Denmark Copenhagen Rådhuspladsen KBH 4:30pm + info
Noruega Oslo Brazilian Embassy in Oslo 10pm + info

The Modern

Restaurante The Modern no MOMA de New York. Uma experiência além da culinária.

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